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Esportes de Rua nos Jogos Olímpicos de 2024: tudo sobre as novidades Skate e Breaking!

Os Esportes de Rua nos Jogos Olímpicos de 2024 são uma adição recente ao maior evento esportivo do planeta. Confira nosso guia de Skate e Breaking e tudo o que você precisa saber sobre as modalidades!

Manobras radicais, movimentos repletos de personalidade e atitude e o melhor da cultura urbana. Skate e Breaking são duas adições recentes ao programa do maior evento esportivo do mundo, com o COI (Comitê Olímpico Internacional) vendo os Esportes de Rua nos Jogos Olímpicos de 2024 como adição importante ao espírito olímpico.

Enquanto os skatistas participarão da sua segunda edição, os B-Boys e B-Girls farão a histórica estreia em Paris. E claro que entusiastas de apostas esportivas não podem perder esta oportunidade de acompanhar a emoção de duas modalidades que estão oxigenando as Olimpíadas. Para ajudar, preparamos este guia com tudo o que você precisa saber sobre Skate e Breakdance nos Jogos deste ano. Confira!

Skate nos Jogos Olímpicos de 2024

O Skate é um dos esportes radicais mais populares do mundo e consiste em subir em uma tábua com quatro rodas e usar a impulsão para fazer manobras. Com nome vindo do termo skate, que significa se movimentar em uma superfície, a modalidade surgiu tem raízes no início do Século XX 一 quando, em 1918, pessoas tiravam a parte frontal dos populares patinetes e os usavam de maneira semelhante à que vemos skatistas fazerem hoje.

Já em 1950, surfistas passaram a instalar rodas nas pranchas de surfe para andarem nas calçadas da Califórnia. Assim, o esporte poderia ser praticado em dias sem ondas atrativas e começando a história do esporte radical.

Em seguida, o skateboard passou a ser comercializado em 1959 e explodiu em popularidade na década de 1960. Skatistas ainda tentavam imitar manobras de surfe, o que causava alguns acidentes. Em 1972, rodas de poliuterano foram incorporadas para trazerem maior controle e o shape dos skates passou a ter inclinações na parte traseira, tamanho reduzido e a lixa na parte superior.

Na década de 1980, as pistas de Skate verticais passaram a ser construídas em maior escala. Foi o período no qual os campeonatos de Skate se popularizaram 一 também graças à criação da MTV, que divulgou a modalidade nos clipes de artistas, e a criação dos X-Games pela ESPN na década de 1990.

A história do Skate nos Jogos Olímpicos

O Skate teve um começo de história onde era uma modalidade marginalizada, onde os atletas ganhavam pouco dinheiro e os torneios não tinham regras bem definidas. A partir da década de 1990, a criação dos X-Games serviu para quebrar estigmas para o esporte radical e popularizá-lo 一 o tornando mais atrativo, melhor remunerado e oferecer condições melhores.

Isso foi importante para convencer o COI (Comitê Olímpico Internacional) a adicioná-lo aos Jogos Olímpicos no Século XXI. Logo depois de Rio 2016, a entidade anunciou que o Skate seria uma das novas modalidades incluídas em Tóquio 2020.

Disputada apenas em 2021 devido à pandemia de Covid-19, a modalidade contou com provas de Park e Street e um torneio para cada gênero. Devido ao sucesso do Skate nas Olimpíadas, ele foi mantido para Paris 2024 com a mesma estrutura e 88 atletas 一 oito a mais que na edição anterior competirão no Parc Urbain La Concorde.

Modalidades do Skate nos Jogos Olímpicos de 2024

Não existe diferença entre gêneros nas provas de Skate de 2024, que contam com as mesmas regras e critérios de avaliação. Há uma fase preliminar e os melhores skatistas se classificam para as finais, fazendo apresentações de 45 segundos e fazendo manobras específicas. Como se pode esperar, quem tiver a melhor pontuação vence.

