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Esportes

Campeonato Mundial de Handebol Feminino de 2025: Seleções e Expectativas da Elite do Handebol!

A Alemanha e os Países Baixos recebem, entre 26 de novembro e 14 de dezembro, as 32 melhores seleções do mundo no 27º Mundial de Handebol!

A cada dois anos, as 32 melhores seleções de handebol do mundo se reúnem para ver quem tem o melhor time. Em 2025, acontece a 27ª edição do Campeonato Mundial de Handebol Feminino. Além dos melhores lances do desporto, os torcedores podem ainda aproveitar para fazer Apostas Esportivas.

A competição está marcada para acontecer entre os dias 26 de novembro e 14 de dezembro, com sedes na Alemanha e nos Países Baixos. Confira todos os detalhes do torneio de handebol neste guia especial preparado pela Blaze para te deixar por dentro da competição e pronto para apostar!

Sobre o Campeonato Mundial de Handebol Feminino de 2025

O Campeonato Mundial de Handebol Feminino de 2025 é o terceiro com 32 seleções, divididas em oito grupos de quatro seleções, com esta etapa realizada de 26 de novembro a 8 de dezembro. Os três primeiros colocados vão para a segunda fase, chamada de Fase Principal, com os últimos indo à Copa do Presidente.

A Fase Principal tem 24 seleções, em quatro grupos de seis times, com jogos de 2 a 8 de dezembro. As duas primeiras de cada chave vão às quartas de final, marcadas para os dias 9 e 10 de dezembro, onde a competição inicia o tradicional mata-mata. As semifinais são no dia 12 e a decisão no dia 14.

A Copa do Presidente tem dois grupos de quatro times. De acordo com a colocação de cada, são disputados jogos que definem quem fica entre o 25º e o 32º lugar do torneio.

O Mundial é sediado por mais de um país pela quarta vez. Nos Países Baixos, Roterdã recebe jogos dos grupos A e E da primeira fase, grupo I e III da Fase Principal e partidas do mata-mata, além da final, na Ahoy. 

A Maaspoort, em ‘s-Hertogenbosch, recebe os grupos B e F e a Copa dos Presidentes, com os últimos colocados de todas as chaves. Na Alemanha, em Dortumund, a Westfalenhalle terá jogos dos grupos II e IV da Fase Principal e quartas de final. A Porsche-Arena, em Stuttgart, e na SWT Arena, em Trier, recebem os grupos C e G, e D e H, respectivamente.

Grupo A

Com jogos em Roterdã, o grupo A conta com três europeus e um asiático: Dinamarca, Romênia, Japão e Croácia. Confira o calendário da chave, com os horários de Brasília:

  • 27 de novembro - 14h - Romênia x Croácia
  • 27 de novembro - 16h30 - Dinamarca x Japão
  • 29 de novembro - 14h - Romênia x Japão
  • 29 de novembro - 16h30 - Croácia x Dinamarca
  • 1º de dezembro - 14h - Japão x Croácia
  • 1º de dezembro - 16h30 - Dinamarca x Romênia

Dinamarca

A Dinamarca chega na nova edição do mundial com uma mudança na área técnica: Helle Thomsen assume o comando do time. Com ela, a seleção vem com bastante força. Além do título de 1997, as dinamarquesas têm duas pratas (1962 e 1993) e quatro bronzes (1995, 2011, 2021 e 2023). E as duas últimas edições mostraram que elas estão no caminho certo para se manter entre as melhores do mundo.

Treinadora

Helle Thomsen

Títulos

1 (1997)

Expectativa

A Dinamarca vem para brigar pelo bicampeonato mundial. A seleção tem boas odds para bater de frente com a principal rival: a vizinha Noruega. As dinamarquesas têm 5.5 para saírem campeãs do Mundial de Handebol.

Romênia

Desde o início das disputas do Campeonato Mundial de Handebol Feminino, a Romênia é a única seleção a participar de todas as edições. Mas, ainda falta ao time ter mais do que um ouro. Até agora, além do título de 1962, são duas pratas, em 1973 e 2005, e um bronze, em 2015.

