Guia da Copa América 2024: conheça as equipes, favoritos e como apostar no torneio!
CONMEBOL e CONCACAF se juntam novamente para organizar o maior torneio do continente americano. Confira o Guia da Copa América 2024 da Blaze e saiba tudo sobre a competição!
O maior clichê futebolístico não existe à toa: a bola vai rolar! Vem aí a 48ª edição da Copa América. Mais uma vez, a competição sul-americana chega à porção norte do continente e vai acontecer nos Estados Unidos, pela segunda vez, após oito anos. Times da CONMEBOL e da CONCACAF se juntam para uma edição fermentada do torneio e com ainda mais oportunidades de apostas esportivas!
Depois da Copa América Centenário acontecer nos EUA, em 2016, a competição volta ao país que será a principal das três sedes da Copa do Mundo 2026. Lá, México e Canadá se juntam para receber jogadores e torcedores do mundo inteiro.
Por enquanto, apenas americanos, de Nunavut à Tierra del Fuego, entram em campo e você vai ficar por dentro de tudo neste guia especial preparado pela Blaze. Aprenda cada detalhe sobre a Copa América 2024 e os times que vão participar para preparar as suas apostas e marcar gols até levar o troféu continental!
Onde será a Copa América 2024?
Em terras norte-americanas, 14 cidades vão receber as 32 partidas da competição. A abertura, no dia 20 de junho, entre Argentina e Canadá, acontecerá em Atlanta, na Geórgia, no Mercedes-Benz Stadium. A final, marcada para 14 de julho, por sua vez, será no Hard Rock Stadium, em Miami, na Flórida. O estado tem duas sedes, com Orlando recebendo jogos no Inter&Co Stadium.
A Califórnia e o Texas são outros dois estados com mais de uma cidade sede. O primeiro terá jogos em Inglewood, na região de Los Angeles, no SoFi Stadium, e em Santa Clara, perto de São Francisco, no Levi's Stadium. Já o Texas recebe partidas no AT&T Stadium, em Arlington, na área de Dallas–Fort Worth, em Austin, no Q2 Stadium, e ainda em Houston, no NRG Stadium.
Outros seis, dos 50, estados dos EUA vão receber a Copa América 2024. Em Charlotte, Carolina do Norte, o Bank of America Stadium é o local, com East Rutherford, em Nova Jersey, mas bem perto de Nova York, o MetLife Stadium é a casa da competição. Duas Kansas City diferentes, uma no Kansas e a outra no Missouri, terão jogos nos Children's Mercy Park e no Arrowhead Stadium, respectivamente.
Ainda, indo em direção ao oeste dos Estados Unidos, dois estados desérticos serão oásis para os fãs de futebol. Em Glendale, perto de Phoenix, no Arizona, o State Farm Stadium é a sede. Já na cidade da luz, Las Vegas, em Nevada, o local é o Allegiant Stadium.
Onde assistir à Copa América 2024?
Os torcedores das seleções que vão disputar a Copa América 2024 têm diversas opções para assistir à competição. Dá para ver em canais de TV aberta, na televisão fechada e ainda em transmissões via streaming.
Os brasileiros podem acompanhar as partidas pelos canais do Grupo Globo. A Rede Globo fica com os jogos do Brasil nas fases de grupo. Ainda dá para ver duas partidas das quartas de final, as semifinais e a grande decisão. Já o canal fechado Sportv exibe toda a competição.
Para quem preferir ver pela internet, dá para acompanhar pelo ge e pelo Globoplay. Outra opção de streaming é o Paramount+, também com todos os jogos do torneio.
Qual é o formato da Copa América 2024?
A Copa América 2024 mantém o seu formato clássico, mas com uma leve modificação, já que mais times estão participando do torneio. Se antes, com os 10 sul-americanos mais dois convidados, passavam os dois melhores de cada grupo e outros dois melhores 3º colocados, a adição de um grupo extra muda um pouco as coisas.
Como são 16 times divididos em quatro grupos, apenas 1º e 2º lugar avançam para o mata-mata, começando nas quartas de final. Com a pontuação tradicional do futebol de três pontos por vitória e um por empate, há ainda critérios para definir quem avança em caso de pontos iguais.
São seis critérios, usados na ordem em que aparecem no regulamento. O primeiro é o saldo de gols, seguido pelo número de gols marcados. Em seguida, é observado o confronto direto entre as equipes empatadas. Quantidade de cartões vermelhos e amarelos também podem definir quem avança.
