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Esportes

Esportes Aquáticos nos Jogos Olímpicos de 2024: modalidades, calendário e expectativas!

Terra firme? Que nada, a água promete muita emoção no maior evento esportivo do mundo. Surfe, Vela, Remo e Polo Aquático são os Esportes Aquáticos nos Jogos Olímpicos de 2024 que agitarão suas apostas!

Quem disse que a emoção do maior evento esportivo do planeta só acontece em terra firme? Os Esportes Aquáticos nos Jogos Olímpicos de 2024 estão aqui para mostrar que não é bem assim.  Seja com o radical Surfe fazendo sua segunda participação, a tradição do Polo Aquático como esporte coletivo mais antigo dos jogos olímpicos ou as embarcações da Vela e do Remo, não faltam opções para se encharcar de  emoção!

E quem é entusiasta de apostas esportivas sabe de uma coisa: não conhecer as particularidades de cada modalidade pode fazer qualquer apostador se afundar. Por isso, preparamos este guia completo com tudo o que você precisa saber!

Surfe nos Jogos Olímpicos de 2024

Apesar dos Jogos Olímpicos de 2024 serem em Paris, nem todas as competições são realizadas na capital francesa. É o caso do Surfe, que será disputado no Taiti, a 15.747 quilômetros de distância, e promete mostrar por que o esporte radical mais popular do mundo deve ser mantido no maior evento do planeta.

Disputada na praia 一 ou melhor, no mar 一, a modalidade consiste em subir em uma prancha e se manter em pé enquanto usa a prancha para se movimentar nas ondas. Ou seja, o Surfe depende de condições climáticas favoráveis e das correntes marítimas para ser jogado, o que explica a escolha pelas provas na Polinésia Francesa, não em águas europeias.

Há quem diga que a origem do Surfe foi no Peru, com antigos povos da região sulamericana usavam canoas de junco para surfarem. No entanto, a modalidade como conhecemos hoje surgiu no Havaí, criado pelo rei Tahíto. Na época, as pranchas usavam as madeiras Olo e Alaia e eram feitas pelos próprios surfistas 一 o que acreditavam que traria energias positivas, já que o esporte também servia como um culto ao mar.

Superstições à parte, o Surfe começou sua expansão em 1912, quando o nadador havaiano Duke Paoa Kahanamoku venceu o Ouro olímpico e declarou que seu treino consistia em surfar. Já a década de 1940 viu a modalidade se disseminar em regiões como a costa oeste dos Estados Unidos, América do Sul, África, França e Austrália.

Com o primeiro mundial da modalidade sendo realizado em 1974, ela se tornou amplamente popular. Desta forma, o Surfe passou a cumprir os requisitos para se tornar esporte olímpico e o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou sua inclusão em 2016 一 com estreia em Tóquio 2020.

A história do Surfe nos Jogos Olímpicos

Há quem aponte que a história do Surfe nos Jogos Olímpicos começou em 1912, quando Duke Paoa Kahanamoku exaltou a importância da modalidade no seu preparo para competir na Natação. No entanto, demorou para vermos os surfistas competirem de fato no maior evento esportivo do mundo.

Com o objetivo de trazer ainda maior apelo global e diversificar o público das Olimpíadas, o COI anunciou em 2016 que o Surfe estaria entre as adições ao programa olímpico a partir de Tóquio 2020. No entanto, a estreia dos surfistas no evento foi apenas em 2021, já que os Jogos da capital japonesa precisaram ser adiados devido à pandemia de Covid-19.

Na estreia, o Surfe contou com provas de Shortboard para ambos os gêneros para ambos os gêneros. Disputado na Praia de Tsurigasaki, em Chiba, o esporte aquático teve um início de história olímpica distante do público, mas bem sucedido. Paris 2024 verá a modalidade ser disputada sem restrições no Taiti.

Modalidades de Surfe nos Jogos Olímpicos de 2024

Nos Jogos Olímpicos, o Surfe tem como palco o teatro natural do oceano e os atletas demonstram suas habilidades ao domarem ondas. Serão categorias para ambos os gêneros, com pranchas Shortboard 一 que são menores e conhecidas por serem mais ágeis e terem um estilo mais agressivo.

Não existem diferenças entre os torneios Masculino e Feminino, com as competições tendo diversas etapas de baterias e eliminatórias. Assim, os melhores atletas de cada confronto avançam de fase, caminhando até a final.

Os surfistas são avaliados pela dificuldade das manobras executadas nas ondas, com base em critérios como velocidade, fluidez, potência e até inovação.

Além disso, os surfistas competem em rodadas eliminatórias que exploram as ondas de maneira natural. Cada uma possui duração entre 20 e 35 minutos, com os participantes tentando surfar no maior número possível de ondas.

Cada torneio começa com Rodadas Eliminatórias, onde até cinco surfistas disputam baterias que classificam os dois melhores para a terceira rodada. Os outros três competidores disputam uma repescagem, tendo uma segunda chance para passarem de fase.

Já na terceira rodada, são baterias de até três surfistas, com apenas o vencedor passando de fase. Em seguida, à quarta rodada conta baterias de dois atletas disputando uma vaga às quartas de final 一 com esta fórmula se repetindo também nas semifinais, na final e na disputa pela medalha de Bronze.

Calendário do Surfe nos Jogos Olímpicos de 2024

Celebrando a rica herança esportiva e cultural e o incrível talento dos surfistas, os dois torneios de Surfe nos Jogos Olímpicos mostrarão competições de alto nível como a modalidade está acostumada a ter. Afinal, a escolha por Teahupo'o, no Taiti, se deve às ondas poderosas e desafiadoras, o que é uma promessa de espetáculo emocionante!

Com início no dia 27 de Julho, as duas modalidades serão disputadas até o dia 5 de Agosto. São quatro dias de ondas e manobras radicais! Ansioso para acompanhar? Confira o calendário completo de Surfe nos Jogos Olímpicos de 2024:

Surfe Feminino

  • 27 de Julho: Primeira Rodada
  • 28 de Julho: Segunda Rodada
  • 1º de Agosto: Terceira Rodada e Quartas de Final
  • 5 de Agosto: Semifinais e Disputa Pelas Medalhas de Ouro e Bronze

Surfe Masculino

  • 27 de Julho: Primeira Rodada
  • 28 de Julho: Segunda Rodada
  • 1º de Agosto: Terceira Rodada e Quartas de Final
  • 5 de Agosto: Semifinais e Disputa Pelas Medalhas de Ouro e Bronze

Quais países disputarão o Surfe nos Jogos Olímpicos de 2024?

Com um total de 48 vagas, metade para cada gênero, os Jogos Olímpicos de 2024 tem como critério de classificação o desempenho nos campeonatos da World Surf League (WSL) e nos eventos pré-olímpicos.

Serão 20 países com surfistas no Taiti, com o Brasil e a Alemanha sendo os de maior representatividade: seis nomes brigarão pelas medalhas. Em seguida estão os Estados Unidos e a França, com cinco e quatro respectivamente.

Confira a lista completa de surfistas classificados para os Jogos Olímpicos de Paris:

  • África do Sul: Sarah Baum, Matthew McGillivray e Jordy Smith
  • Alemanha: Tim Elter, Camilla Kemp, Ethan Ewing, Molly Picklum, Jack Robinson e Tyler Wright
  • Brasil: João Chianca, Tainá Hinckel, Gabriel Medina, Luana Silva, Filipe Toledo e Tatiana Weston-Webb
  • Canadá: Sanoa Dempfle-Olin
  • China: Siqi Yang
  • Costa Rica: Brisa Hennessy
  • El Salvador: Bryan Perez
  • Espanha: Andy Criere, Nadia Erostarbe e Janire Gonzales Etzabarri
  • Estados Unidos: Griffin Colapinto, John John Florence, Caroline Marks, Carissa Moore e Caitlin Simmers
  • França: Johanne Defay, Joan Duru, Vahine Fierro e Kauli Vaast
  • Indonésia: Rio Waida
  • Israel: Anat Lelior
  • Itália: Leonardo Fioravanti
  • Japão: Kanoa Igarashi, Reo Inaba, Shino Matsuda e Connor O’Leary
  • Marrocos: Ramzi Boukhiam
  • México: Alan Cleland Quinonez
  • Nicarágua: Candelaria Resano
  • Nova Zelândia: Billy Stairmand e Saffi Vette
  • Peru: Sol Aguirre, Alonso Correa e Lucca Mesinas
  • Portugal: Teresa Bonvalot e Yolanda Hopkins

Favoritos à medalha de Ouro no Surfe nos Jogos Olímpicos de 2024

Ainda não sabe o que esperar do Surf nos Jogos Olímpicos de 2024? Aqui estão alguns dos atletas que farão parte do maior evento esportivo do mundo que você deve ficar de olho!

Gabriel Medina (Brasil)

O brasileiro se destacou ao alcançar o quarto lugar em Tóquio e logo após conquistou o título mundial. Agora focado em sua segunda Olimpíada, Medina está determinado a ganhar uma medalha olímpica, após garantir uma terceira vaga para o Brasil ao vencer os Jogos Mundiais de Surfe ISA 2024.

Johanne Defay (França)

Criada nas águas de Reunião, a francesa demonstrou sua habilidade ao terminar em terceiro nos Jogos Mundiais de Surfe ISA 2024 em Porto Rico. Preparando-se para sua estreia olímpica em Paris 2024, Defay é conhecida por sua perseverança após superar dificuldades financeiras iniciais através de crowdfunding, agora focada em chegar ao pódio.

John Florence (Estados Unidos)

John Florence dos Estados Unidos, duas vezes campeão mundial, retorna aos Jogos Olímpicos com ambição de medalha. Criado perto da lendária onda Pipeline, Florence é reconhecido como um dos surfistas mais dominantes de sua geração, terminando em nono em Tóquio 2020.