Serão duas modalidades diferentes sendo disputadas:

Park

Combinando bowls e curvas em um percurso variado, atletas devem usá-los para ganhar velocidade e fazer manobras no ar. Na categoria Park, os skatistas são julgados pela altura, velocidade, controle e capacidade de usar toda a superfície e obstáculos da pista. Cada participante faz três apresentações de 45 segundos, com apenas a melhor das três contando para a classificação final.

Street

Como diz o nome, a categoria Street conta com um percurso que simula um ambiente urbano e usa escadas, corrimãos e outros espetáculos típicos das ruas e de uma fase do clássico game Tony Hawk’s Pro Skater. Cada skatista faz apresentações dos mesmos 45 segundos, além de cinco manobras individuais.

Além disso, os juízes avaliam a dificuldade de cada manobra e o controle sobre a prancha, dando pontos que variam entre 0 e 100. A pontuação final da prova é a soma da melhor corrida e das duas melhores manobras, chegando a um máximo de 300 pontos.

Quais países disputarão o Skate nos Jogos Olímpicos de 2024?

Para se classificarem às Olímpiadas de Paris, os skatistas precisavam estar entre os 20 melhores de sua categoria no ranking mundial. Para isso, os eventos válidos para a pontuação faziam parte do World Skateboarding Tour, dividido em duas fases e com eventos classificatórios definidos pela entidade. 

A primeira fase começou no Mundial de Roma em 2022 e foi até o Pro Tour de 2024 nos Emirados Árabes. Já a fase 2 começou em fevereiro e contou com os 44 melhores atletas do ranking disputando eventos finais, a janela de classificação se encerrou em 23 de junho de 2024. A França tem as suas vagas garantidas por ser a sede das Olimpíadas 2024. 

Confira a seguir a lista completa de atletas que participação dos quatro torneios de Skate nos Jogos Olímpicos de 2024:

Skate Street Feminino

  • Japão: Coco Yoshizawa, Liz Akama e Funa Nakayama
  • Brasil: Rayssa Leal, Pamela Rosa e Gabi Mazetto
  • Austrália: Chloe Covell, Liv Lovelace e Haylie Powell
  • China: Chenxi Cui, Wenhui Zeng e Yuanling Zhu
  • Estados Unidos: Paige Heyn, Mariah Duran e Poe Pinson
  • Países Baixos: Roos Zwetsloot e Keet Oldenbeuving
  • Colômbia: Jazmín Alvarez
  • Espanha: Natalia Muñoz
  • Tailândia: Vareeraya Sukasem
  • França: Lucie Schoonheere
  • África do Sul: Boipelo Awuah

Skate Street Masculino

  • Japão: Ginwoo Onodera, Sora Shirai e Yuto Horigome
  • Estados Unidos: Jagger Eaton, Nyjah Huston e Chris Joslin dos Estados Unidos
  • Portugal: Gustavo Ribeiro
  • Eslováquia: Richard Tury
  • Argentina: Matias Dell Olio e Mauro Iglesias
  • França: Aurelien Girard, Joseph Garbaccio e Vincent Milou
  • Brasil: Kelvin Hoefler, Giovanni Vianna e Felipe Gustavo
  • Canadá: Cordano Russell, Matt Berger e Ryan Decenzo
  • Colômbia: Jhancarlos Gonzalez Ortiz
  • Austrália: Shane O’Neill
  • África do Sul: Brandon Valjalo

Skate Park Feminino

  • Japão: Kokona Hiraki, Sakura Yosozumi e Hinano Kusaki
  • Austrália: Arisa Trew e Ruby Trew
  • Grã-Bretanha: Sky Brown e Lola Tambling
  • Brasil: Raicca Ventura, Dora Varella e Isadora Pacheco
  • Estados Unidos: Bryce Wettstein, Ruby Lilley e Minna Stess
  • Espanha: Naia Laso e Julia Benedetti
  • Finlândia: Heili Sirvio
  • Alemanha: Lilly Stoephasius
  • França: Nana Taboulet e Emilie Alexandre
  • Canadá: Fay Ebert
  • China: Haohao Zheng
  • Marrocos: Aya Asaqas