Caso, ainda assim, os times continuem em igualdade, a CONMEBOL vai realizar um sorteio para decidir quem entra no mata-mata da Copa América. Após as quartas, a fase eliminatória do continental tem ainda as semifinais e a grande decisão.
Um adendo interessante de se lembrar é que, entre muitas mudanças ao longo de um século de competição, houve as trocas de anos. Em 2007, a competição passou a ser disputada a cada quatro anos, mas em anos ímpares. Foi então em 2018 que A CONMEBOL pediu à Fifa para alinhar o calendário com o da Eurocopa. Assim, 2020 foi a edição anterior do torneio.
Quem é o favorito para vencer a Copa América 2024?
Em mais uma competição do Novo Mundo, os principais favoritos são Brasil e Argentina. Mas a histórica rivalidade entre brasucas e hermanos pende para a região do Rio da Prata. A Argentina é a grande favorita a levar mais um troféu, o 16º, do torneio, com odd de 2.7. Além de ter conquistado a última Copa América, a equipe ainda comemorou o tricampeonato da Copa do Mundo em 2022, finalmente coroando Lionel Messi com a camisa azul celeste.
A seleção canarinho aparece em seguida, com 3.2. A odd reflete o histórico recente, com a Argentina liderando o ranking da Fifa e o Brasil aparecendo em 5º lugar. Os brasileiros, porém, vão lutar para reverter a situação, já que contam com um time reformulado, agora sob o comando do técnico Dorival Júnior e a batuta de Vinícius Júnior, campeão da Liga dos Campeões com o Real Madrid, em campo.
O pódio de odds é fechado pelo Uruguai, também histórico vencedor da Copa América, com 15 títulos. O último, porém, foi em 2011 e, com a odd de 5.95, fica a cargo do técnico Marcelo Bielsa retomar o rumo da consagração. O primeiro time da CONCACAF a aparecer é o México, com 12.3.
Antes mais um convidado nesta corrida, aparece a Colômbia do meia veterano James Rodríguez, com 12.5. Os Estados Unidos ocupam o caminho dos sul-americanos, com odds de 12.8. E o pessoal da Terra do Tio Sam tem motivos de sobra para chegar neste espaço, pois vêm do tricampeonato da Liga das Nações da confederação daquele lado do continente, liderados por Christian Pulisic e a geração de ouro.
As odds seguem, mostrando três integrantes da CONMEBOL seguidos: Equador, com 16.8, Chile, com 29.0, e Peru, com 51.0. O Canadá e o Paraguai têm a mesma probabilidade de vencer a Copa América, com 67.0. A Venezuela tem odd de 69.0. As quatro seleções que fecham a lista são Costa Rica (105.0), Jamaica (155.0), Bolívia (170.0) e Panamá (210.0).
Grupo A
O Grupo A da Copa América reúne dezenove títulos de Copa América, sendo a maioria deles da Argentina: quinze. Atual campeã do torneio e da Copa do Mundo, a Albiceleste é a principal favorita com Odd de 1.25 para liderar o grupo.
Bicampeão em 2015 e 2016, o Chile vem logo em seguida como segunda força do Grupo B: a Odd para conseguir a liderança é de 7.0. Já o Peru vem logo atrás, com bicampeão de 1939 e 1975 tendo uma cotação de 11.0 para terminar a fase de grupos no topo.
Já o Canadá é o grande azarão e jogará a competição pela primeira vez. Apesar de ter uma boa geração, a Odd de 13.0 para surpreender seus três adversários aponta para uma missão difícil. Será que os Canucks podem surpreender?
Argentina
Atual campeã da Copa América ao vencer o Brasil em pleno Maracanã, a Argentina é a favorita ao título 一 que, caso se concretize, a tornará a maior vencedora do torneio. A Albiceleste de Lionel Scaloni é a atual campeã da Copa do Mundo e vem de ótimos resultados desde quando quebrou o tabu de 28 anos sem conquistas em 2021.
Liderada por Lionel Messi, eleito o melhor jogador do mundo oito vezes, o experiente ponta Angel Di María e o goleiro Emiliano Martínez, a Seleção Argentina também conta com nomes emergentes como o volante Enzo Fernández e os atacantes Lautaro Martínez e Julián Alvarez.