Brisa Hennessy (Costa Rica)

Duas vezes campeã dos Jogos Mundiais de Surfe ISA, a costarriquenha representa uma história de superação. Originalmente de uma vida sem eletricidade na selva, Hennessy encontrou sua paixão pelo surfe no Havaí, visando melhorar seu quinto lugar em Tóquio 2020 em busca de maiores conquistas em Paris 2024.

Jack Robinson (Austrália)

Famoso por sua habilidade em tubos, o australiano é um dos surfistas para ficar de olho no Taiti. Reconhecido como Surfista do Ano na Austrália em 2020 e 2021, Robinson começou sua carreira aos sete anos e agora espera brilhar no palco olímpico.

Tatiana Weston-Webb (Brasil)

Duas vezes campeã dos Jogos Mundiais de Surfe ISA, a brasileira se prepara para sua segunda aparição olímpica após garantir sua vaga nos Jogos Pan-Americanos de 2023 no Chile. Com o objetivo de transformar seu sucesso pan-americano em uma medalha olímpica, Weston-Webb é uma séria candidata em Paris 2024.

Maiores medalhistas olímpicos de surfe

Até agora, os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 foram os únicos em que o Surfe participou. Por isso, esta parte ficará um pouco enxuta. O Japão é o único país com mais de uma medalha conquistada, contando com o Prata de Kanoa Igarashi no Shortboard Masculino e o Bronze de Amuro Tsuzuki na categoria Feminina.

O brasileiro Ítalo Ferreira e a norte-americana Carissa Moore foram campeões de suas modalidades na edição de 2020. Já Owen Wright levou o Bronze Masculino para a Austrália e Bianca Buitendag voltou à África do Sul com a Prata Feminina.

Aposte em Surfe nos Jogos Olímpicos de 2024 na Blaze

Pronto para ver a segunda participação de um dos esportes radicais mais populares do mundo nas Olimpíadas? Ondas selvagens, manobras lindas e os melhores surfistas do mundo trarão muita emoção às águas de Teahupo’o. Confira a página de apostas de Surfe nos Jogos Olímpicos de 2024 e boa sorte!

Remo nos Jogos Olímpicos de 2024

Tradicional. Esta é a palavra que define o Remo como esporte. Claro, entrar em um barco e remar é uma das mais antigas formas de transporte. Mas, enquanto desporto, já existe desde o final do século XVII e começo do XVIII. Com tanto brio e autoridade, o remo segue com sua história nos Jogos Olímpicos Paris 2024.

O marco inicial do Remo foi uma regata de cinco milhas, cerca de oito quilômetros, no Rio Tâmisa, na Inglaterra, em 1776. A prova anual Corrida de Barcos Oxford e Cambridge começou em 1829. Não será preciso voltar no tempo para acompanhar atletas que usam da força e resistência em busca da glória eterna.

Entre os dias 27 de julho e 3 de agosto, remadores do mundo todo irão entrar nas águas do Estádio Náutico de Vaires-sur-Marne na Olimpíada de Paris. E, para entender tudo que acontece entre uma remada e outra, acompanhe esse especial da Blaze!

A história do Remo nos Jogos Olímpicos

Por pouco, o remo não esteve presente em todas as edições das Olimpíadas. Isso porque, em 1896, as condições climáticas impediram a realização das disputas. Assim, foi na mesma Paris, que o recebe novamente mais de um século depois, que o esporte estreou nos Jogos Olímpicos da Era Moderna. 

Porém, por quase oito décadas, apenas homens podiam participar das provas. As mulheres apenas entraram no programa olímpico em Montreal 1976, há 48 anos. A inclusão delas dobrou a quantidade de eventos, com 14 disputas desde então.

Modalidades do Remo nos Jogos Olímpicos

Não basta colocar o barco na água e remar. Com os remos conectados ao barco por um eixo, o desporto é diferente de outros dentro d’água, como a canoagem. Aqui, os atletas ficam de costas para a direção do movimento. A linha de chegada está atrás deles.

Mesmo com sete modalidades diferentes, individuais, de duplas, quartetos ou times de oito, todas as provas têm a mesma distância. São 2.000 metros, com raias separadas por boias, indicando o quanto já foi percorrido.

Remo Individual

O Remo individual tem apenas uma categoria olímpica. A prova masculina do Skiff Simples é a mais antiga e tradicional do programa olímpico. Tanto ela quanto a feminina contam com um atleta por barco com dois remos curtos, um de cada lado. O barco mede 8,2 metros e pesa 14 quilos.

Remo em Duplas

Existem três modalidades em duplas no masculino e no feminino, totalizando seis provas, todas sem timoneiros. O Skiff duplo tem uma versão tradicional e outra leve, com restrição de peso, e ambas contam com remos nas duas mãos para cada pessoa. O dois sem, por sua vez, tem apenas um remo de cada lado.

Remo em Quarteto

As provas com quatro atletas também não têm timoneiro. Existe a versão quatro sem, com dois remos para cada lado, intercalados, e o Skiff quádruplo, com dois remos por pessoa.

Remo em Oito

Só existe uma prova masculina e uma feminina com oito remadores e um timoneiro. Intercalados, cada atleta rema de um lado do barco. O timoneiro dirige o barco e comanda a tripulação. Há ainda um pequeno leme, preso por um cabo ao pé de um dos remadores.

Quais países disputarão Remo nos Jogos Olímpicos de 2024?

Com sete diferentes categorias tanto no masculino quanto no feminino, o Remo Olímpico reúne mais de 500 atletas. Para conseguir as vagas nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, os remadores tiveram chances mundiais, continentais e em um último Pré-Olímpico. A França já tinha vagas automáticas no skiff simples, tanto feminino quanto masculino.

Os primeiros classificados saíram do Campeonato Mundial de Remo 2023, que aconteceu na Sérvia. No mesmo ano, os atletas da África participaram do continental na Tunísia. Já no ano olímpico, aconteceu a classificatória americana, no Brasil. Em abril, foi a vez da qualificatória da Ásia e Oceania e também a europeia. Por fim, em maio, aqueles que não garantiram a vaga tiveram uma última chance na regata final, na Suíça.

A maior delegação é a da Romênia, com 45 atletas, em 12 provas. Também, em 12 provas está o time dos Estados Unidos, mas com três remadores a menos. A Grã-Bretanha conta com os mesmos 42 atletas, em 10 competições. A França, time da casa, tem 12 atletas em cinco regatas.

Remo Skiff Simples Masculino

No Skiff Simples masculino, oito países se classificaram no Campeonato Mundial 2023. A Alemanha levou o título e os Países Baixos, Nova Zelândia, Grécia, Dinamarca, Croácia, Japão e Lituânia garantiram vaga. A Bielorrússia também se classificou, mas o atleta Yauheni Zalaty não pode usar a bandeira do país, em sanção ao apoio à Rússia na guerra contra a Ucrânia. Assim, ele vai competir como Atleta Neutro.

Tunísia, Argélia, Zimbábue e Angola vão para Paris 2024 após se classificarem no Pré-Olímpico da África, enquanto Brasil, Uruguai, Paraguai, Bermuda e Cuba passaram pela qualificatória das Américas. Cazaquistão, Indonésia, Índia, Hong Kong e Tailândia representam Oceania e Ásia na modalidade e Bulgária, Bélgica e Eslovênia são os europeus.

Há ainda as vagas conquistadas pelos Estados Unidos e Romênia no último Pré-Olímpico. Mônaco e Líbia ficaram com as vagas universais oferecidas pelo Comitê Olímpico Internacional. Como não passou em nenhuma regata, a França pegou a vaga de anfitriã.

Remo Skiff Simples Feminino

As atletas do Remo Skiff Simples Feminino passaram pelas mesmas competições dos homens. E, assim como no masculino, a França ficou com vaga de anfitriã. Nicarágua e Kuwait ficaram com as vagas universais e as últimas a se classificarem foram Espanha e Suíça.

Países Baixos, Nova Zelândia, Austrália, Estados Unidos, Bulgária, Lituânia, Áustria, Alemanha e Sérvia foram os primeiros países com vagas, no Mundial. Argélia, Marrocos, África do Sul, Uganda e Togo passaram na eliminatória africana e Brasil, México, Paraguai, Peru e Cuba passaram pela americana.

A qualificatória da Ásia e Oceania deu vagas a  Uzbequistão, Irã, Filipinas, Vietnã e Singapura. A bielorrussa Tatsiana Klimovich vai remar como Atleta Neutra. Além dela, remadoras do Azerbaijão e Eslovênia passaram pela prova europeia. 

Remo Skiff Duplo Masculino

O Skiff Duplo tem menos da metade da quantidade de competidores do simples, com apenas 13 duplas. Assim, estão classificados: Países Baixos, Croácia, Irlanda, Itália, Espanha, China, Romênia, Alemanha, Noruega, França, Nova Zelândia, Estados Unidos e Sérvia.

Remo Skiff Duplo Feminino

Já as 13 duplas femininas nesta modalidade do remo são da Romênia, Lituânia, Estados Unidos, Irlanda, Nova Zelândia, França, Itália, Austrália, Noruega, China, Países Baixos, República Tcheca e Grã-Bretanha.

Remo Skiff Quádruplo Masculino

Com quatro remadores no barco, o Skiff Quádruplo é uma prova de nove seleções. Entre os homens, apenas times europeus garantiram vaga, tanto no Mundial quanto no Pré-Olímpico final. 

Países Baixos, Itália, Polônia, Grã-Bretanha, Alemanha, Suíça, Romênia, Noruega e Estônia disputam a competição.

