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Finais da Copa Sul-Americana: Relembre Todas as Partidas Decisivas Desde 2002!

De San Lorenzo a Racing, um passeio pelas decisões que marcaram a história da Copa Sul-Americana.

Muito se fala sobre a importância da Libertadores, mas azar de quem se limita apenas à competição principal da CONMEBOL. Desde 2002, as Finais da Copa Sul-Americana são repletas de viradas improváveis, heróis inesperados e até zebras 一 e se você é dos que gosta de Apostas Esportivas com responsabilidade, o torneio é um prato cheio!

Em 23 anos, sete países já celebraram a conquista do segundo maior torneio da América do Sul. A Argentina é a maior campeã com dez taças, seguida pelo Brasil com cinco 一 países que serão representados na decisão deste ano por Lanús e Atlético-MG.

Inicialmente com o tradicional formato de ser disputada com duas partidas, uma no estádio de cada finalista, o troféu é definido em jogo único há sete anos 一 em campo neutro definido pela CONMEBOL.

E se você está contando os minutos para acompanhar a decisão de 2025, saiba de uma coisa: também estamos. Por isso, preparamos este conteúdo relembrando a história das decisões da Sula para você curtir a nostalgia. Nos próximos dias, falaremos sobre a decisão deste ano para ajudar você a planejar os seus palpites de maneira consciente e respeitável. Combinado?

2002: San Lorenzo 4 x 0 Atlético Nacional

Marcando a estreia da Copa Sul-Americana e ainda sem clubes brasileiros, San Lorenzo e Atlético Nacional fizeram a primeira decisão do torneio. Na época em que o Papa Francisco era apenas um torcedor ilustre, os argentinos golearam os colombianos por 4 a 0 em pleno Atanasio Girardot.

O jogo de ida mostrou que El Ciclón não estava para brincadeira, abrindo o placar com dois minutos de bola rolando com cobrança de pênalti do goleiro Sebastián Saja (pois é, Rogério Ceni não foi o único goleiro artilheiro da América do Sul).

Completaram a goleada o volante Pablo Michelini, o meia Leandro Romagnoli e o atacante Rodrigo Astudillo 一 que foi artilheiro da competição com quatro gols.

Na volta, Los Verdolagas não conseguiram reverter a desvantagem no Nuevo Gasómetro. A partida terminou em um empate sem gols que coroou o título da equipe de Buenos Aires.

2003: Cienciano 4 x 3 River Plate

Já com clubes brasileiros, a segunda edição da Copa Sul-Americana viu o desfile de uma das maiores zebras da história do continente: o Cienciano conquistou o primeiro (e até hoje único) título continental do futebol peruano 一 e sobre o tradicional River Plate.

A ida no Monumental de Núñez foi um empate por 3 a 3 com duas viradas. Dois gols do defensor Giuliano Portilla e um do atacante Germán Carty construíram um placar interessante para Los Imperiales, enquanto El Millonario conseguiu o empate com os atacantes Marcelo Salas e Maxi Lopez (que balançou as redes duas vezes).

Se o placar em Buenos Aires deixou tudo em aberto, o Estádio Monumental da Universidad Nacional de San Agustín viu um jogo quente. O Cienciano terminou a partida com dois jogadores a menos, já que os meias Juan Carlos La Rosa e Julio García foram expulsos, mas o gol do defensor Carlos Lugo coroou a vitória por 1 a 0 一 fazendo história em Arequipa.

2004: Boca Juniors 2 x 1 Bolívar

Entre a altitude sufocante de La Paz e o clima fervoroso da Bombonera, o Boca Juniors mostrou por que é um bicho papão do continente e se sagrou campeão da Copa Sul-Americana de 2004 sobre o Bolívar 一 escrevendo mais um capítulo dourado da sua história.