Treinador

Ovidiu Mihai Mihăilă

Títulos

1 (1962)

Expectativa

Apesar de ser figurinha carimbada nos torneios, a Romênia está longe de ser cotada ao bi. A seleção romena tem 85.0 de odds para vencer, o que a coloca bem no meio do ranking, o que pelo menos a coloca na Fase Principal.

Japão

O Japão chega ao Mundial como possível surpresa do Grupo A. O time do extremo oriente tem uma carta na manga: contratou o técnico dinamarquês Morten Soubak, que levou o Brasil ao título inédito em 2013.

Treinador

Morten Soubak

Melhor colocação

7º lugar (1965)

Expectativa

Mesmo sendo experiente e vencedor, Soubak tem um grande desafio com as japonesas. As odds não são boas, com 200.0 para o título e apenas alguma chance de tentar ir bem na Copa do Presidente.

Croácia

A história da Croácia no Mundial de Handebol passa pela fase em que o país foi parte integrante da Iugoslávia. Porém, as medalhas de outrora ficaram com a Sérvia, deixando as croatas com uma nova página em branco para escrever no esporte.

Treinador

Ivica Obrvan

Melhor colocação

6º lugar (1997)

Expectativa

Com 65.0 de odds para o título, a Croácia é outro time de meio de tabela. Não deve ser difícil avançar à fase principal, mas, nela, a seleção deve encerrar a participação, sem ir ao mata-mata.

Grupo B

O Grupo B tem sede na Maaspoort, localizada em ‘s-Hertogenbosch, na Holanda. Duas seleções europeias, uma asiática e uma africana compõem o grupo. Abaixo, confira o calendário dos jogos desta fase, no horário de Brasília.

  • 27 de novembro - 14h - Suíça x Irã
  • 27 de novembro - 16h30 - Hungria x Senegal
  • 29 de novembro - 14h - Suíça x Senegal
  • 29 de novembro - 16h30 - Irã x Hungria
  • 1º de dezembro - 14h - Senegal x Irã
  • 1º de dezembro - 16h30 - Hungria x Suíça

Hungria

A Hungria já teve tempos de glórias na competição. Além do título nos anos 1960, o país acumula quatro medalhas de prata e quatro de bronze. Mas, já se vão 20 anos desde a última vez no pódio. De lá para cá, o melhor que chegou foi o 8º lugar. Para se preparar para receber o Mundial de Handebol Feminino em 2027, a seleção quer se sair bem e voltar aos tempos áureos.

Treinador

Vladimir Golovin

Títulos

1 (1965)

Expectativa

A Hungria pode até não ser uma das grandes favoritas, mas é uma seleção que tem tudo para avançar bem na competição. As odds para o título são de 12.0, o que mostra, pelo menos, umas quartas de final.

Suíça

A grande incógnita do grupo B é a Suíça. Chegando ao Campeonato Mundial de Handebol Feminino pela primeira vez em sua história, a seleção vem mostrando um crescimento constante nos últimos anos, que pode culminar em uma estreia fantástica.

Treinador

Knut Ove Joa

Melhor colocação

Estreante

Expectativa

Como estreante na competição, a Suíça está entre os grandes azarões. Novata, a seleção pode até tentar ir à Fase Principal, já que a medalha de ouro está a uma odd de 200.0 de distância.

Senegal

O Senegal chega à sua terceira participação no Mundial de Handebol Feminino querendo fazer mais do que as duas vezes em que terminou em 18º lugar. Este ano, o time quer ir à Fase Principal pela segunda vez consecutiva. E vai focar bastante para surpreender os rivais.

Treinador

Yacine Messaoudi

Melhor colocação

18º lugar (2019 e 2023)

Expectativa

O Senegal vai lutar para melhorar o 18º lugar que ficou anteriormente, mas as odds apontam o time ficando na Copa Presidente. Um título está cotado a uma odd de 900.0. Grandes zebras da competição.

Irã

Esta também é a terceira participação do Irã em um Mundial, todas de maneira consecutiva.  A seleção mostrou crescimento desde as últimas penúltimas colocações, chegando ao 4º lugar nas competições asiáticas. Agora, a equipe tem uma nova treinadora para a empreitada, a portuguesa Ana Cristina Teixeira Seabra.