Remo Skiff Quádruplo Feminino

A China, a Austrália e os Estados Unidos furaram a hegemonia europeia no Skiff Quádruplo feminino. As três equipes se juntam à Grã-Bretanha, Países Baixos, Suíça, Romênia, Alemanha e Ucrânia nas provas.

Remo Skiff Duplo Peso Leve Masculino

Apenas a Oceania ficou de fora no Skiff Duplo Peso Leve masculino. Há equipes de todos os outros quatro continentes. Mas, mais uma vez, os times europeus dominam, com Irlanda, Suíça, Itália, República Tcheca, Espanha, Noruega, Ucrânia, Bélgica, França e Grécia.

México, Egito, Chile, Argentina, Japão e Uzbequistão completam a lista de competidores.

Remo Skiff Duplo Peso Leve Feminino

O Skiff Duplo Peso Leve Feminino está mais equilibrado. Nesta modalidade, são oito times europeus e oito seleções de outras regiões do mundo, com metade do continente americano.

As classificadas são dos Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, China, Argentina, Peru, Japão e Irã, além de Grã-Bretanha, Romênia, Irlanda, Tunísia, Polônia, Áustria, França e Grécia.

Remo Skiff Dois Sem Masculino

Outra competição com 13 duplas é o Skiff Dois Sem. Suíça, Grã-Bretanha, Irlanda, Romênia, Itália, Croácia, Espanha, Alemanha e Lituânia são as seleções da Europa na modalidade. Estados Unidos, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia completam a bateria.

Remo Skiff Dois Sem Feminino

No Skiff Dois Sem Feminino, Austrália e Nova Zelândia representam a Oceania. Estados Unidos e Chile são as seleções da América. A Europa conta com Países Baixos, Romênia, Irlanda, Grécia, Espanha, Grã-Bretanha, Lituânia, República Tcheca e Dinamarca.

Remo Skiff Quatro Sem Masculino

Também quádruplo, o Skiff Quatro Sem tem nove seleções. São elas: Grã-Bretanha, Estados Unidos, Nova Zelândia, Países Baixos, Austrália, França, Romênia, Itália e Suíça.

Remo Skiff Quatro Sem Feminino

Para a competição entre mulheres, os nove times do Skiff Quatro Sem são Países Baixos, Romênia, Grã-Bretanha, Estados Unidos, Austrália, China, Nova Zelândia, Irlanda e Dinamarca.

Remo Skiff Oito Com Masculino

Com oito remadores e um timoneiro, o Skiff Oito Com é a prova com menos seleções, mas com mais atletas envolvidos. As vagas foram definidas apenas no Campeonato Mundial de Remo e na Regata Qualificatória Final. As equipes masculinas são Grã-Bretanha, Países Baixos, Austrália, Romênia, Alemanha, Estados Unidos e Itália.

Remo Skiff Oito Com Feminino

Do mesmo modo que a prova masculina, o skiff oito feminino também dividiu cinco vagas para o Mundial e duas para a última regata. As seleções classificadas para disputar os Jogos Olímpicos de Paris 2024 são Romênia, Estados Unidos, Austrália, Grã-Bretanha, Canadá, Itália e Dinamarca.

Calendário de Remo nos Jogos Olímpicos de 2024

Com 14 competições diferentes, as provas de Remo nas Olimpíadas de 2024 começam e terminam cedo: 27 de Julho conta com o começo das categorias com Skiff, com os últimos medalhistas sendo conhecidos no dia 3 de Agosto.

Confira a seguir o calendário completo do Remo nos Jogos Olímpicos de 2024:

Dois Sem Feminino

  • 28 de Julho: Bateria
  • 29 de Julho: Repescagem
  • 31 de Julho: Semifinais
  • 2 de Agosto: Final

Dois Sem Masculino

  • 28 de Julho: Bateria
  • 29 de Julho: Repescagem
  • 31 de Julho: Semifinais
  • 2 de Agosto: Final

Skiff Duplo Feminino

  • 27 de Julho: Bateria
  • 28 de Julho: Repescagem
  • 30 de Julho: Semifinais
  • 1º de Agosto: Final

Skiff Duplo Masculino

  • 27 de Julho: Bateria
  • 28 de Julho: Repescagem
  • 30 de Julho: Semifinais
  • 1º de Agosto: Final

Quatro Sem Feminino

  • 28 de Julho: Bateria
  • 30 de Julho: Repescagem
  • 1º de Agosto: Final

Quatro Sem Masculino

  • 28 de Julho: Bateria
  • 30 de Julho: Repescagem
  • 1º de Agosto: Final

Skiff Simples Feminino

  • 27 de Julho: Bateria
  • 28 de Julho: Repescagem
  • 29 de Julho: Semifinais
  • 31 de Julho: Semifinais
  • 1º de Agosto: Semifinais
  • 2 de Agosto: Finais
  • 3 de Agosto: Finais

Skiff Simples Masculino

  • 27 de Julho: Bateria
  • 28 de Julho: Repescagem
  • 29 de Julho: Semifinais
  • 31 de Julho: Semifinais
  • 1º de Agosto: Semifinais
  • 2 de Agosto: Finais
  • 3 de Agosto: Finais

Skiff Duplo Leve Feminino

  • 28 de Julho: Bateria
  • 29 de Julho: Repescagem
  • 31 de Julho: Semifinais e Finais
  • 2 de Agosto: Finais

Skiff Duplo Leve Masculino

  • 28 de Julho: Bateria
  • 29 de Julho: Repescagem
  • 31 de Julho: Semifinais e Finais
  • 2 de Agosto: Finais

Skiff Quádruplo Feminino

  • 27 de Julho: Bateria
  • 29 de Julho: Repescagem
  • 31 de Julho: Finais

Skiff Quádruplo Masculino

  • 27 de Julho: Bateria
  • 29 de Julho: Repescagem
  • 31 de Julho: Finais

Oito Com Feminino

  • 29 de Julho: Bateria
  • 1º de Agosto: Repescagem
  • 3 de Agosto: Final

Oito Com Masculino

  • 29 de Julho: Bateria
  • 1º de Agosto: Repescagem
  • 3 de Agosto: Final

Maiores medalhistas olímpicos de Remo

Os Estados Unidos contam com a maior quantidade de medalhas no Remo. São 89, sendo 33 delas de ouro, 32 de prata e 24 de bronze. A Alemanha (53), somando tanto o país unificado quanto a Oriental (48, sendo 33 de ouro), Ocidental (14) e Equipe Unida (9), tem mais medalhas (124), mas o Comitê Olímpico Internacional (COI) considera cada uma dessas versões separadamente. 

Em 120 anos, foram distribuídas 807 medalhas no remo olímpico. O britânico Steve Redgrave é o recordista, com cinco ouros e um bronze. São três títulos em dois sem, um em quatro sem e um em quatro com, além de um bronze em dois Jogos 一 essas duas últimas provas não são mais disputadas.

A romena Elisabeta Oleniuc-Lipă é a mulher com maior número de medalhas olímpicas, além de recordista no total. Ela soma oito medalhas, com as mesmas cinco de ouro que Redgrave, sendo uma no skiff simples, um no Skiff Duplo e três no oito com. Ela ainda tem duas pratas no skiff duplo e um bronze no skiff quádruplo, entre as olimpíadas de 1984 e 2004.

Remo Skiff Simples Masculino

  • Ouro: Vyacheslav Ivanov (União Soviética), Pertti Karppinen (Finlândia) e Mahé Drysdale (Nova Zelândia)
  • Prata: Peter-Michael Kolbe (Alemanha Ocidental), Ondřej Synek (República Tcheca) e Achim Hill (Equipe Alemã Unida)
  • Bronze:  Damir Martin (Croácia), Alan Campbell (Grã-Bretanha) e Ivo Yanakiev (Bulgária)

Remo Skiff Simples Feminino

  • Ouro: Ekaterina Karsten (Bielorrússia), Emma Twigg (Nova Zelândia) e Elisabeta Lipă (Romênia)
  • Prata: Gevvie Stone (EUA), Fie Udby Erichsen (Dinamarca) e Silken Laumann (Canadá)
  • Bronze: Magdalena Lobnig (Áustria), Duan Jingli (China) e Kim Crow (Austrália)

Remo Skiff Duplo Masculino

  • Ouro: Paul Costello e John B. Kelly Sr. (EUA), Tranquilo Cappozzo e Eduardo Guerrero (Argentina) e Hugo Boucheron e Matthieu Androdias (França)
  • Prata: Melvin Twellaar e Stef Broenink (Países Baixos), Mindaugas Griškonis e Saulius Ritter (Lituânia) e Romano Battisti e Alessio Sartori (Estônia)
  • Bronze: Miguel Seijas e Juan Rodríguez (Uruguai), Liu Zhiyu e Zhang Liang (China) e Kjetil Borch e Olaf Tufte (Noruega)

Remo Skiff Duplo Feminino

  • Ouro: Georgina Evers-Swindell e Caroline Evers-Swindell (Nova Zelândia), Mariora Popescu e Elisabeta Oleniuc (Romênia) e Magdalena Fularczyk e Natalia Madaj (Polônia)
  • Prata: Brooke Donoghue e Hannah Osborne (Nova Zelândia), Victoria Thornley e Katherine Grainger (Grã-Bretanha) e Kim Crow e Brooke Pratley (Austrália)
  • Bronze: Elise Laverick e Anna Bebington (Grã-Bretanha), Roos de Jong e Lisa Scheenaard (Países Baixos) e Donata Vištartaitė e Milda Valčiukaitė (Lituânia)

Remo Skiff Quádruplo Masculino

  • Ouro: Alemanha, Itália e Países Baixos
  • Prata: Países Baixos, Noruega e União Soviética
  • Bronze: Alemanha, Austrália e Bulgária

Remo Skiff Quádruplo Feminino

  • Ouro: Alemanha, China e Romênia
  • Prata: Grã-Bretanha, União Soviética e Ucrânia
  • Bronze: Austrália, Romênia e Rússia