A expectativa é de, no mínimo, chegar perto do décimo sexto título da Copa América. Por se tratar da equipe melhor entrosada da competição e com um treinador que sabe extrair o melhor de seus nomes, não será surpreendente se os argentinos vencerem a competição pela segunda vez consecutiva.
Convocação da Argentina para a Copa América 2024
- Goleiros: Emiliano Martínez (Aston Villa), Franco Armani (River Plate) e Gerónimo Rulli (Ajax);
- Defensores: Cristian Romero (Tottenham), Germán Pezzella (Real Bétis), Gonzalo Montiel (Nottingham Forest), Lucas Martínez Quarta (Fiorentina), Marcos Acuña (Sevilla), Nahuel Molina (Atlético de Madrid) e Nicolás Otamendi (Benfica);
- Meio-campistas: Alejandro Garnacho (Manchester United), Alexis Mac Allister (Liverpool), Enzo Fernández, (Chelsea), Exequiel Palacios (Bayer Leverkusen), Giovanni Lo Celso (Tottenham), Guido Rodríguez (Real Bétis), Leandro Paredes (Roma), Rodrigo De Paul (Atlético de Madri) e Valentín Carboni (Mônaco);
- Atacantes: Angel Di María (Benfica), Lionel Messi (Inter Miami), Julián Alvarez (Manchester City), Lautaro Martínez (Inter de Milão) e Nicolás González (Fiorentina).
Principais destaques da Argentina
Se o atacante Lionel Messi já foi criticado por um desempenho decepcionante na Seleção Argentina, estes dias acabaram. Principal referência da Albiceleste, o jogador do Inter Miami é o décimo segundo maior artilheiro da Copa América, com 13 gols em 34 partidas. Aos 36 anos, ele vem de bom desempenho nos Estados Unidos: balançou as redes 14 vezes e deu 11 assistências em 15 jogos.
Surpresa da Copa do Mundo de 2022, o volante Enzo Fernández vem de uma temporada aquém do esperado pelo Chelsea 一 o que se explica por uma hérnia, que dificultou suas partidas. Ele marcou 7 gols e 3 assistências em 40 jogos pelos Blues e, recuperado de cirurgia para tratar do problema físico, a expectativa é que o jovem de 23 anos seja uma das referências da Argentina.
Já o goleiro Emiliano Martínez se firmou como titular da Argentina. Convocado pela primeira vez aos 28 anos, Dibu Martínez foi decisivo para os títulos da Copa América de 2021, da Finalíssima de 2022 e da Copa do Mundo de 2022 一 defendendo pênaltis com seu estilo provocador. Pelo Aston Villa, conseguiu a classificação para a Champions League e não foi vazado em 15 das 47 partidas que jogou.
Retrospecto recente da Argentina
- 13 Vitórias: Panamá (2 a 0), Curaçao (7 a 0), Austrália (2 a 0), Indonésia (2 a 0), Equador (1 a 0), Bolívia (3 a 0), Paraguai (1 a 0), Peru (2 a 0), Brasil (1 a 0), El Salvador (3 a 0), Costa Rica (3 a 1), Equador (1 a 0) e Guatemala (4 a 1)
- 1 Derrota: Uruguai (2 a 0)
Histórico da Argentina na Copa América
A Seleção Argentina é a maior campeã da Copa América, com quinze títulos. Além disso, a Albiceleste ficou no segundo lugar em outras quatorze ocasiões, também ficando na terceira posição cinco vezes e na quarta em duas edições.
São 123 vitórias, 39 empates e 31 derrotas da Argentina nas 41 edições da Copa América em que ela participou. Não à toa, é o melhor ataque no histórico da competição com 462 gols, enquanto a defesa foi vazada 179 vezes.
Na última edição da Copa América, a Argentina derrotou o Brasil por 1 a 0 em pleno Maracanã. O gol de Angel Di María encerrou o tabu de 28 anos da maior campeã do torneio sem ser campeã.
Time base da Argentina
Formação: 4-4-2
Escalação: Emiliano Martínez; Nahuel Molina, Cristian Romero, Lizandro Martínez e Marcos Acuña; Giovani Lo Celso, Enzo Fernández, Rodrigo de Paul e Alexis Mac Allister; Lionel Messi e Lautaro Martínez.
Chile
Depois de ficar fora de duas Copas do Mundo consecutivas e uma má campanha nas eliminatórias para o próximo torneio, o Chile trouxe o ex-técnico do seu maior rival: o argentino Ricardo Gareca, que treinou o Peru por sete anos e os levou ao mundial pela primeira vez em 36 anos.