Treinadora

Ana Cristina Teixeira Seabra

Melhor colocação

31º lugar (2021 e 2023)

Expectativa

O Irã não tem qualquer odd que aponte uma possibilidade de título. O time vai lutar para não ser o lanterna. Algo que já conseguiu nas duas vezes em que participou do torneio.

Grupo C

O Grupo C é mais um com três seleções europeias integrantes. O quarto time é sul-americano, o Uruguai. É essa chave que abre o Mundial. Veja os horários das partidas, mais uma vez, com a hora referente à Brasília, realizadas na Porsche-Arena, em Stuttgart:

  • 26 de novembro - 14h - Alemanha x Islândia
  • 26 de novembro - 16h30 - Sérvia x Uruguai
  • 28 de novembro - 14h - Uruguai x Alemanha
  • 28 de novembro - 16h30 - Sérvia x Islândia
  • 30 de novembro - 11h30 - Islândia x Uruguai
  • 30 de novembro - 14h - Alemanha x Sérvia

Alemanha

Anfitriã pela quarta vez, a Alemanha é considerada uma forte candidata a chegar, ao menos, às quartas de final da competição. A história da seleção se divide entre o momento em que a nação era dividida em duas e o pós-unificação. Como a Alemanha Oriental, ganhou três dos quatro títulos que tem até agora. Há ainda um bronze da parte leste e outro da Alemanha Ocidental. Unificado, o país ficou com um ouro e dois bronzes.

Treinador

Markus Gaugisch

Títulos

4 (1971, 1975 e 1978 - como Alemanha Oriental - e 1993 - unificada)

Expectativa

A Alemanha tem tudo para chegar ao mata-mata, com odds de 28.0 para o título. Longe dos favoritos, mas um pouco acima do que seria o meio da tabela.

Sérvia

Considerada sucessora da Iugoslávia, a Sérvia herdou as medalhas do antigo país. Assim, a seleção tem, além do título de 1973, três pratas e dois bronzes daquela era. O país também ficou com o que foi conquistado como Sérvia e Montenegro, uma medalha de bronze. De maneira independente, há uma medalha de prata.

Treinador

José Ignacio Prades

Títulos

1 (1973 - como Iugoslávia)

Expectativa

Apesar do longo histórico conquistado em outros momentos, a Sérvia já não integra o grupo de favoritos. A seleção tem odds de 85.0 para conquistar o ouro. A Fase Principal, porém, deve ser alcançada sem problemas.

Islândia

Em sua terceira participação no Mundial, a Islândia chega após sua melhor qualificatória na história do handebol da gelada ilha. Ficando em 16º lugar no ranking europeu, a nação viking vai buscar a sua melhor participação entre as melhores equipes do mundo.

Treinador

Arnar Pétursson

Melhor colocação

12º lugar (2011)

Expectativa

As jogadoras da terra do gelo vão precisar lutar para evitar a Copa Presidente e seguir para a Fase Principal. Porém, com odds de 400.0 para o ouro, a briga deve ser mesmo entre os últimos colocados.

Uruguai

São apenas cinco participações no Campeonato Mundial para o Uruguai. O pequeno país sul-americano de apenas 3,5 milhões de habitantes ficou 14 anos longe da competição e volta justamente com o técnico que garantiu a participação na edição do vizinho Brasil, em 2011.

Treinador

Leonardo Puñales

Melhor colocação

20º lugar (2011)

Expectativa

O Uruguai não se classificava para o Mundial desde a edição de 2011, realizada no vizinho Brasil. Longe dos holofotes voltados às principais candidatas, as uruguaias vão, ao menos, tentar ir à Fase Principal.

Grupo D

Também com jogos no primeiro dia do Campeonato Mundial de Handebol 2025, o Grupo D tem suas partidas em Trier, na SWT Arena, na Alemanha. Como no Grupo C, são três times da Europa e um da América do Sul.