Remo Skiff Duplo Peso Leve Masculino

  • Ouro: Tomasz Kucharski e Robert Sycz (Polônia), Fintan McCarthy e Paul O'Donovan (Irlanda) e Pierre Houin e Jérémie Azou (França)
  • Prata: Jonathan Rommelmann e Jason Osborne (Alemanha), Gary O'Donovan e Paul O'Donovan (Irlanda) e Zac Purchase e Mark Hunter (Grã-Bretanha)
  • Bronze: Stefano Oppo e Pietro Ruta (Itália), Kristoffer Brun e Are Strandli (Noruega) e Storm Uru e Peter Taylor (Nova Zelândia)

Remo Skiff Duplo Peso Leve Feminino

  • Ouro: Constanţa Burcică e Angela Alupei (Romênia), Valentina Rodini e Federica Cesarini (Itália) e Ilse Paulis e Maaike Head (Países Baixos)
  • Prata: Laura Tarantola e Claire Bové (França), Lindsay Jennerich e Patricia Obee (Canadá) e Xu Dongxiang e Huang Wenyi (China)
  • Bronze: Marieke Keijser e Ilse Paulis (Países Baixos), Huang Wenyi e Pan Feihong (China) e Christina Giazitzidou e Alexandra Tsiavou (Grécia)

Remo Skiff Dois Sem Masculino

  • Ouro: Matthew Pinsent e Steve Redgrave (Grã-Bretanha), Drew Ginn e Duncan Free (Austrália) e Eric Murray e Hamish Bond (Nova Zelândia)
  • Prata: Hans Kalt e Josef Kalt (Suíça), Fernando Climent e Luis María Lasúrtegui (Espanha) e Lawrence Brittain e Shaun Keeling (África do Sul)
  • Bronze: Sadik Mujkic e Bojan Preseren (Iugoslávia), Frederic Vystavel e Joachim Sutton (Dinamarca) e Marco Di Costanzo e Giovanni Abagnale (Itália)

Remo Skiff Dois Sem Feminino

  • Ouro: Rodica Arba e Olga Homeghi (Romênia), Georgeta Damian e Viorica Susanu (Romênia) e Helen Glover e Heather Stanning (Grã-Bretanha)
  • Prata: Vasilisa Stepanova e Elena Oriabinskaia (ROC), Genevieve Behrent e Rebecca Scown (Nova Zelândia) e Wu You e Gao Yulan (China)
  • Bronze: Yuliya Bichyk e Natallia Helakh (Bielorrússia), Caileigh Filmer e Hillary Janssens (Canadá) e Hedvig Rasmussen e Anne Dsane Andersen (Dinamarca)

Remo Skiff Quatro Sem Masculino

  • Ouro: Grã-Bretanha, Alemanha e Austrália
  • Prata: Austrália, EUA e Grã-Bretanha
  • Bronze: União Soviética, Itália e França

Remo Skiff Quatro Sem Feminino

  • Ouro: Austrália e Canadá
  • Prata: EUA e Países Baixos
  • Bronze: Alemanha e Irlanda

Remo Skiff Oito Com Masculino

  • Ouro: EUA, Grã-Bretanha e Canadá
  • Prata: Alemanha, União Soviética e Itália
  • Bronze: Tchecoslováquia, Canadá e Austrália

Remo Skiff Oito Com Feminino

  • Ouro: Alemanha, Canadá e Romênia
  • Prata: Países Baixos, União Soviética e Romênia
  • Bronze: EUA, China e Bielorrússia

Aposte em Remo nos Jogos Olímpicos de 2024

Agora você sabe tudo sobre as 14 competições que usarão a correnteza e a força dos atletas para navegar rumo à sonhada vitória. Não faltará emoção e você pode contar os minutos para acompanhar cada remada e colocar seus palpites. Confira a página de apostas de Remo nos Jogos Olímpicos de 2024 e boa sorte!

Polo Aquático nos Jogos Olímpicos de 2024

O Polo Aquático é um esporte coletivo jogado na piscina, onde equipes de sete jogadores precisam fazer a bola ultrapassar o gol adversário 一 que possui um goleiro. Assim, ele possui certa semelhança com o Handebol, apesar do uniforme ser trocado pela touca e óculos de natação.

Também conhecida como Rugby Aquático, a modalidade é outro esporte olímpico criado no Reino Unido. Inspirado em outros jogos disputados na água, o Polo Aquático foi criado em 1876 como uma adaptação do Rugby na piscina 一 embora a versão jogada na Escócia fosse mais semelhante ao Futebol.

Quem prevaleceu foi o estilo escocês, que foi precursor do Polo Aquático moderno. Assim, a bola deve ser manuseada e passada com apenas uma mão, em jogadas de até 30 segundos. São quatro tempos de oito minutos, com as principais infrações sendo segurar, empurrar, puxar ou até submergir o adversário.

A história do Polo Aquático nos Jogos Olímpicos

Entre os esportes aquáticos mais antigos do mundo, o Polo Aquático é uma das modalidades coletivas mais antigas das Olimpíadas. Sua estreia foi nos Jogos Olímpicos de 1900, na mesma Paris que volta a receber o evento neste ano.

Inclusive, isso foi antes da regulamentação do Polo Aquático pela Federação Internacional de Natação (FINA) em 1911. Inicialmente marcado pela força física, a modalidade se tornou mais técnica com o passar dos anos e teve seu primeiro Campeonato Mundial apenas em 1973, na Hungria.

Apesar da popularidade, o esporte aquático precisou esperar cem anos para ter mulheres nos Jogos Olímpicos. Sydney 2000 foi a primeira edição com um torneio Feminino, vencido pela Austrália.

Modalidades de Polo Aquático nos Jogos Olímpicos

Apesar da demora para ter um torneio Feminino nas Olimpíadas, ela foi introduzida sem diferenças substanciais em relação ao Masculino. Desta forma, as duas categorias de Polo Aquático nos Jogos Aquáticos de 2024 seguem a mecânica que aprendemos a amar. Conheça cada uma a seguir:

Polo Aquático Masculino

Esta modalidade tem uma rica tradição de competições acirradas nos Jogos Olímpicos. Desde sua inclusão em Paris 1900, o esporte evoluiu significativamente. A Europa tem sido a força dominante, com nações como a Hungria, a nação mais bem-sucedida no polo aquático masculino, com um total de 16 medalhas olímpicas, incluindo nove de ouro, a Itália e Sérvia, ambas nações com múltiplas medalhas de ouro.

Os atletas masculinos também proporcionaram momentos memoráveis e históricos tanto para esse esporte quanto para as Olimpíadas. Como, por exemplo,a famosa partida entre Hungria e União Soviética, conhecida como A Batalha de Melbourne. Esse jogo ocorreu no contexto da Revolução Húngara de 1956, apenas um mês após a invasão soviética à Hungria. A partida foi intensamente física e emocional, culminando em uma vitória por 4 a 0 para a Hungria. Uma imagem icônica desse jogo é a de Ervin Zádor, jogador húngaro, deixando a piscina com o rosto ensanguentado após ser atingido por um jogador soviético.

Outro grande momento foi a partida final pela medalha de Ouro nas Olimpíadas de Sydney em 2000, entre Hungria e Rússia, novamente. A Hungria venceu por 13 a 6, conquistando a medalha de ouro e marcou o início de uma era dourada para os húngaros, que dominaram o polo aquático nas décadas seguintes.

Polo Aquático Feminino

O polo aquático feminino foi introduzido nas Olimpíadas em Sydney 2000, marcando um importante avanço para a inclusão das mulheres no esporte. Desde então, a competição feminina tem crescido em popularidade e nível de competitividade.

A final em Sydney entre Austrália e Estados Unidos foi um jogo eletrizante, com a Austrália vencendo por 4 a 3 graças a um gol nos últimos segundos. Outro grande momento foi em Londres 2012, Olimpíadas que marcaram o início do domínio americano na modalidade feminina do polo aquático. As americanas conquistaram o ouro em Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2020. 

Quais países disputarão o Polo Aquático nos Jogos Olímpicos de 2024?

Por ser o país sede, a França se classificou automaticamente para as competições de ambos os gêneros. A categoria Masculina conta com doze países, com cinco se classificando como campeãs continentais, duas pelo desempenho no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 2023 e outras quatro no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 2024. Já a Feminina terá dez equipes, com o mundial de 2024 dando duas vagas a menos.

Confira a seguir quais países disputarão Polo Aquático nos Jogos Olímpicos de 2024:

Polo Aquático Masculino

Para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, as equipes masculinas que se qualificaram nos torneios pré-olímpicos e conquistaram uma vaga para ir em busca do ouro olímpico foram:

  • Grupo A: Croácia, Itália, Romênia, Estados Unidos, Grécia, Montenegro 
  • Grupo B: França, Hungria, Espanha, Sérvia, Austrália, Japão

Polo Aquático Feminino

As seleções femininas passaram pelo mesmo formato de torneio em busca da vaga olímpica e as nações que a conquistaram foram:

  • Grupo A: Austrália, China, Holanda, Canadá, Hungria 
  • Grupo B: França, Estados Unidos, Itália, Grécia, Espanha

Calendário do Polo Aquático nos Jogos Olímpicos de 2024

Entre as últimas modalidades a começarem a ser disputadas em Paris, o Polo Aquático tem seu primeiro jogo apenas no dia 3 de Agosto. A Fase de Grupos da categoria Masculina se inicia neste dia, com seis dias de partidas emocionantes. Já o Feminino terá início no dia seguinte, com apenas quatro dias de partidas.