Jogadores do bicampeonato da Copa América de 2015 e 2016 como o goleiro Claudio Bravo e os atacantes Eduardo Vargas e Alexis Sánchez serão a voz da experiência de um elenco em reformulação. Se juntam a eles nomes da nova geração como o atacante Ben Brereton Díaz e o volante Erick Pulgar, que tentarão fazer La Roja atingir etapas mais avançadas que as quartas de final 一 onde foram derrotadas pelo Brasil em 2021.
Convocação do Chile para a Copa América 2024
- Goleiros: Claudio Bravo (Real Bétis), Gabriel Arias (Racing) e Brayan Cortés (Colo-Colo);
- Defensores: Gabriel Suazo (Toulouse), Guillermo Maripán (Mônaco), Paulo Díaz (River Plate), Mauricio Isla (Independiente), Benjamin Kuscevic (Fortaleza), Igor Lichnvsky (América), Matías Catalán (Talleres), Thomas Galdames (Godoy Cruz) e Nicolás Fernández (Audax Italiano);
- Meio-campistas: Erick Pulgar (Flamengo), Darío Osorio (Midtjylland), Marcelino Núñez (Norwich City), Diego Valdés (América), Rodrigo Echeverría (Huracán), César Pérez (Unión La Calera), Esteban Pavez (Colo-Colo) e Maximiliano Guerrero (Universidad de Chile);
- Atacantes: Alexis Sánchez (Inter de Milão), Ben Brereton Díaz (Sheffield United), Eduardo Vargas (Atlético-MG), Victor Dávila (CSKA), Marcos Bolados e Cristián Zavala (Colo-Colo).
Principais destaques do Chile
Nascido em Stoke-on-Trent, na Inglaterra, e filho de chilenos, o atacante Ben Brereton Díaz optou por defender o Chile e jogará seu primeiro torneio pela Seleção 一 onde já possui 7 gols em 30 jogos. Entre os poucos destaques de um Sheffield United lanterna da Premier League, ele registrou 6 gols e 1 assistência na temporada.
Titular de um Flamengo com potencial de conquistar todos os títulos do ano, o volante Erick Pulgar se destaca nas bolas recuperadas e interceptadas, em média 3.6 e 1.6 por partida. Presente em praticamente todas as partidas de La Roja nas eliminatórias da Copa do Mundo, ele é um dos pilares de um Chile que quer voltar a encantar.
Recebendo mais oportunidades pela Seleção neste período de reformulação, o meia Diego Valdés vem sendo uma peça importante de Ricardo Gareca. Pelo América foram 5 gols e 3 assistências nas 21 partidas que jogou na temporada, enquanto pelo Chile são 2 gols e 4 assistências em 31 oportunidades.
Retrospecto recente do Chile
- 6 Vitórias: Paraguai (3 a 2), Cuba (3 a 0), República Dominicana (5 a 0), Peru (2 a 0), Albânia ( 3 a 0) e Paraguai (1 a 0);
- 3 Empates: Bolívia (0 a 0), Colômbia (0 a 0) e Paraguai (0 a 0);
- 4 Derrotas: Uruguai (3 a 1), Venezuela (3 a 0), Equador (1 a ) e França (3 a 2).
Histórico do Chile na Copa América
Sob o comando do argentino Jorge Sampaoli, o Chile conquistou seus únicos dois títulos de Copa América em 2015 e 2016 一 ambos superando a Argentina nos pênaltis. La Roja ainda bateu na trave quatro vezes, perdendo as finais de 1955, 1956, 1979 e 1987. Além disso, a Seleção Chilena terminou a competição em terceiro lugar cinco vezes e na quarta colocação em outras onze edições.
La Roja fez um total de 183 partidas da Copa América com 66 vitórias, 31 empates e 86 derrotas. São 288 gols marcados e 316 sofridos, desempenho que a coloca no quarto lugar do ranking histórico do torneio.
Na Copa América de 2021, o Chile foi derrotado pelo Brasil nas quartas de final por 1 a 0. Quem marcou o gol da partida no Estádio Nilton Santos foi o meia Lucas Paquetá, que faz parte do plantel brasileiro neste ano.