  • 26 de novembro - 14h - Espanha x Paraguai
  • 26 de novembro - 16h30 - Montenegro x Ilhas Faroe
  • 28 de novembro - 14h - Paraguai x Montenegro
  • 28 de novembro - 16h30 - Espanha x Ilhas Faroe
  • 30 de novembro - 11h30 - Ilhas Faroe x Paraguai
  • 30 de novembro - 14h - Montenegro x Espanha

Montenegro

Apesar de ter feito parte da Iugoslávia e de Sérvia e Montenegro, a seleção montenegrina ficou sem as medalhas conquistadas pelos países dos quais fez parte anteriormente, após as separações. Por si só, já chegou muito perto da decisão. Agora, a luta é pela primeira medalha como nação independente.

Treinador

Suzana Lazović

Melhor colocação

5º lugar (2019)

Expectativa

A herança pode ter ficado com uma das irmãs, mas a seleção de Montenegro vai lutar para conquistar sozinha seu lugar merecido. As odds para o ouro são de 23.0. O mata-mata, porém, deve ser um lugar de fácil acesso às atletas.

Espanha

A 10ª participação seguida da Espanha ainda deixa o time com aquela ânsia de finalmente se sagrar campeã do Campeonato Mundial de Handebol Feminino. Nesta edição, a seleção espanhola entra em quadra com 11 jogadores que nunca jogaram a competição, apostando em uma renovação.

Treinador

Ambros Martín

Melhor colocação

2º lugar (2019)

Expectativa

Ainda sem nunca ter vencido o Campeonato de Handebol, a Espanha chega com boas odds na nova edição. São 20.0 para o título. Tudo bem que são números longe dos favoritos, mas pode incomodar no mata-mata.

Ilhas Faroé

A menor nação a se classificar para o Mundial de Handebol, as Ilhas Faroé, teve seu primeiro jogo da modalidade há apenas meio século. Pouco a pouco, a pequena nação insular galgou seu espaço, com as equipes de base tendo sucesso na década passada, levando ao avanço da equipe principal.

Treinador

Claus Mogensen

Melhor colocação

Estreante

Expectativa

Como estreante, não há grandes expectativas pelas Ilhas Faroé. Vencer está longe dos planos, com odds de 400.0. Mas vai dar para mostrar que tem handebol para competir, ao menos na Copa Presidente.

Paraguai

Esta é a 6ª participação do Paraguai no Mundial de Handebol Feminino. A seleção sul-americana busca, pela primeira vez, avançar além da primeira fase e trazer bons resultados com ajuda de um experiente time.

Treinador

Marizza Faria

Melhor colocação

21º lugar (2013 e 2017)

Expectativa

O Paraguai vai tentar de tudo para voltar a avançar de fase no torneio de handebol, mas sem grandes expectativas, como outros rivais, até do próprio continente.

Grupo E

Os Países Baixos, segundo anfitrião da competição, integra o Grupo E, junto a Áustria, Argentina e Egito. Os jogos serão na Ahoy, em Roterdã. Confira a agenda da chave:

  • 28 de novembro - 14h - Áustria x Egito
  • 28 de novembro - 16h30 - Países Baixos x Argentina
  • 30 de novembro - 14h - Áustria x Argentina
  • 30 de novembro - 16h30 - Egito x Países Baixos
  • 2 de dezembro - 14h - Argentina x Egito
  • 2 de dezembro - 16h30 - Países Baixos x Áustria

Países Baixos

Co-anfitrião e solo da grande final do Mundial de Handebol, os Países Baixos conseguiram a sonhada medalha de ouro na edição de 2019, após dois pódios seguidos, com uma prata e um bronze. Mas, de lá para cá, nem às semifinais o time chegou. Em casa, a história precisa ser diferente.

Treinador

Henrik Signell

Títulos

1 (2019)

Expectativa

Anfitrião, os Países Baixos não estão entre os francos favoritos ao título, mas não devem ter quaisquer dificuldades para avançar, ao menos, às semifinais. São 10.0 de odds para deixar o ouro em casa mesmo.

Áustria

A Áustria foi à primeira edição do torneio, depois passou quase 30 anos longe, conseguindo emendar 11 aparições seguidas. Porém, cinco anos de ausência pesaram, com o time voltando em 2021 e 2023, mas sem conseguir chegar ao mata-mata. Com uma seleção renovada, a equipe busca alçar melhores voos.