Skate Park Masculino

  • Estados Unidos: Tate Carew, Gavin Bottger e Tom Schaar
  • Austrália: Keegan Palmer, Kieran Wooley e Keefer Wilso
  • Brasil: Augusto Akio, Luigi Cini e Pedro Barros
  • Espanha: Danny Leon e Alain Kortabitarte
  • Dinamarca: Viktor Solmunde
  • Itália: Alex Sorgente e Alessandro Mazzara
  • Portugal: Thomas Augusto
  • França: Vincent Matheron
  • Suécia: Hampus Winberg
  • Porto Rico: Steven Pineiro
  • Japão: Yuro Nagahara
  • África do Sul: Dallas Oberholzer
  • Grã-Bretanha: Andrew Macdonald
  • Alemanha: Tyler Edtmayer

Calendário do Skate nos Jogos Olímpicos de 2024

Entre os esportes com menos datas nas Olimpíadas, o Skate conta com competições divididas em fases preliminares e final e realizadas no mesmo dia. Enquanto as provas de Street acontecem nos dias 28 de Julho, as de Park serão realizadas entre 7 e 8 de Agosto.

Confira a seguir o calendário completo do Skate nos Jogos Olímpicos:

Street Feminino

  • 28 de Julho: Preliminar e Final

Street Masculino

  • 29 de Julho: Preliminar e Final

Park Feminino

  • 6 de Agosto: Preliminar e Final

Park Masculino

  • 7 de Agosto: Preliminar e Final

Maiores medalhistas olímpicos de Skate

Como um dos esportes mais novos das Olímpiadas, o Skate ainda possui apenas um vencedor em cada categoria e mesmo assim já deixou uma marca significativa. Entre os países participantes, o Japão se destacou como a principal potência, acumulando um total de cinco medalhas.

Quadro geral de medalhas

Medalhas de Ouro:

  • Japão: 3
  • Australia: 1

Medalhas de Prata:

  • Brasil: 3
  • Japão: 1

Medalhas de Bronze:

  • Estados Unidos: 2
  • Grã-Bretanha e Japão: 1

Park Masculino

  • Ouro: Austrália 
  • Prata: Brasil
  • Bronze: Estados Unidos

Park Feminino

  • Ouro: Japão
  • Prata: Japão
  • Bronze: Grã-Bretanha

Street Masculino

  • Ouro: Japão 
  • Prata: Brasil
  • Bronze: Estados Unidos

Street Feminino

  • Ouro: Japão
  • Prata: Brasil 
  • Bronze: Japão

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Breaking nos Jogos Olímpicos de 2024

Criado na década de 1970 em Nova Iorque, nos Estados Unidos, o Breaking é um estilo de dança que integra a cultura do Hip Hop. Também conhecido como Breakdance e B-Boying, o esporte é um dos principais expoentes da cultura negra e costuma ser acompanhado de ritmos como Rap, Funk e Breakbeat.

Estamos falando de uma manifestação popular que surgiu amplamente popular entre os jovens da época, que viam no Breaking a oportunidade de se divertirem e enquanto movimentam o corpo no ritmo e vibe do Hip Hop.

O lendário músico James Brown é uma das principais influências da modalidade, influenciando principalmente negros e latinos com seu estilo de dança Good Foot 一 ou Pé Bom, traduzindo do inglês. Esta influência foi responsável pela criação do Top Rocking no Bronx, que imitava provocações de filmes e séries, e do Up Rock no Brooklyn, dança que combina ataque e defesa simultaneamente.

Em seguida, o Foot Work surgiu no Bronx, sendo uma evolução do Top Rocking com movimentos circulares e com as mãos e pés no chão. Já as Block Parties, festas de rua organizadas pelas comunidades, contavam com o DJ Kool Herc anunciando os dançarinos que batalhariam 一 e lá os estilos foram unificados no B-Boying.