O Estádio Hernando Siles foi palco da primeira partida, a 3,6 mil metros de altitude. Aos 30 do primeiro tempo, o atacante Horacio Chiorazzo fez o gol da vitória de Los Celestes por 1 a 0. Apesar de favorável, o placar magro não foi suficiente para garantir o título, já que os Xeneizes venceram por 2 a 0 na Bombonera, com gols dos atacantes Martín Palermo e Carlos Tévez.

O título coroou a geração dourada do clube, que já havia vencido a Libertadores e a Copa Intercontinental no ano anterior. Além disso, foi o início de uma hegemonia argentina no torneio, já que o país é o maior campeão da história da competição.

2005: Boca Juniors 2 (4) x 2 (3) Pumas

O ano seguinte viu o Boca Juniors conquistar um feito inédito: se tornou a primeira equipe a vencer a Copa Sul-Americana duas vezes consecutivas. Na época, equipes mexicanas ainda disputavam os torneios da CONMEBOL e o Pumas foi o adversário dos argentinos na decisão.

Comandados por Alfa Basile, os argentinos até abriram o placar no Universitario de Colima com o atacante Rodrigo Palacio. No entanto, o atacante Joaquín Botero saiu do banco para fazer o gol do empate por 1 a 1.

Na Bombonera, o resultado no tempo regulamentar foi o mesmo: Martín Palermo marcou para os anfitriões, mas o início do segundo tempo viu o atacante Bruno Marioni empatar em cobrança de pênalti. Com tudo igual no placar agregado, o goleiro Pato Abbondanzieri se destacou e até converteu a cobrança que deu a vitória por 4 a 3 e o bicampeonato do Boca.

2006: Colo-Colo 3 x 3 Pachuca

Pela primeira vez, um clube argentino não chegou à decisão da Copa Sul-Americana. Em 2006, o Pachuca desafiou o Colo-Colo e conquistou o único título de um clube mexicano em um torneio da CONMEBOL.

Começando no Estádio Hidalgo, o meia Andrés Chitiva abriu o placar para os donos da casa, mas o atacante Humberto Suazo fez o gol do empate no segundo tempo. El Cacique teve então a oportunidade de decidir em casa com mais de 70 mil torcedores lotando o Estádio Nacional de Santiago.

Suazo até abriu o placar para marcar seu décimo gol e se firmar como artilheiro do torneio. No entanto, Los Tuzos reagiram no segundo tempo com gols dos meias Gabriel Caballero e Christian Giménez e, mesmo com a expulsão de Chitiva após conquistarem a vantagem, seguraram a pressão e venceram por 2 a 1 一 escrevendo um capítulo inédito na história do torneio.

2007: Arsenal de Sarandí 4 x 4 América

Outro ano que mostrou o improvável foi 2007, quando o modesto Arsenal de Sarandí superou o favoritismo do América do México e conquistou seu primeiro título internacional 一 que foi decidido pelo gol qualificado, já que os argentinos marcaram mais gols longe dos seus domínios.

Jogando no Estádio Azteca, El Arse não se intimidou com os mais de 63 mil torcedores e venceu por 3 a 2. Foram dois gols do atacante Papu Gómez e um do defensor Aníbal Matellán, enquanto o meia Alejandro Argüello e o centroavante Salvador Cabañas marcaram para os favoritos.

A volta foi no Juan Domingo Perón e repleta de emoção: o defensor Christian Díaz marcou um gol contra e o meia Juan Carlos Silva colocou Las Águilas em vantagem. Foi aos 84 minutos que o meia Martín Andrizzi marcou o gol título do Arsenal, celebrado em frente de 18 mil torcedores 一 mesmo com a derrota por 2 a 1 em casa.

2008: Internacional 2 x 1 Estudiantes

Depois de sete anos, o Brasil finalmente teve um finalista: o Internacional, que trouxe o primeiro título da Sula para o país. O adversário na decisão foi o Estudiantes, em um confronto com toda a catimba e competitividade que se espera de uma decisão continental.