Treinadora

Monique Tijsterman

Melhor colocação

3º lugar (1999)

Expectativa

A Áustria vai ter que acertar a rede várias vezes para contornar tais odds de 150.0 para vencer a competição. Avançar de fase, porém, não parece tão complicado.

Argentina

Foi apenas em 1999 que a Argentina conseguiu chegar, pela primeira vez, ao nível mundial. De lá para cá, esteve ausente apenas na edição de 2001. Os resultados não foram tão agradáveis, com um 16º lugar como melhor colocação, mas, aos pouquinhos, as hermanas tentam o progresso no esporte.

Treinador

Mariano Muñoz

Melhor colocação

16º lugar (2019)

Expectativa

Com odds de 800.0 para vencer a competição, a Argentina deve ficar pela Copa Presidente e lutar para não ficar entre os últimos. Algo diferente disso é uma grande zebra.

Egito

Outro time estreante no Mundial é o Egito. A nova geração de jogadoras chegou às semifinais na competição de jovens. Agora, as jovens atletas chegam ao time principal e, finalmente, ao palco que reúne as 32 melhores equipes do planeta.

Treinador

Mohamed Ahmed Farghaly

Melhor colocação

Estreante

Expectativa

Em sua estreia, o Egito também é um grande azarão na competição. O time entra sem muitas pretensões e chances ínfimas de conquistar uma medalha. 

Grupo F

A Maaspoort, em ‘s-Hertogenbosch, é a casa do Grupo F, que tem a França, a atual campeã mundial. Polônia, Tunísia e China completam a chave. Os jogos estão listados abaixo:

  • 28 de novembro - 14h30 - Polônia x China
  • 28 de novembro - 17h - França x Tunísia
  • 30 de novembro - 11h30 - Polônia x Tunísia
  • 30 de novembro - 14h - China x França
  • 2 de dezembro - 14h30 - Tunísia x China
  • 2 de dezembro - 17h - França x Polônia

França

Três finais em quatro edições. Esses são os resultados da França nos mais recentes Mundiais. Nesse período, a equipe também fez duas finais olímpicas, ganhando uma e perdendo a outra. E, ainda, em 2016 foi a outra decisão de Jogos Olímpicos. Em 2025, a ideia é mostrar que as francesas é quem entendem de handebol.

Treinador

Sébastien Gardillou

Títulos

3 (2003, 2017 e 2023)

Expectativa

Atual campeã, a França vem com força para o tetra. A equipe é uma das favoritas ao ouro do Campeonato Mundial de Handebol Feminino 2025, com 6.5 de odds.

Polônia

Ainda falta uma medalha para o time da Polônia. A equipe já alcançou as semifinais duas vezes, mas acabou falhando no último momento. A paciência, para o técnico Arne Senstad, é a chave para obter um resultado melhor.

Treinador

Arne Senstad

Melhor colocação

4º lugar (2013 e 2015)

Expectativa

Não deve ser complicado para a Polônia chegar à Fase Principal, mas a vida fica difícil depois. As odds para o primeiro título da seleção são de 150.0.

Tunísia

A Tunísia chega às 27ª edição do Campeonato Mundial de Handebol Feminino com uma oportunidade nas mãos. O time nunca chegou à fase principal do torneio, mas pode surpreender no grupo, afinal, há um adversário que pode ser superado: a China.

Treinador

Pablo Morel

Melhor colocação

12º lugar (1975)

Expectativa

A Tunísia ocupa o grupo de grandes zebras da competição, com odds de 900.0 para ficar com o ouro. A luta real mesmo é para não ser lanterna.

China

A 19ª participação consecutiva no torneio da China mostra que a seleção vem se classificando de forma consistente, desde que entrou no Mundial pela primeira vez, em 1986. Porém, as últimas participações foram pífias, incluindo a lanterna em 2021. O trabalho para mudar isso é do técnico francês Yerime Sylla.

Treinador

Yerime Sylla

Melhor colocação

8º lugar (1990)

Expectativa

Assim como a Tunísia, companheira de Grupo, a China deve enfrentar dificuldades, com odds de 900.0 para o título. Um dos dois, porém, vai conseguir ir, ao menos, a Fase Principal.