Crescendo em popularidade a cada ano, o estilo de dança recebeu o nome de Breakdance pela mídia. Os grupos que participam da modalidade passaram a adotar o nome de Crew, com uma das principais manifestações do movimento Hip Hop ainda tendo influências de estilos de dança como Popping, Jailhouse, Double Dutch, House, Electric Boogie e até Capoeira.

História do Breaking nos Jogos Olímpicos

É de novidade que você gosta? O Breaking fará a sua estreia nos Jogos Olímpicos em 2024. Mas como a icônica batalha de dança chegou ao maior evento esportivo do mundo? Tudo começou na década de 90, quando o Breakdance e o Hip Hop tiveram crescimento exponencial na sua popularidade no mundo inteiro.

Em 2018, a World DanceSport Federation passou a ser responsável pela realização das competições de Breaking e o COI (Comitê Olímpico Internacional) adicionou a modalidade ao calendário dos Jogos da Juventude, em Buenos Aires. Com o sucesso do Breakdance no evento, o COI decidiu adicioná-lo ao programa olímpico para atrair o público jovem ao evento 一 e com insistência da França, já que a sede pode adicionar até cinco modalidades de acordo com sua preferência.

Claro, competições como a Red Bull BC One e a Battle of the Year são mais populares entre entusiastas do Breaking. No entanto, a estreia da modalidade nas Olimpíadas trará ainda mais visibilidade à competição de dança.

Modalidades de Breaking nos Jogos Olímpicos

A estreia do Breaking nos Jogos Olímpicos contará com dois eventos: B-Boys e B-Girls, que são os nomes dados aos competidores homens e mulheres. Cada categoria contará com certo grau de subjetividade, afinal a dança é uma expressão artística, mas o Breakdance Olímpico terá um sistema de regras objetivo para definir os vencedores 一 com as regras sendo as mesmas para ambos os gêneros.

Desta forma, os juízes avaliarão as batalhas de breakdancers em seis critérios: criatividade, personalidade, técnica, variedade, performatividade e musicalidade. Enquanto a primeira metade consiste em fatores mais técnicos e que serão 60% da nota do atleta, os outros três representarão os 40% restantes. Vence quem obtiver a maior pontuação.

Ambas as categorias começam com uma prova pré-classificatória e, em seguida, a fase de grupos consiste numa etapa chamada Round Robin. Nela, todos os participantes se conhecem e batalham entre si. Depois, os oito melhores dançarinos avançam para o mata-mata, que consiste em duelos individuais e eliminatórios 一 divididos em quartas de final, semifinais e final.

Quais países disputarão Breaking nos Jogos Olímpicos de 2024?

O Breaking nos Jogos Olímpicos de Paris terá um total de 16 países com dançarinos, com Estados Unidos, França e Japão tendo mais representantes: quatro. Você não encontrará o Afeganistão na lista abaixo porque, mesmo tendo uma atleta na competição, ela defenderá a Equipe Olímpica de Refugiados 一 aos 21 anos, Manizha Talash é a primeira afegã a praticar Breakdancing, mas se mudou para a Espanha para poder competir porque o Talibã proíbe que mulheres pratiquem esportes.

Confira a seguir todos os B-Boys e B-Girls que participarão do espetáculo nos Jogos Olímpicos de 2024:

B-Boys

  • Austrália: J Attack
  • Canadá: Phil Wizard
  • Cazaquistão: Amir
  • China: Lithe-Ing e Ying Zi
  • Coreia do Sul: Hongten
  • Estados Unidos: Jeffro e Victor
  • França: Danny e Lagaet
  • Japão: Hiro10 e Shingekix
  • Marrocos: Billy
  • Países Baixos: Lee e Menno
  • Taipei: Quake
  • Ucrânia: Kuzya