No Ciudad de La Plata, o Colorado abriu boa vantagem ao vencer por 1 a 0, com gol do meia Alex. Mesmo com a expulsão do volante Pablo Guiñazú, os gaúchos conseguiram voltar para casa com a vantagem.

Contra um adversário que venceria a Libertadores no ano seguinte, o Inter teve um jogo duro no Beira Rio. O defensor Agustín Alayes marcou a favor de El León e o empate no placar agregado (e no gol qualificado) levou a decisão para a prorrogação. Apesar da tensão, o atacante Nilmar marcou no segundo tempo do período adicional e sacramentou o empate por 1 a 1 一 e o título dos brasileiros.

2009: LDU de Quito 5 x 4 Fluminense

A Final da Copa Sul-Americana de 2009 reeditou a decisão da Libertadores do ano anterior: LDU de Quito e Fluminense se reencontraram pela primeira vez depois dos equatorianos conquistarem o título continental em pleno Maracanã.

Depois de um início de temporada trágico, o Tricolor das Laranjeiras se recuperou e arrancou para escapar do rebaixamento. De volta ao Estádio de Liga Deportiva Universitaria, a equipe abriu o placar no primeiro minuto com o meia Marquinho. No entanto, o meia Edison Méndez marcou três vezes e comandou a virada (e goleada) por 5 a 1, que também teve gols do defensor Ulises de La Cruz e do atacante Franklin Salas.

No Rio de Janeiro, os cariocas precisariam de outra virada histórica 一 que quase veio. O defensor Gum, o volante Diguinho e o centroavante Fred marcaram os gols da vitória por 3 a 0 e quase deu para o Time de Guerreiros reverter a derrota na ida.

2010: Independiente 3 (5) x 3 (3) Goiás

Outra final entre brasileiros e argentinos foi na edição de 2010, quando o surpreendente Goiás colocou uma equipe do estado pela primeira vez em uma decisão continental. O Esmeraldino fazia má campanha no Brasileirão (e depois da decisão seria rebaixado), mas poderia se sagrar campeão continental contra o tradicional Independiente 一 maior campeão da Libertadores, com sete taças..

Abrindo o duelo no Serra Dourada, a equipe de Artur Neto venceu por 2 a 0, com gols do centroavante Rafael Moura e do atacante Otacílio Neto. Para piorar a situação dos visitantes, o atacante Andrés Silvera foi expulso no segundo tempo e não poderia ajudar a tentar reverter o resultado.

Apesar do revés, a partida em Avellaneda mostrou a força do Rojo, que venceu por 3 a 1. O defensor Julián Velázquez abriu o placar e, apesar de Rafael Moura empatar em seguida, o atacante Facundo Parra balançou as redes duas vezes. Nas penalidades máximas, o goleiro Harlei não conseguiu ajudar o Goiás e viu o Rei das Copas encerrar um jejum de 15 anos.

2011: Universidad de Chile 4 x 0 LDU de Quito

A Copa Sul-Americana de 2011 marcou o surgimento de uma nova potência continental: a Universidad de Chile de Jorge Sampaoli, que conquistou o primeiro título de um clube chileno na competição 一 e de maneira invicta sobre a LDU de Quito.

La U mostrou maturidade e venceu no Rodrigo Paz Delgado por 1 a 0, superando até a altitude que tanto dificulta os adversários em Quito. Já a partida no Estádio Nacional de Santiago, os chilenos não tomaram conhecimento dos equatorianos e venceram por 3 a 0, com dois gols de Vargas e um do meia Gustavo Lorenzetti.

A Universidad de Chile teve uma campanha avassaladora: nove gols e apenas um empate. Vargas foi o artilheiro do torneio com 11 gols, enquanto o Chile quebrou o tabu de 20 anos sem um título continental.