Grupo G

Dois campeões e um postulante estão no Grupo G: Brasil e Tchéquia, além da Suécia, que ainda tenta. Cuba completa a chave, cujas partidas estão com os horários de Brasília abaixo:

  • 27 de novembro - 14h - Brasil x Cuba
  • 27 de novembro - 16h30 - Suécia x Tchéquia
  • 29 de novembro - 14h - Brasil x Tchéquia
  • 27 de novembro - 16h30 - Cuba x Suécia
  • 1º de dezembro - 14h - Tchéquia x Cuba
  • 1º de dezembro - 16h30 - Suécia x Brasil

Suécia

Chama-se Suécia, mas pode também ser Consistência. Nos últimos 15 anos, a seleção sueca, franca favorita nesta chave, conseguiu terminar dentro do top 10 dos Mundiais. Só que ainda falta algo que as vizinhas da Noruega têm: medalhas.

Treinador

Tomas Axnér

Melhor colocação

4º lugar (2017 e 2023)

Expectativa

Apesar de ser um país nórdico em um esporte extremamente popular entre os seus, a Suécia ainda não conquistou uma medalha no Mundial de Handebol. Esse ano, a seleção vai brigar forte para chegar lá, com odds de 11.0 para o título, dando trabalho aos favoritos.

Brasil

Com o favoritismo das suecas, o Brasil vai lutar pelo segundo lugar do grupo. A equipe, contudo, vem de campanhas pífias desde o título conquistado em 2013, com 10º lugar, 18º, 19º, 6º e 9º, nas últimas edições. Com algumas remanescentes da histórica conquista, as brasileiras precisam fazer algo melhor.

Treinador

Cristiano Rocha

Títulos

1 (2013)

Expectativa

Apesar da conquista de mais de uma década atrás, o Brasil ainda não conseguiu voltar a subir no pódio. O time nada, nada, mas acaba morrendo na praia e ficando pelo caminho. Esse ano, as odds de título estão em 55.0. Bem longe do almejado ouro.

Tchéquia

A Tchéquia, anteriormente conhecida como República Tcheca, foi a primeira campeã, como Tchecoslováquia, na primeira edição, em 1957, do Mundial Feminino de Handebol. Como nação separada da vizinha Eslováquia, o melhor que fez foi chegar ao 8º lugar. Aqui, vai disputar com o Brasil pela vice-liderança da chave.

Treinadores

Tomáš Hlavatý e Daniel Čurda

Títulos

1 (1957 - como Tchecoslováquia)

Expectativa

Lá se vão 70 anos desde a única medalha da seleção. E deve ficar assim, pois as odds apontam a Tchéquia longe do ouro, com 100.0 de odds.

Cuba

De volta após duas edições ausente, Cuba vive um momento especial. O país insular é campeão da América do Norte e Caribe e chega ao Mundial para mostrar seu crescimento. Quem sabe, chegar à sonhada Fase Principal pela primeira vez.

Treinador

Jorge Coll Arencibia

Melhor colocação

21º lugar (1999 e 2019)

Expectativa

Para o seu retorno à competição, a seleção cubana vai tentar fazer melhor que o 21º lugar conquistado em duas ocasiões. Mas, nada mais do que isso deve ser esperado da equipe.

Grupo H

A última chave tem uma das maiores campeãs do handebol mundial: a Noruega. A Coreia do Sul, que já tem um ouro, se junta a ela, assim como Angola e Cazaquistão no Grupo H, cuja sede é a SWT Arena, em Trier.

  • 27 de novembro - 14h - Angola x Cazaquistão
  • 27 de novembro - 16h30 - Noruega x Coreia do Sul
  • 29 de novembro - 14h - Angola x Coreia do Sul
  • 27 de novembro - 16h30 - Cazaquistão x Noruega
  • 1º de dezembro - 14h - Coreia do Sul x Cazaquistão
  • 1º de dezembro - 16h30 - Noruega x Angola

Noruega

Atual campeã olímpica, a Noruega volta à caça do ouro. A equipe ganhou três das últimas seis edições do Mundial. Para, quem sabe, emendar mais um título, as norueguesas chegam com novos rostos reunidos a jogadoras consagradas do handebol nórdico.