Confira a seguir o calendário do Polo Aquático nos Jogos Olímpicos de 2024:

Polo Aquático Feminino

  • 4 de Agosto: Fase de Grupos
  • 6 de Agosto: Quartas de Final
  • 8 de Agosto: Disputa pelo 5º ao 8º Lugar e Semifinais
  • 10 de Agosto: Disputa pelo 5º ao 8º Lugar e Disputa pelas Medalhas de Ouro e Bronze

Polo Aquático Masculino

  • 3 de Agosto: Fase de Grupos
  • 5 de Agosto: Fase de Grupos
  • 7 de Agosto: Quartas de Final
  • 9 de Agosto: Disputa pelo 5º ao 8º Lugar e Semifinais
  • 10 de Agosto: Disputa pelo 7º e 8º Lugar
  • 11 de Agosto: Disputa pelo 5º e 6º Lugar e Disputa pelas Medalhas de Ouro e Bronze

Quem levará a Medalha de Ouro de Polo Aquático?

Planeja apostar na emoção das piscinas e não tem certeza quem é favorito? A seguir, diremos quais países chegam a Paris com mais chances de vencerem as medalhas no Polo Aquático:

Polo Aquático Masculino

A disputa pelo ouro no polo aquático masculino em Paris 2024 promete ser intensa. A Hungria, com sua tradição e talento, é sempre uma favorita, mas enfrentará forte concorrência de equipes como Itália, Sérvia e Croácia. A França, jogando em casa, também será uma forte candidata, buscando aproveitar o apoio da torcida local.

Polo Aquático Feminino

Para Paris 2024, a disputa pelo ouro no polo aquático feminino será igualmente acirrada. Os Estados Unidos, depois de sua série de vitórias em Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2020, estão determinadas a continuar seu domínio. A Itália, com uma nova geração de talentosas jogadoras, e a Austrália, sempre forte, são grandes candidatas ao ouro também. 

Maiores medalhistas olímpicos de Polo Aquático

Por ser um esporte presente nas Olimpíadas desde os primórdios, o Polo Aquático distribuiu um total de 100 medalhas desde sua inclusão. A Hungria é a principal potência, com um total de 17 presenças no pódio 一 com 9 Ouros, 3 Pratas e 5 Bronzes no Masculino e apenas 1 Bronze no Feminino.

Já os Estados Unidos possuem uma situação levemente oposta: com 12 presenças no pódio, metade para cada gênero, os norte-americanos possuem 3 Ouros, 2 Pratas e 1 Bronze 一 tendo 3 Pratas e 3 Bronzes nos torneios disputados pelos homens.

Confira a seguir a lista completa de medalhistas olímpicos de Polo Aquático:

Quadro geral de medalhas

Medalhas de Ouro:

  • Hungria: 9
  • Grã-Bretanha e Itália: 4
  • Estados Unidos e Iugoslávia: 3

Medalhas de Prata:

  • Estados Unidos: 5
  • Iugoslávia: 4
  • Espanha, Itália e Hungria: 3

Medalhas de Bronze:

  • Hungria: 5
  • Estados Unidos: 4
  • França, Itália e Rússia: 3

Polo Aquático Masculino

A Hungria é a nação mais bem-sucedida no polo aquático masculino, seguida por Itália e Iugoslávia (e suas sucessoras), que também têm uma rica história no esporte. A longevidade e o sucesso contínuo da Hungria no polo aquático masculino são testemunhos de sua paixão pelo esporte. Confira abaixo os maiores vencedores de cada medalha:

  • Ouro: Hungria com 9
  • Prata: Iugoslávia e Bélgica com 4 cada
  • Bronze: Hungria com 4

Polo Aquático Feminino

Os Estados Unidos dominam o polo aquático feminino, com a Austrália e a Itália também figurando entre as nações com medalhas. Confira abaixo os maiores vencedores de cada medalha:

  • Ouro: Estados Unidos com 3
  • Prata: Espanha e Estados Unidos com 2 cada
  • Bronze: Austrália e Rússia com 2 cada

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O esporte coletivo mais antigo do programa olímpico será um dos últimos a acabar e renderá muitas emoções nas quadras, digo, piscinas. Agora você sabe o que esperar e pode planejar seus palpites enquanto vê a bola atravessar as águas. Veja a página de apostas de Polo Aquático nos Jogos Olímpicos de 2024 e divirta-se!

Vela nos Jogos Olímpicos de 2024

Por definição, a Vela é o esporte onde os competidores apostam corrida em mar aberto usando embarcações movidas à força do vento como forma de propulsão 一 com o uso da vela, responsável por usar a natureza para deslocar os veleiros na prova.

Veleiros foram criados há mais de cinco milênios, sendo centrais para a expansão da civilização. Em 2.500 a.C., egípcios usaram as embarcações para comércio marítimo, enquanto os fenícios os usaram para estabelecer colônias em 800 a.C.. Já os barcos à vela usados para a prática esportiva surgiram apenas no Século XVII, quando o Jaghtstchip foi criado na Holanda

Usados inicialmente no treinamento de marinheiros, eles começaram a ser usados em competições esportivas quando o rei Carlos II foi exilado e se empolgou com os veleiros 一 organizando competições no Reino Unido. De volta à Holanda, o monarca ajudou até na melhoria das embarcações.

Já a primeira regata com atletas de diversos países foi organizada apenas em 1851: a Hundred Guineas Cup, na Ilha de Wright. Com a expansão da modalidade, a Internacional de Corridas de Iates (IYUR) foi fundada em 1907 para promover o esporte globalmente 一 hoje Federação Internacional de Vela (ISAF).

História da Vela nos Jogos Olímpicos

Se não fazia parte do programa antigo da Grécia Antiga, a Vela compensou na Era Moderna dos Jogos Olímpicos: participou de praticamente todas as edições do evento desde Paris 1900. A estreia seria em Atenas em 1896, embora as provas tenham sido canceladas em cima da hora devido ao mau tempo.

Até hoje, as Olimpíadas não tiveram provas de Vela apenas em St. Louis 1904, o que a torna uma das modalidades mais tradicionais do evento. Foi uma das primeiras competições que contou com a participação feminina, já que homens e mulheres competiam juntos.

Em 1948, a Vela teve as primeiras provas exclusivamente Masculinas: Dragon, Swallow e Firefly 一 apesar dos Jogos daquele ano terem sido em Londres, a modalidade foi disputada na sub-sede de Torquay. Já Seul 1988 foi marcado pela inclusão do primeiro evento exclusivo às mulheres: o 470.

Hoje com 10 competições, a Vela já teve um total de 56 torneios olímpicos. Paris 2024 mostrará por que a modalidade está em constante evolução, com o veleiro iQFoil substituindo o RS:X na disciplina de Windsurf e a adição da Fórmula Kite.

Modalidades de Vela nos Jogos Olímpicos de 2024

Entender as competições de Vela nas Olimpíadas é simples: o que define cada uma é o tipo de embarcação usado. Desta forma, podemos separar as modalidades em cinco. Kite, Skiff, e Windsurf possuem categorias para ambos os gêneros, enquanto o Dinghy também possui um torneio Misto. Já o Multicasco é usado apenas no campeonato Misto.

Confira a seguir cada categoria de Vela nos Jogos Olímpicos de 2024 e seus respectivos veículos:

Windsurf

Mistura de Vela e Surfe, esta modalidade usa o iQFOiL 一 que é uma prancha com vela de 2 a 5 metros de altura. Nela, os atletas devem usar o vento para fazerem manobras.

Kite

Outra novidade da edição de 2024 é o Kitesurf que, em vez de uma vela, usa uma pipa. Assim, o atleta a coloca no corpo e sobe em uma prancha, sendo uma modalidade que também consiste em realizar manobras.

Skiff

Trata-se de uma competição que usa embarcações com duas velas e um balão, o que permite maior agilidade na propulsão. Assim, a categoria usa o 49er e o 49erFX 一 este ainda mais moderno. Para completar, é um torneio de corrida onde os participantes precisam completar o percurso com o menor tempo.

Dinghy

Outra categoria que consiste em provas de corrida, o Dinghy usa um tipo diferente de embarcação por torneio. No Masculino, o ILCA 7 oferece velocidade e desempenho de alto nível com vela de 7.06m², com o ILCA 6 a diminuindo em 18% para apostar em uma estrutura mais compacta nas provas Femininas.

Já o 470 possui um casco com comprimento de 4.7m e usa um trapézio para navegar. Conhecida por oferecer maior estabilidade e controle, a embarcação é usada nos desde Montreal 1976 e estará presente apenas no evento Misto.

Multicasco

Como o nome sugere, a competição usa embarcações com mais de um casco, cada um tendo 17 pés de comprimento. O Nacra 17 será usado apenas em competição Mista, com uma tripulação de duas pessoas usando o peso do corpo para a controlarem 一 o que exige equilíbrio, coordenação e trabalho em equipe para ter o melhor tempo.

Calendário de Vela nos Jogos Olímpicos de 2024

Entre os esportes com mais datas nas Olimpíadas de Paris, a Vela conta com competições de seis dias. A única exceção são os torneios de Dinghy, que duram apenas cinco. Os torneios de Windsurf tem início no dia 28 de Julho e Skit começam no dia seguinte, com os de Kite sendo os últimos a começarem: apenas em 4 de Agosto.