2012: São Paulo 2 x 0 Tigre

Futebol e polêmica em doses iguais descrevem a Final de 2012, descrita para alguns como o jogo que nunca terminou. O São Paulo chegou à decisão trazendo toda sua tradição em torneios internacionais e teve como adversário o Tigre, da Argentina.

Começando o confronto na Bombonera, ambas as equipes empataram sem gols em uma partida marcada pelo clima tenso. Cada equipe perdeu um jogador por expulsão aos 14 minutos: o centroavante Luís Fabiano, do Tricolor Paulista, e o defensor Alejandro Donatti, do pelo Matador.

No Morumbi, mais de 67 mil torcedores viram o São Paulo abrir boa vantagem ainda no primeiro tempo com gols do atacante Osvaldo e do meia Lucas Moura 一 que se despedia do clube antes de ir ao PSG e foi eleito o melhor jogador do torneio. Ainda com clima quente, uma briga nos vestiários levou o Tigre a abandonar a partida e não voltar para o segundo tempo, decretando assim o segundo título da Sula para o Brasil.

2013: Lanús 3 x 1 Ponte Preta

Três anos depois, o Brasil teve outra zebra na decisão da Copa Sul-Americana: a Ponte Preta, primeira equipe do interior paulista a disputar uma final continental. Desta vez, o adversário foi o Lanús, da Argentina.

Começando no Pacaembu, em São Paulo, o defensor Paolo Goltz abriu o placar para os visitantes. O volante Fellipe Bastos empatou para a Macaca no final da partida, com o placar de 1 a 1 deixando a situação indefinida.

A volta no Estádio Ciudad de Lanús, no entanto, mostrou a dominância dos Granate. Comandados por Guillermo Barros Schelotto, os argentinos venceram por 2 a 0, com gols do meia Victor Ayala e do atacante Ismael Blanco. Já a equipe de Jorginho precisou se contentar com o vice e terminou a temporada rebaixada no Brasileirão.

2014: River Plate 3 x 1 Atlético Nacional

Três anos depois do traumático rebaixamento à segunda divisão, o River Plate coroou sua reconstrução e o início da era Marcelo Gallardo com o título da Copa Sul-Americana 一 reacendendo sua hegemonia continental. O adversário foi o Atlético Nacional, que também buscava sua primeira conquista da Sula.

O confronto começou em Medellín, com Los Verdolagas entrando em campo no Atanasio Girardot com a expectativa de abrir vantagem rumo à conquista. Apesar de abrir o placar com o atacante Orlando Berrío, Los Verdolagas sofreram o empate com o defensor Leonardo Pisculichi.

No Monumental de Núñez, El Millonario contou com 60 mil torcedores para mostrar a sua força. Os defensores Gabriel Mercado e Germán Pezzella balançaram as redes de uma equipe que foi letal, venceu por 2 a 0 e foi campeã invicta 一 com oito vitórias, dois empates e o fim de um jejum de 17 anos sem títulos continentais.

2015: Santa Fé 0 (3) x 0 (1) Huracán

Pela primeira vez, uma equipe colombiana foi campeã da Copa Sul-Americana: o Santa Fé, que superou o argentino Huracán. Ambas as equipes colocaram um jogador no posto de artilheiro do torneio, já que os centroavantes Wilson Morelo e Ramón Ábila marcaram cinco gols.

Falando assim até parece que foi uma decisão cheia de gols, mas a realidade mostrou o oposto: zero gols em 210 minutos no Estádio Tomás Adolfo Ducó e no Estádio El Campín. Ábila inclusive foi expulso na prorrogação, dificultando a situação para El Globo.

Nas penalidades máximas, El Cardenal foi efetivo e acertou todas as cobranças. Além disso, o goleiro Róbinson Zapata brilhou e defendeu três cobranças, selando assim a vitória por 3 a 1.