Time base do Chile
Formação: 4-3-2-1
Escalação: Claudio Bravo; Mauricio Isla, Guillermo Maripán, Paulo Díaz e Gabriel Suazo; Marcelino Núñez e Erick Pulgar; Victor Dávila, Alexis Sánchez e Diego Valdés; Eduardo Vargas.
Peru
Lanterna das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 com dois empates e quatro derrotas, o Peru decidiu trocar de treinador e trouxe o experiente Jorge Fossati 一 campeão peruano com o Universitário. Até aqui a mudança trouxe resultado, com quatro vitórias e um empate sob o comando do uruguaio.
Com a geração que classificou a Blanquirroja para a Copa do Mundo depois de 36 anos envelhecendo, alguns nomes como o goleiro Pedro Gallese, o lateral direito Luis Advíncula e o artilheiro Paolo Guerrero continuam no plantel 一 e o meia Cueva foi chamado apesar de não jogar desde fevereiro, quando deixou o Al-Fateh.
Convocação do Peru para a Copa América 2024
- Goleiros: Pedro Gallese (Orlando City), Carlos Cáceda (Melgar) e Diego Romero (Universitário);
- Defensores: Luis Advíncula (Boca Juniors), Oliver Sonne (Silkeborg), Marcos López (Feyenoord), Alexander Callens (AEK), Luis Abram (Atlanta United), Carlos Zambrano (Alianza Lima), Miguel Araujo (Portland Timbers), Anderson Santamaria (Atlas) e Aldo Corzo (Universitário);
- Meio-campistas: André Carillo (Al-Qadisiyah), Pedro Quispe (Pumas), Christian Cueva (Al-Fateh), Sergio Peña (Malmö), Bryan Reyna (Belgrano), Wilder Cartagena (Orlando City), Andy Polo (Universitário), Jesús Castillo (Gil Vicente) e Franco Zanelatto (Alianza Lima);
- Atacantes: Gianluca Lapadula (Cagliari), Paolo Guerrero (Universidad César Vallejo), Joao Grimaldo (Sporting Cristal), Edison Flores e José Rivera (Universitário).
Principais destaques do Peru
Aos 40 anos, Paolo Guerrero está nos últimos anos de sua carreira e participará de sua quinta Copa América 一 sendo o sexto maior artilheiro da história do torneio com 14 gols. Por causa da idade avançada, o maior artilheiro da Seleção Peruana vem sendo opção no banco, embora os 3 gols e 1 assistência nas 9 partidas que jogou pelo Universidad César Vallejo mostrando que ele ainda tem lenha para queimar.
Destaque do Boca Juniors vice-campeão da Libertadores, o lateral direito Luis Advincula é importante defensiva e ofensivamente. Com 4 assistências em 23 partidas na temporada, o experiente defensor já jogou 119 partidas pelo Peru e marcou 2 gols desde 2010.
Em meio à péssima campanha nas eliminatórias, o experiente goleiro Pedro Gallese vem sendo um dos principais nomes da Blanquirroja. Com 5 clean sheets em 18 jogos do Orlando City em 2024, ele tem média de 2.6 defesas por partida, o que representa 62% dos chutes contra sua meta. Titular absoluto do Peru, ele possui 106 partidas pela Seleção.
Retrospecto recente do Peru
- 4 Vitórias: Coréia do Sul (1 a 0), Nicarágua (2 a 0), República Dominicana (4 a 1) e El Salvador (1 a 0);
- 4 Empates: Marrocos (0 a 0), Paraguai (0 a 0), Venezuela (1 a 1), Paraguai (0 a 0);
- 6 Derrotas: Alemanha (2 a 0), Japão (4 a 1), Brasil (1 a 0), Chile (2 a 0), Argentina (2 a 0), Bolívia (2 a 0).
Histórico do Peru na Copa América
O Peru venceu a Copa América duas vezes: em 1939 com o artilheiro Teodoro Fernández Meyzán e em 1975 com Teófilo Cubillas sendo o melhor jogador do torneio. A Blanquirroja foi vice-campeã apenas uma vez, perdendo a final de 2019 para o Brasil. Além disso, a equipe ficou em terceiro lugar oito vezes e amargou a quarta posição em outras seis edições.
No total, a Seleção Peruana fez 154 partidas de Copa América com 56 vitórias, 37 empates e 61 derrotas. Para completar, a equipe balançou as redes 221 vezes e foi vazada outras 241.