Confira a seguir o calendário completo de Vela nos Jogos Olímpicos de 2024:

Dinghy Feminino

  • 1º de Agosto: Prova 1
  • 2 de Agosto: Provas 2 e 3
  • 3 de Agosto: Provas 4 a 6
  • 4 de Agosto: Provas 7 e 8
  • 5 de Agosto: Provas 9 e 10
  • 6 de Agosto: Disputas pelas Medalhas de Ouro e Bronze

Dinghy Masculino

  • 1º de Agosto: Prova 1
  • 2 de Agosto: Provas 2 e 3
  • 3 de Agosto: Provas 4 a 6
  • 4 de Agosto: Provas 7 e 8
  • 5 de Agosto: Provas 9 e 10
  • 6 de Agosto: Disputas pelas Medalhas de Ouro e Bronze

Dinghy Misto

  • 2 de Agosto: Prova 1
  • 3 de Agosto: Provas 2 e 3
  • 4 de Agosto: Provas 4 a 6
  • 5 de Agosto: Provas 7 e 8
  • 6 de Agosto: Provas 9 e 10
  • 7 de Agosto: Disputas pelas Medalhas de Ouro e Bronze

Kite Feminino

  • 4 de Agosto: Provas 1 a 4
  • 5 de Agosto: Provas 5 a 8
  • 6 de Agosto: Provas 9 a 12
  • 7 de Agosto: Provas 13 a 16
  • 8 de Agosto: Provas 1 a 6 das Semifinais e Provas 1 a 6 da Final

Kite Masculino

  • 4 de Agosto: Provas 1 a 4
  • 5 de Agosto: Provas 5 a 8
  • 6 de Agosto: Provas 9 a 12
  • 7 de Agosto: Provas 13 a 16
  • 8 de Agosto: Provas 1 a 6 das Semifinais e Provas 1 a 6 da Final

Multicasco Misto

  • 3 de Agosto: Regatas 1 a 3
  • 4 de Agosto: Regatas 4 a 6
  • 5 de Agosto: Regatas 7 a 9
  • 6 de Agosto: Regatas 10 a 12
  • 7 de Agosto: Disputas pelas Medalhas de Ouro e Bronze

Skiff Feminino

  • 28 de Julho: Provas 1 a 3
  • 29 de Julho: Provas 4 a 6
  • 30 de  Julho: Provas 7 a 9
  • 31 de Julho: Provas 10 a 12
  • 2 de Agosto: Disputas pelas Medalhas de Ouro e Bronze

Skiff Masculino

  • 28 de Julho: Provas 1 a 3
  • 29 de Julho: Provas 4 a 6
  • 30 de  Julho: Provas 7 a 9
  • 31 de Julho: Provas 10 a 12
  • 2 de Agosto: Disputas pelas Medalhas de Ouro e Bronze

Windsurf Feminino

  • 29 de Julho: Regatas 1 e 2
  • 30 de Julho: Regatas 3 a 7
  • 31 de  Julho: Regatas 8 a 11
  • 1º de Agosto: Regatas 12 a 20
  • 3 de Agosto: Quartas de Final, Semifinais e Final

Windsurf Masculino

  • 29 de Julho: Regatas 1 e 2
  • 30 de Julho: Regatas 3 a 7
  • 31 de  Julho: Regatas 8 a 11
  • 1º de Agosto: Regatas 12 a 20
  • 3 de Agosto: Quartas de Final, Semifinais e Final

Quais países disputarão a Vela nos Jogos Olímpicos de 2024?

As competições de Vela nos Jogos Olímpicos de 2024 contarão com 330 vagas, sendo metade delas para cada gênero. Ou seja, há uma redução de vinte cotas em comparação com Tóquio 2020, embora as dez competições em Paris coloquem a modalidade como uma das mais interessantes.

Cada país pode classificar até 14 competidores, que poderão participar de apenas um barco. Por ser a sede dos Jogos, a França obteve a classificação automática, com sete homens e sete mulheres. Além disso, o COI separou quatro cotas por universalidade para garantir a inclusão no evento 一 sendo duas no Dinghy Masculino e duas no Feminino.

Os velejadores conseguiram suas vagas com base no Campeonato Mundial de Vela de 2023, no Campeonato Mundial da ILCA de 2024 e nos torneios continentais da África, Ásia, América Central e do Sul, América do Norte e Caribe e Oceania. Para completar, a Regata da Última Chance de 2024 permitiu que atletas dos países ainda não classificados consigam as últimas vagas.

Dinghy Feminino

  • Alemanha: Julia Buessellberg
  • Argentina: Lucia Falasca
  • Austrália: Zoe Thomson
  • Bélgica: Emma Plasschaert
  • Bermudas: Adriana Penruddocke
  • Brasil: Gagriella Kidd
  • Canadá: Sarah Douglas
  • Chile: Maria Jose Poncell Maurin
  • Chipre: Marilena Makri
  • Croácia: Elena Vorobeva
  • Dinamarca: Anne-Marie Rindom
  • Egito: Khouloud Mansy
  • Eslovênia: Lin Pletikos
  • Espanha: Ana Moncada Sanchez
  • Estados Unidos: Erika Reineke
  • Fiji: Sophia Frances Morgan
  • Finlândia: Monika Mikkola
  • França: Louise Cervera
  • Grã-Bretanha: Hannah Snellgrove
  • Hungria: Maria Erdi
  • Ilhas Cayman: Charlotte Webster
  • Índia: Nethra Kumanan
  • Irlanda: Eve McMahon
  • Israel: Shay Kakon
  • Itália: Chiara Benini Floriani
  • Kuwait: Ameena Shah
  • Lituânia: Viktorija Andrulyte
  • Malásia: Nur Shazrin Mohamad Latif
  • México: Elena Oetling Ramirez
  • Moçambique: Deizy Nhaquile
  • Noruega: Line Flem Hoest
  • Nova Zelândia: Greta Pilkington
  • Países Baixos: Marit Browmeester
  • Peru: Florencia Chiarella
  • Polônia: Agata Barwinska
  • China: Min Gu
  • Romênia: Ebru Bolat
  • Samoa: Vaimooia Astrid Ripley 
  • Suécia: Josefin Olsson
  • Suíça: Maud Jayet
  • Tailândia: Sophia Montgomery
  • Turquia:  Ecem Guzel
  • Uruguai: Dolores Moreira Fraschini

Dinghy Masculino

  • Alemanha: Philipp Bruhl
  • Angola: Filipe Andre
  • Argentina: Francisco Guaragna Rigonat
  • Aruba: Just van Aanholt
  • Austrália: Matt Wearn
  • Bélgica: William de Smet
  • Brasil: Bruno Fontes
  • Chile: Clemente Seguel Lacamara
  • Chipre: Pavlos Kontides
  • Croácia: Filip Jurisic
  • Dinamarca: Johan Lundgaard Schubert
  • Egito: Aly Badawy
  • El Salvador: Enrique Jose Arathoon Pacas
  • Eslovênia: Zan Luka Zelko
  • Espanha: Joaquin Blanco
  • Estônia: Karl-Martin Rammo
  • Fiji: Ciliame Ratulu
  • Finlândia: Kaarle Tapper
  • França: Jean Baptiste Bernaz
  • Grã-Bretanha: Michael Becket
  • Guatemala: Juan I Maegli
  • Hong Kong: Nicholas Halliday
  • Hungria: Jonatan Vadnai
  • Ilhas Virgens Britânicas: Thad Lettsome
  • Índia: Vishnu Saravanan
  • Irlanda: Finn Lynch
  • Israel: Omer Vered Vilenchik
  • Itália: Lorenzo Brando Chiavarini
  • Malásia: Khairulnizam Mohd Affendy
  • Montenegro: Milivoj Dukic
  • Noruega: Hermann Tomasgaard
  • Nova Zelândia: Thomas Saunders
  • Países Baixos:  Duko Bos
  • Peru: Stefano Peschiera
  • Polônia: Michal Krasodomski
  • Porto Rico: Pedro Luis Fernandez Gamboa
  • Portugal: Eduardo Marques
  • Coréia do Sul: Jeemin Ha
  • Samoa: Eroni Tui Leilua
  • Santa Lúcia: Luc Chevrier
  • Singapura: Ryan Lo
  • Tailândia: Arthit Mikhail Romanyk
  • Turkia: Yigit Yalcin Citak

Dinghy Misto

  • Alemanha: Simon Diesch e Anna Markfort
  • Angola: Matias Montinho e Manuela Paulo
  • Austrália: Nia Jerwood e Conor Nicholas
  • Áustria: Laura Vadlau e Lukas Maehr
  • Brasil: Henrique Duarte Haddad e Isabel Swan
  • Eslovênia: Tina Mrak e Jakob Bozic
  • Espanha: Jordi Xammar Hernandez e Nora Brugman Cabot
  • Estados Unidos: Stu McNay e Lara Dallman-Weiss
  • França: Camille Lecointre e Jeremie Mion
  • Grã-Bretanha: Vita Heathcote e Chris Grube
  • Grécia: Ariadni Paraskevi Spanaki e Odysseas Emmanouil Spanakis
  • Israel: Nitai Hasson e Noa Lasry
  • Itália: Elena Berta e Bruno Festo
  • Japão: Keiju Okada e Miho Yoshioka
  • Portugal: Diogo Costa e Carolina João
  • China: Zangjun Xu e Yixiao LV
  • Suécia: Anton Dahlberg e Lovisa Karlsson
  • Suíça: Yves Mermod e Maja Siegenthaler
  • Turquia: Deniz Cinar e Lara Nalbantoglu

Kite Feminino

  • Alemanha: Leonie eyer
  • Argentina: Maria Catalina Turienzo
  • Austrália: Breiana Whitehead
  • Áustria: Alina Kornelli
  • Canadá: Emily Bugeja
  • Espanha: Gisela Pulido Borrell
  • Estados Unidos: Daniela oroz
  • França: Lauriane Nolot
  • Grã-Bretanha: Eleanor Aldridge
  • Ilhas Maurício: Julie Paturau
  • Israel: Gal Zukerman
  • Itália: Maggie Eillen Pescetto
  • Nova Zelândia: Justina Kitchen
  • Países Baixos: Annelous Lammerts
  • Polônia: Julia Damasiewicz
  • Portugal: Mafalda Pires de Lima
  • China: Chen Jingyue
  • Suíça: Elena Lengwiler
  • Tailândia: Benyapa Jantawan
  • Turquia: Derin Atakan