2016: Chapecoense x Atlético Nacional

Hora de falar de uma das páginas mais trágicas da história do Futebol Sul-Americano: o acidente aéreo do Voo LaMia 2933, que levava o time da Chapecoense a Medellín para jogar a decisão contra o Atlético Nacional. 71 pessoas morreram na queda da aeronave, com apenas seis sobreviventes 一 os jogadores Alan Ruschel, Jakson Follmann e Neto, o jornalista Rafael Henzel, a comissária Ximena Suárez e o técnico de voo Erwin Tumuri.

Em um gesto histórico de solidariedade, o clube colombiano solicitou à CONMEBOL que o título fosse concedido à Chape. O Atanasio Girardot recebeu 45 mil torcedores do Atlético Nacional para homenagear a equipe catarinense, que também recebeu autoridades como o ministro das Relações Exteriores José Serra e o prefeito de Medellín Federico Gutiérrez.

2017: Independiente 3 x 2 Flamengo

Antes de se tornar a potência de hoje, o Flamengo fazia um trabalho de reestruturação que quase começou a trazer títulos um pouco antes: na final da Sula de 2017, disputada contra o Independiente.

Comandado por Reinaldo Rueda, o Rubro Negro começou o confronto em Avellaneda na frente: Réver abriu o placar aos noeve minutos. No entanto, o meia Maximiliano Meza e o atacante Emmanuel Gigliotti viraram o placar, que terminou em 2 a 1.

Foi um duelo equilibrado também no Maracanã, que viu o meia Lucas Paquetá colocar os brasileiros em vantagem. Pouco depois, o atacante Ezequiel Barco empatou em cobrança de pênalti e garantiu o segundo título de Sula para El Rojo.

2018: Athletico Paranaense 2 (4) x 2 (3) Junior Barranquilla

A edição de 2018 marcou o final de uma era: foi a última final decidida em dois jogos e marcou a despedida do escudo antigo do Athletico Paranaense 一 que foi em grande estilo, já que a equipe de Curitiba foi campeã em cima do Junior Barranquilla.

Jogando no Estádio Metropolitano, o centroavante Pablo abriu o placar para o Furacão, mas a vantagem durou apenas dois minutos porque o atacante Yony González empatou para El Tiburón.

O placar de 1 a 1 não foi exclusivo do jogo de ida, já que foi o mesmo na Arena da Baixada: Pablo voltou a marcar, mas o atacante Teo Gutiérrez deixou o dele. Na disputa de pênaltis, brilhou a estrela do goleiro Santos e do zagueiro Thiago Heleno, que converteu a cobrança defensiva e coroou a vitória por 4 a 3.

2019: Independiente del Valle 3 x 1 Colón

Capital do Paraguai, Assunção foi sede da primeira decisão da Copa Sul-Americana em jogo único. Independiente del Valle e Colón jogaram sob chuva intensa no Estádio General Pablo Rojas para definir qual campeão inédito entraria para a história.

Melhor para os equatorianos, que eram comandados pelo espanhol Miguel Ángel Ramírez e venceu com autoridade: 3 a 1. O defensor Luis León e o atacante Jhon Sánchez abriram vantagem confortável e os Sabaleros até ensaiaram uma reação com gol do defensor Emanuel Olivera no último minuto 一 mas o atacante Cristian Dájome deu números finais nos acréscimos e sacramentou a vitória de Los Rayados del Valle.

2020: Defensa y Justicia 3 x 0 Lanús

Disputada em 23 de Janeiro de 2021 e sem torcida devido à pandemia de COVID-19, a final da Sula de 2020 teve como palco o Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdova. Defensa y Justicia e Lanús se enfrentaram para ser o clube argentino campeão em solo local 一 e duas equipes que empolgavam.

Em campo, no entanto, a equipe do técnico Hernán Crespo não tomou conhecimento do adversário e venceu por 3 a 0. O defensor Adonis Frías abriu o placar, com o atacante Washington Camacho e o atacante Braian Romero dando o título inédito para o Defe 一 de maneira invicta.