Treinador

Ole Gjekstad

Títulos

4 (1999, 2011, 2015 e 2021)

Expectativa

A Noruega é a grande favorita ao título da campeã mundial de handebol feminino. As odds de 1.75 deixam as norueguesas confortavelmente na liderança das possibilidades de subir ao lugar mais alto do pódio e ouvir o próprio hino.

Angola

Presente em todas as edições de 1990 para cá, a seleção de Angola voltou à fase principal da competição na última edição, após oito anos longe. As angolanas precisam apenas de um início bom para deixar adversárias para trás e retornar ao grupo de melhores colocadas.

Treinador

Carlos Viver

Melhor colocação

7º lugar (2007)

Expectativa

Figurinha carimbada na competição, Angola ainda não chegou ao pódio. O caminho é árduo, ainda mais para o ponto mais alto, com odds de 150.0 para tal feito.

Coreia do Sul

Desde 1978, a Coreia do Sul sempre esteve presente no Mundial. Mas, desde o ouro em 1995, a equipe chegou a um 3º lugar, ficando com o bronze, quatro edições depois. A equipe até chega à fase principal, mas falha quando chega lá. E é isso que precisa ser corrigido.

Treinador

Kyechung Lee

Títulos

1 (1995)

Expectativa

A Coreia do Sul sofreu com uma 22ª colocação na última edição do Mundial de Handebol. Voltar à coroação está distante, com odds de 200.0. O time vai precisar evitar a Copa do Presidente.

Cazaquistão

Em sua 8ª participação como nação independente, o Cazaquistão não conseguiu repetir os bons resultados de quando era parte da União Soviética. A equipe vai tentar dar trabalho às rivais do grupo, mas entra nele como zebra.

Treinador

Aliaksandr Sytsko

Melhor colocação

18º lugar (2007)

Expectativa

O Cazaquistão é o grande azarão do Grupo H, muito distante de qualquer mata-mata, ou mesmo da fase principal. O time deve mesmo ir à Copa do Presidente.

Favoritos do Campeonato Mundial de Handebol Feminino de 2025

Você já conheceu as equipes. Agora, é hora de ver quais as seleções mais cotadas a levar o troféu para casa. Confira as odds da Blaze e lembre sempre que os números mudam com o decorrer da competição e do extra-campo. Assim, vale ficar de olho nos jogos e no noticiário do Campeonato Mundial de Handebol Feminino de 2025.

Quem será a seleção campeã?

Tetracampeã, a Noruega é a grande favorita a sair com o ouro e se tornar penta. O time nórdico tem 1.75 de odds para vencer o Campeonato Mundial de Handebol Feminino desta temporada. O pódio deve ser completado com os times que ameaçam o novo título norueguês, como Dinamarca, com 5.5, e França, com 6.5.

Onde assistir ao Campeonato Mundial de Handebol Feminino de 2025

Os torcedores brasileiros podem acompanhar todos os lances do Campeonato Mundial de Handebol Feminino de 2025 através do canal CazeTV, no YouTube.

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Perguntas Frequentes Sobre o Campeonato Mundial de Handebol Feminino de 2025

Quando começa o Campeonato Mundial de Handebol Feminino de 2025?

O Campeonato Mundial de Handebol Feminino de 2025 começa no dia 26 de novembro, uma quarta-feira. A grande decisão está marcada para acontecer em 14 de dezembro, um domingo.

Quem é a atual campeã do Campeonato Mundial de Handebol Feminino?

A França é a atual campeã do Campeonato Mundial de Handebol Feminino. Foi o terceiro título da equipe, que já participou de sete finais.

Quem é a maior campeã do Campeonato Mundial de Handebol Feminino?

A Rússia é a maior vencedora do Campeonato Mundial de Handebol Feminino, com sete ouros. A equipe, porém, fica atrás da Noruega quando o assunto são pódios. As russas somam 11, contra 12 das norueguesas, que têm quatro ouros, cinco pratas e três bronzes. A Alemanha também é tetracampeã, vencendo todas as finais que foi. A França é tri e oito seleções já venceram a competição uma vez: Hungria, Sérvia, Dinamarca, Romênia, Tchéquia, Países Baixos, Coreia do Sul e Brasil.