B-Girls

  • Austrália: Raygun
  • China: 671
  • Equipe Olímpica de Refugiados: Manizha
  • Estados Unidos: Logistx e Sunny
  • França: Señorita Carlota e Syssy
  • Itália: Anti
  • Japão: Ami e Ayumi
  • Lituânia: Nicka
  • Marrocos: Elmamouny
  • Países Baixos: India
  • Portugal: Vanessa
  • Ucrânia: Kate e Stefani

Calendário de Breaking nos Jogos Olímpicos de 2024

Contando os dias para ver o Breaking pela primeira vez nos Jogos Olímpicos? Você precisará esperar um pouco, já que as provas acontecerão no final do evento: 9 e 10 de Agosto. Começando pela categoria Feminina e se encerrando com a Masculina, você descobrirá os medalhistas no mesmo dia.

Confira a seguir o calendário de Breakdance nos Jogos Olímpicos de 2024:

B-Girls

  • 9 de Agosto: Round Robin, Quartas de Final, Semifinais e Final

B-Boys

  • 10 de Agosto: Round Robin, Quartas de Final, Semifinais e Final

Quem é favorito ao Ouro olímpico no Breaking?

Não temos como falar sobre os maiores medalhistas de uma modalidade que será disputada pela primeira vez, então focaremos apenas em uma coisa: os favoritos à medalha de Ouro 一 tanto B-Boys quanto B-Girls. Confira:

B-Boys

Victor Bernudez Montalvo é conhecido apenas como Victor na cena do Breaking e é um dos maiores favoritos à medalha de Ouro. Ele foi campeão dos Jogos Mundiais de 2022 e do Campeonato Mundial de 2023, além de ter vencido o Red Bull BC One em 2015 e 2022 e se tornando o primeiro norte-americano a se classificar à modalidade nos Jogos Olímpicos.

Além dele, o canadense Philip Kim é um dos principais B-Boys do mundo e usa o nome de Phil Wizard. Ele já enfeitiçou a modalidade com vitórias marcantes como as medalhas de Ouro e Prata no Campeonato Mundial de Breaking da WDSF, respectivamente em 2022 e 2023. Além disso, ele foi campeão dos Jogos Pan Americanos de 2023 e do Campeonato Pan Americano de Breaking da WDSF em 2023.

Para completar a lista de nomes para ficar de olho está Amir Zakirov 一 ou apenas Amir, como ele é conhecido na cena. Nascido no Cazaquisão, ele foi campeão do Breaking for Gold World Series (BfG), disputado no Japão em 2023, e está em quarto lugar no ranking mundial de Breaking.

B-Girls

Entre as B-Girls, a japonesa Ayumi Fukushima é uma das principais candidatas à medalha de Ouro. Aos 41 anos, ela foi a primeira mulher a competir nas finais do Red Bull BC One e venceu o Campeonato Mundial de 2021. Além disso, a tímida dançarina foi medalhista de Prata nos Jogos Mundiais de 2023 e de Bronze duas vezes em 2022: nos Jogos Mundiais e nos Jogos Asiáticos.

Considerada a pródiga do Breaking japonês, Ami Yuasa foi campeã dos Jogos Mundiais e ficou com a medalha de prata nos Jogos Asiáticos 一 ambos em 2022. Quando tinha 19 anos, Ami venceu o Red Bull BC One, repetindo a dose cinco anos depois e se tornando parte do Red Bull All Stars.

Já a australiana Rachel Gunn está em quarto lugar do ranking mundial, com mil pontos. Conhecida na cena como Raygun, ela pausou a carreira para focar no seu pHD em estudos culturais e retornou em 2018. Ela venceu o campeonato de Breaking da Oceania em 2023 e carimbou a vaga para os Jogos Olímpicos de Paris.

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Entendeu por que Breaking e Skate são duas adições que deixam as Olimpíadas ainda mais interessantes? Seja com as manobras radicais do Skate ou o ritmo do Breaking com o melhor do Hip Hop, a cultura urbana está bem representada em Paris.

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