2021: Athletico Paranaense 1 x 0 Red Bull Bragantino

Montevidéu recebeu a única final da Sul-Americana entre duas equipes brasileiras. O Estádio Centenário foi palco da partida entre o emergente Red Bull Bragantino e o Athletico Paranaense, que se sagrou bicampeão três anos depois de conquistar o continente.

Melhor para o Furacão, que venceu por 1 a 0 com gol do atacante Nikão aos 29 minutos. O Massa Bruta até tentou, mas não conseguiu empatar o placar e ficou pelo caminho.

2022: Independiente del Valle 2 x 0 São Paulo

Córdoba voltou a receber uma final da Copa Sul-Americana em 2022, desta vez com torcida. Independiente del Valle e São Paulo se enfrentaram no Estádio Mário Kempes com a expectativa de serem bicampeões 一 vencida pelos equatorianos por 2 a 0.

Comandados por Martín Anselmi, os equatorianos venceram com autoridade e viram o atacante Lautaro Díaz e o meia Lorenzo Faravelli serem os nomes do jogo 一 com um gol e uma assistência cada. Já o Tricolor Paulista do ídolo Rogério Ceni até criou mais, embora não tenha conseguido vencer o goleiro Moisés Ramirez e ainda perdeu Jonathan Calleri e Diego Costa por explusão.

2023: LDU de Quito 1 (4) x 1 (3) Fortaleza

Outra decisão no Uruguai, desta vez em Maldonado. O Estádio Domingo Burgueño viu o Fortaleza colocar o nordeste do Brasil na sua primeira decisão continental, que foi jogada contra a LDU de Quito.

O Leão do Pici saiu na frente no começo do segundo tempo com o atacante Lucero, mas o meia Lisandro Alzugaray sacramentou o empate por 1 a 1. Nas penalidades máximas, Thiago Galhardo, Tinga e Yago Pikachu até deram esperança para os brasileiros, mas os equatorianos se recuperaram e venceram a disputa por 4 a 3 一 conquistando seu segundo título.

2024: Racing 3 x 1 Cruzeiro

Decisão mais recente da Copa Sul-Americana, a edição de 2024 voltou para o General Pablo Rojas, em Assunção. O Racing se classificou com o sonho de encerrar uma longa espera para voltar à glória continental, enquanto o Cruzeiro chegou com a expectativa de coroar seu retorno à disputa de títulos depois de anos difíceis.

Mostrando firmeza e autoridade, a Academia abriu o placar com o meia Agustín Almendra e o atacante Adrián Martínez. O centroavante Kaio Jorge diminuiu para a Raposa no começo do segundo tempo, mas a equipe de Fernando Diniz não parou no goleiro Gabriel Arias. Nos acréscimos, o atacante Roger Martínez sacramentou o placar de 3 a 1 para os argentinos.

2025: Lanús x Atlético-MG

Falamos muito do passado e é hora de falar sobre o futuro: a final da Copa Sul-Americana 2025, que será jogada no dia 22 de Novembro, às 17h. A CONMEBOL pretendia realizá-la em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, mas mudou a sede para a capital do Paraguai 一 desta vez no Defensores del Chaco, também em Assunção.

O Lanús fará sua terceira final e tenta conquistar o segundo título depois de 12 anos. Já o Atlético-MG chega à decisão pela primeira vez e sonha com a taça inédita. Ainda faltam alguns dias para a partida e você já pode se planejar para dar os seus palpites na partida 一 já que a Portaria MESP nº 125/2024 autoriza apostas em Futebol. Enquanto espera nosso guia, dá pra dar uma lida na Enciclopédia de Apostas Esportivas para se preparar.

E não se esqueça: apostas são diversão, não investimento, e apenas para maiores de 18 anos. Estude dados, estatísticas e Mercados para planejar a sua experiência e jogue de maneira consciente 一 já que existem riscos à sua saúde mental e financeira muito piores que ver seu time perder uma final.

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