Kite Masculino

  • Alemanha: Jannis Maus
  • Antígua e Barbuda: Tiger Tyson
  • Áustria: Valentin Bontus
  • Brasil: Bruno Lobo
  • Chipre: Denis Taradin
  • Colômbia: Victor Bolanos Lopez
  • Croácia: Martin Dolenc
  • Eslovênia: Toni Vodisek
  • Estados Unidos: Markus Edegran
  • França: Axel Mazella
  • Grã-Bretanha: Connor Bainbridge
  • Grécia: Kameron Alexandros Maramenidis
  • Ilhas Maurício: Jean de Falabaire
  • Israel: Dor Zarka
  • Itália: Riccardo Pianosi
  • Nova Zelândia: Lukas Walton-Keim
  • Polônia: Maks Zakowski
  • China: Qibin Huang
  • Singapura: Maximilian Maeder
  • Tailândia: Joseph Jonathan Weston

Multicasco Misto

  • Alemanha: Paul Kohlhoff e Alica Stuhlemmer
  • Argentina: Mateo Majdalani e Eugenia Bosco
  • Austrália: Brin Liddel e Rhiannan Brown
  • Áustria: Lukas Haberl e Tania Frank
  • Bélgica: Lucas Claeyssens e Eline Verstraelen
  • Brasil: João Siemsen e Marina Mariutti Arndt
  • Dinamarca: Natacha Violet Saouma-Pedersen e Mathias Bruun Borreskov
  • Espanha: Tara Pacheco van Rijnsoever e Andres Barrio Garcia
  • Estados Unidos: Sarah Newberry Moore e David Liebenberg
  • Finlândia: Sinem Kurtbay e Akseli Keskinen
  • França: Tim Mourniac e Lou Berthomieu
  • Grã-Bretanha: John Gimson e Anna Burnet
  • Itália: Ruggero Tita e Caterina Marianna Banti
  • Japão: Shibuki Iitsuka e Oura Nishida Capiglia
  • Nova Zelândia: Micah Wilkinson e Erica Dawson
  • Países Baixos: Laila van der Meer e Biarne Bouwer
  • China: Huicong Mai e Linlin Chen
  • Suécia: Emil Jarudd e Hanna Jonsson
  • Turquia: Alican Kaynar e Beste Kaynacki

Skiff Feminino

  • Alemanha: Marla Bergmann e Hanna Willie
  • Austrália: Olivia Price e Evie Haseldine
  • Bélgica: Laura Maenhaut e Anouk Geurts
  • Brasil: Martine Soffiatti Grael e Kahena Kunze
  • Canadá: Georgia Lewin-Lafrance e Antonia Lewin-Lafrance
  • Dinamarca: Johane Schmidt e Andrea Schmidt
  • Espanha: Tamara Echegouen Dominguez e Paula Barcelo Martin
  • Estados Unidos: Stephanie Roble e Maggie Shea
  • Finlândia: Ronja Gronblom e Veera Hokka
  • França: Sarah Steyaert e Charline Picon
  • Grã-Bretanha: Freya Black e Saskia Tidey
  • Itália: Jana Germani e Giorgia Bertuzzi
  • Japão: Misaki Tanaka e Sera Nagamatsu
  • Noruega: Helene Naess e Marie Roenningen
  • Nova Zelândia: Jo Aleh e Molly Meech
  • Países Baixos: Odile van Aanholt e Anette Duetz
  • Polônia: Aleksandra Melzacka e Sandra Jankowiak
  • China: Xiaoyu Hu e Mengyuan Shan
  • Suécia: Vilma Bobeck e Rebecca Netzler
  • República Tcheca: Zofia Burska e Sara Tkadlecova

Skiff Masculino

  • Alemanha: Jakob Meggendorfer e Andreas Spranger
  • Austrália: Jim Colley e Shaun Connor
  • Áustria: Benjamin Bildstein e David Hussl
  • Bélgica: Yannick Lefebvre e Jan Heuninck
  • Brasil: Marco Soffiatti Grael e Gabriel Simões
  • Canadá: Will Jones e Justin Barnes
  • Croácia: Sime Fantela e Mihovil Fantela
  • Dinamarca: Daniel Nyborg e Nikolaj Hoffmann Buhl
  • Espanha: Diego Botin le Chever e Florian Trittel Paul
  • Estados Unidos: Ian Barrows e Hans Henken
  • França: Erwan Fischer e Clement Pequin
  • Grã-Bretanha: James Peter e Fynn Sterrit
  • Hong Kong: Akira Luke Sakai e Russell Williams Aylsworth
  • Irlanda: Robert Dickson e Sean Waddilove
  • Nova Zelândia: Isaac McHardie e William McKenzie
  • Países Baixos: Bart Lambriex e Floris van de Werken
  • Polônia: Dominik Buksak e Szymon Wierzbicki
  • China: Zaiding Wen e Tian Liu
  • Suíça: Sebastien Schneiter e Arno de Planta
  • Uruguai: Hernan Umpierre e Fernando Diz

Windsurf Feminino

  • Alemanha: Theresa Marie Steinlen
  • Argentina: Chiara Ferretti
  • Áustria: Lorena Abicht
  • Chipre: Natasa Lappa
  • Croácia: Palma Cargo
  • Eslovênia: Lina Erzen
  • Espanha: Pilar Lamadrid Trueba
  • Estados Unidos: Dominique Stater
  • Estônia: Ingrid Puusta
  • França: Helene Noesmoen
  • Grã-Bretanha: Emma Wilson
  • Hong Kong: Kwan Ching Ma
  • Israel: Sharon Kantor
  • Itália: Marta Maggetti
  • México: Mariana Aguilar Chavez Peon
  • Noruega: Mina Mobekk
  • Nova Zelândia: Veerle Ten Have
  • Países Baixos: Sara Wennekes
  • Peru: Maria Belen Bazo German
  • Polônia: Maja Dziarnowska
  • China: Zheng Wan
  • Suécia: Johanna Hjertberg
  • República Tcheca: Katerina Svikova
  • Turquia: Merve Vatan

Windsurf Masculino

  • Alemanha: Sebastian Koerdel
  • Argélia: Rami Boudrouma
  • Argentina: Francisco Cruz Saubidet Birkner
  • Aruba: Ethan Westera
  • Austrália: Grae Morris
  • Brasil: Mateus Isaac
  • Dinamarca: Johan Soe
  • Eslováquia: Robert Kubin
  • Espanha: Nacho Baltasar Summers
  • Estados Unidos: Noah Lyons
  • Finlândia: Jakob Eklund
  • França: Nicolas Goyard
  • Grã-Bretanha: Sam Sills
  • Grécia: Vyron Kokkalanis
  • Hong Kong: Ching Yin Cheng
  • Israel: Tom Reuveny
  • Itália: Nicolo Renna
  • Japão: Makoto Tomizawa
  • Lituânia: Rytis Jasiunas
  • Nova Zelândia: Josh Armit
  • Países Baixos: Luuc van Opzeeland
  • Polônia: Pawel Tarnowski
  • China: Jingye Huang
  • Suíça: Elia Colombo

Maiores medalhistas olímpicos de Vela

O time da Grã-Bretanha é o mais vitorioso na história das competições de vela olímpica, com um impressionante total de 64 medalhas, das quais 31 são de ouro. A equipe britânica subiu ao pódio em quase todas as edições dos Jogos Olímpicos, com exceção dos programas de 1928 e 1960.

Confira a seguir os principais vencedores de Vela nos Jogos Olímpicos:

Quadro geral de medalhas

Medalhas de Ouro:

  • Grã-Bretanha: 31
  • Estados Unidos: 19
  • Noruega: 17

Medalhas de Prata:

  • Estados Unidos: 23
  • Grã-Bretanha: 21
  • França: 14

Medalhas de Bronze:

  • França: 20
  • Estados Unidos: 19
  • Suécia: 13

Velejadores com mais medalhas olímpicas

  • Ben Ainslie (Grã-Bretanha): 4 Ouros e 2 Pratas
  • Paul Elvstrøm (Dinamarca): 4 Ouros
  • Jochen Schümann (Alemanha): 3 Ouros
  • Robert Scheidt (Brasil): 2 Pratas e 1 Bronze
  • Torben Grael (Brasil): 1 Prata, 2 Bronzes
  • Tore Holm (Suécia): 2 Bronzes

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Canoagem Slalom nos Jogos Olímpicos de 2024

A Canoagem Slalom é um esporte aquático onde os competidores navegam em uma canoa ou caiaque, remando em um percurso de água artificial para alcançar a linha de chegada com o menor tempo. Ela usa dois tipos de embarcações: a canoa, criada no Século XVI na América do Norte, e o caiaque, criação dos esquimós há mais de 4 mil anos.

Apesar da origem antiga das embarcações usadas na modalidade, a prática esportiva demorou para surgir. A Canoagem passou a ser disputada de maneira competitiva apenas no Século XIX, quando o escocês John McGregor navegou em países da Europa e do Oriente Médio com a canoa Rob Joy em 1840 一 despertando interesse na prática.

Já o ano de 1865 viu a fundação do Royal Canoe Club em Londres, que foi o primeiro clube de Canoagem do mundo. A fundação da Federação Internacional de Canoagem em 1924 foi central para a disseminação da modalidade no mundo 一 embora não seja a versão que vemos nas Olimpíadas.

Como assim? A Canoagem Slalom surgiu apenas em 1932, sendo uma adaptação das provas de Ski onde os participantes descem um percurso com obstáculos. Depois da Segunda Guerra Mundial, a variante passou a ser mais disseminada e teve sua primeira competição em 1939, na Suíça.

A história da Canoagem Slalom nos Jogos Olímpicos

Por ser uma modalidade jovem, a Canoagem Slalom estreou nos Jogos Olímpicos apenas em 1972, quando a edição de Munique recebeu a adrenalina e habilidade técnica do esporte aquático. Na ocasião, os campeonatos com embarcações C-1 e K-1 tiveram categorias para ambos os gêneros.

Quem se empolgou vendo a Canoagem Slalom no programa olímpico precisou esperar vinte anos para repetir a dose, já que a modalidade foi retirada do evento e só retornou em Barcelona 1992. Desde então, ela participou de todas as edições dos Jogos Olímpicos.

Modalidades de Canoagem Slalom nos Jogos Olímpicos de 2024

Desde a inclusão da Canoagem Slalom nos Jogos Olímpicos, a modalidade sempre teve competições individuais usando caiaques e canoas 一 chamados, respectivamente, de C-1 e K-1. No entanto, Paris 2024 introduzirá uma novidade: o Caiaque Cross, onde quatro atletas competem simultaneamente. Todas as categorias possuem torneios para ambos os gêneros, sem provas Mistas.

O objetivo é completar o percurso no menor tempo possível, evitando penalidades por tocar ou perder os portões. Não há diferenças significativas entre as competições masculina e feminina em termos de regras ou distâncias, sendo a principal diferença o tempo e a técnica dos atletas.

Nos Jogos Olímpicos, as provas de Canoagem Slalom Individuais possuem um percurso com 25 portões, onde os atletas competem sozinhos e navegam pelo percurso com portões. Algumas etapas incluem passagens montantes e justantes que são, respectivamente, contra e a favor da correnteza. Tocar nos obstáculos e portões geram penalidades, que impactam na pontuação final da prova.

O que torna cada categoria diferente é a embarcação usada. Enquanto o Caiaque conta com atletas sentados, a Canoa exige que cada competidor se ajoelhe para remar. Ambas testam as habilidades dos atletas de maneiras únicas, desafiando sua velocidade, precisão e resistência em cursos de água turbulentos.

Desde Tóquio 2020, as competições de Canoagem em Duplas foram retiradas do programa olímpico, com cada atleta competindo individualmente desde então. Se o trabalho em equipe foi deixado de lado, uma competição de corrida contra outros adversários é a novidade de Paris 2024: o Caiaque Cross coloca quatro pessoas para disputarem quem chega à linha de chegada primeiro.

Quais países disputarão a Canoagem Slalom nos Jogos Olímpicos de 2024?

Paris receberá um total de 84 atletas para as provas de Canoagem Slalom, metade de cada gênero. Para definir as vagas, o desempenho no Campeonato Mundial de Canoagem e nos torneios continentais foi essencial para definir quem participará das corredeiras no Estádio Náutico de Vaires-sur-Marne.

Confira a seguir a lista completa de atletas classificados às seis competições de Canoagem Slalom nos Jogos Olímpicos de 2024:

  • Alemanha: Ricarda Funk, Noah Hegge, Stegan Hengst, Elena Lilik e Sideris Tasiadis
  • Andorra: Monica Doria Vilarrubla
  • Argélia: Carole Diana Bouzidi
  • Austrália: Timothy Anderson, Tristan Carter, Jessica Fox e Noemie Fox
  • Áustria: Corinna Kuhnle, Feliz Oschmautz e Viktoria Wolffhardt
  • Brasil: Pedro Gonçalves e Ana Satila
  • Canadá: Alex Baldoni e Lois Betteridge
  • Comores: Andy Barat
  • Croácia: Matija Marinic
  • Equipe Olímpica de Refugiados: Amir Rezanejad
  • Eslováquia: Matej Benus, Jakub Grigar, Eliska Mintalova e Zuzana Pankova
  • Eslovênica: Eva Alina Hocevar, Peter Kauzer, Benjamin Savsek e Eva Tercelj
  • Espanha: Maialen Chourraut, Pau Echaniz, Miren Lazkano, Manuel Ochoa e Miquel Trave
  • Estados Unidos: Casey Eichfeld e Evy Leibfarth
  • França: Titouan Castryck, Marjorie Delassus, Nicolas Gestin, Angele Hug, Boris Neveu e Camille Prigent
  • Grã-Bretanha: Adam Burgess, Joseph Clarke, Mallory Franklin e Kimberley Woods
  • Irlanda: Madison Corcoran, Michaela Corcoran, Noel Hendrick e Liam Jegou
  • Itália: Marta Bertoncelli, Giovanni de Gennaro, Stefanie Horn e Raffaello Ivaldi
  • Japão: Takuya Haneda, Haruka Okazaki, Yuuki Tanaka e Aki Yazawa
  • Marrocos: Mathis Soudi
  • México: Sofia Reinoso
  • Nova Zelândia: Finn Butcher e Luuka Jones
  • Países Baixos: Joris Otten, Lena Teunissen e Martina Wegman
  • Polônia: Grzegorz Hedwig, Mateusz Polaczyk e Klaudia Zwolinska
  • China: Juan Huang, Shiting Li e Xin Quan
  • Senegal: Yves Bourhis
  • Suécia: Isal Ohrstrom
  • Suíça: Martin Dougoud e Alena Marx
  • República Tcheca: Tereza Fiserova, Antonie Galuskova, Jiri Prskavec, Lukas Rohan e Gabriela Satkova
  • Taipei: Chu-han Chang e Shao-Hsuan Wu
  • Tunísia: Salim Jemai
  • Ucrânica: Viktoriia Us

Calendário da Canoagem Slalom nos Jogos Olímpicos de 2024

Tradicionalmente, as provas da Canoagem Slalom nos Jogos Olímpicos possuem dois dias de provas. Enquanto o primeiro conta com dois percursos, o segundo é onde as semifinais e a final são disputadas. Isso vale para o Caiaque Individual e a Canoa Individual, com competições entre 27 de Julho e 1º de Agosto.

Se você quer novidades, o Caiaque Cross trará uma estrutura diferente entre 2 e 5 de Agosto. Serão quatro dias de corridas, começando com uma prova no contrarrelógio e tendo a primeira rodada e a repescagem no segundo.  Em seguida, um dia para eliminatórias e as fases decisivas no último.

Confira a seguir o calendário completo da Canoagem Slalom nos Jogos Olímpicos de 2024:

  • 2 de Agosto: Contrarrelógio
  • 3 de Agosto: Primeira Rodada e Repescagem
  • 4 de Agosto: Eliminatórias
  • 5 de Agosto: Quartas de Final, Semifinais e Final

Caiaque Individual Feminino

  • 27 de Julho: Descidas 1 e 2
  • 28 de Julho: Semifinal e Final

Caiaque Individual Masculino

  • 30 de Julho: Descidas 1 e 2
  • 1º de Agosto: Semifinal e Final

Canoa Individual Feminina

  • 30 de Julho: Descidas 1 e 2
  • 31 de Julho: Semifinal e Final

Canoa Individual Masculina

  • 27 de Julho: Descidas 1 e 2
  • 29 de Julho: Semifinal e Final

Caiaque Cross Feminino

  • 2 de Agosto: Contrarrelógio
  • 3 de Agosto: Primeira Rodada e Repescagem
  • 4 de Agosto: Eliminatórias
  • 5 de Agosto: Quartas de Final, Semifinais e Final

Caiaque Cross Masculino

  • 2 de Agosto: Contrarrelógio
  • 3 de Agosto: Primeira Rodada e Repescagem
  • 4 de Agosto: Eliminatórias
  • 5 de Agosto: Quartas de Final, Semifinais e Final

Maiores medalhistas Olímpicos de Canoagem Slalom

Como um todo, a Canoagem já distribuiu 726 medalhas nos Jogos Olímpicos 一 o que vale para todas as modalidades, não apenas a Slalom. 

Caiaque Individual Masculino

Medalhas de Ouro:

  • França: 4
  • Eslováquia: 2
  • Alemanha Oriental, Eslovênia e Tchecoslováquia: 1

Medalhas de Prata:

  • Eslováquia: 3
  • Grã-Bretanha e República Tcheca: 2
  • Alemanha e Alemanha Oriental: 1

Medalhas de Bronze:

  • Alemanha, Eslováquia e França: 2
  • Austrália, Estados Unidos e Japão: 1

Caiaque Individual Feminino

Medalhas de Ouro:

  • Austrália: 1

Medalhas de Prata:

  • Grã-Bretanha: 1

Medalhas de Bronze:

  • Alemanha: 1

Caiaque Individual Masculino

Medalhas de Ouro:

  • Alemanha: 3
  • Itália: 2
  • França, Grã-Bretanha e República Tcheca: 1

Medalhas de Prata:

  • Eslovênia, França e Grã-Bretanha: 2
  • Áustria, República Tcheca e Eslováquia: 1

Medalhas de Bronze:

  • Alemanha: 4
  • Alemanha Oriental, França, Itália, República Tcheca e Togo: 1

Caiaque Individual Feminino

Medalhas de Ouro:

  • Alemanha, Eslováquia e República Tcheca: 2
  • Alemanha Oriental, Espanha e França: 1

Medalhas de Prata:

  • Austrália: 3
  • Estados Unidos: 2
  • Alemanha Ocidental, Espanha e Nova Zelândia: 1

Medalhas de Bronze:

  • Austrália e França: 2
  • Áustria, Alemanha Ocidental, Espanha, Estados Unidos e Grã-Bretanha: 1

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Seja nas tradicionais provas individuais de Caiaque e Canoa ou na adição do Caiaque Cross, uma coisa é certa: muita emoção nas águas francesas. Agora que você sabe tudo sobre as seis categorias que agitarão Paris e a só falta olhar a página de apostas da Canoagem Slalom nos Jogos Olímpicos de 2024 e boa sorte!

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