Na Copa América de 2021, o Peru chegou à semifinal e perdeu para o Brasil pelo placar mínimo. O carrasco da equipe foi o meia Lucas Paquetá.
Time base do Peru
Formação: 3-5-2
Escalação: Pedro Gallese; Alexander Callens, Carlos Zambrano e Luis Abram; Luis Advíncula, Sergio Peña, Wilder Cartagena, Jesus Castillo e Marcos López; Gianluca Lapadula e Paolo Guerrero.
Canadá
Depois de 36 anos fora da Copa do Mundo, o Canadá se classificou à competição em 2022 e, apesar das três derrotas, teve bom desempenho. Isso se deve à boa geração com destaques como o lateral esquerdo Alphonso Davies e o centroavante Jonathan David, que vêm chamando atenção na Europa e conquistando títulos por Bayern de Munique e Lille.
Depois do inglês John Herdman trocar os Canucks pelo Toronto FC, o substituto foi o americano Jesse Marsh 一 com passagens por Leeds United e Red Bull Leipzig. Finalmente jogando a Copa América depois de desistir do torneio há 13 anos, o objetivo do Canadá é se preparar para ter um bom desempenho no mundial de 2026.
Convocação do Canadá para a Copa América
- Goleiros: Dayne St. Clair (Minnesota United), Tom McGill (Brighton) e Maxime Crépeau (Portland Timbers);
- Defensores: Alphonso Davies (Bayern de Munique), Tajon Buchanan (Inter de Milão), Alistair Johnston (Celtic), Derek Cornelis (Malmö), Joel Waterman (Montreal), Moise Bambito (Colorado Rapids), Luc de Fougerolles (Fulham) e Kyle Hiebert (St. Louis City);
- Meio-campistas: Stephen Eustaquio (Porto), Ismael Koné (Watford), Liam Millar (Preston North End), Jonathan Osorio e Richie Laryea (Toronto FC), Junior Hoilett (Aberdeen), Ali Ahmed (Vancouver Whitecaps) e Samuel Piette e Mathieu Choinière (Montreal);
- Atacantes: Jonathan David (Lille), Cylle Larin (Mallorca), Thelonius Bair (Motherwell), Jacob Shaffelburg (Nashville), Tani Oluwaseyi (Minnesota United) e Jacen Russell-Rowe (Columbus Crew).
Principais destaques do Canadá
O Bayern de Munique não teve uma temporada das melhores, mas Alphonso Davies foi uma das poucas boas notícias dos Bávaros. Apesar de ter perdido quatro partidas por uma distensão, o canadense marcou 3 vezes e deu 6 assistências nos 42 jogos que disputou. Sua qualidade ofensiva o coloca como um dos principais jogadores sub-23 do planeta, com seus 15 gols em 47 partidas pela Seleção Canadense falando por si só.
Titular de um Watford que passou longe de uma classificação à primeira divisão da Inglaterra, o volante Ismael Koné foi um dos poucos destaques da campanha. Aos 22 anos, ele registrou uma média de 3 desarmes e 1 interceptação por partida. Pela Seleção Canadense já são 2 gols em 19 partidas e um futuro promissor.
Já o centroavante Jonathan David é o jogador canadense mais caro da história ao ser vendido para o Lille por € 27 milhões. Pelos franceses, ele marcou 26 vezes e deu 9 assistências nas 47 partidas que jogou na temporada, sendo um nome que chama atenção das potências europeias. Titular absoluto dos Canucks, ele tem 26 gols em 26 jogos.
Retrospecto recente do Canadá
- 6 Vitórias: Curaçao (2 a 0), Honduras (4 a 1), Panamá (2 a 0), Cuba (4 a 2), Jamaica (2 a 1) e Trinidad e Tobago (4 a 0);
- 4 Empates: Guadalupe (2 a 2), Guatemala (0 a 0), Estados Unidos (2 a 2, derrotado por 3 a 2 nos pênaltis) e França (0 a 0);
- 4 Derrotas: Estados Unidos (2 a 0), Japão (4 a 1), Jamaica (3 a 2) e Holanda (4 a 0).
Histórico do Canadá na Copa América
O Canadá fará sua primeira participação na Copa América, embora tenha tido duas oportunidades de disputar o torneio. Em 2001, os Canucks foram convidados pela CONMEBOL e acabaram desistindo devido à Guerra Civil na Colômbia.
Outra oportunidade foi a Copa América Centenário, realizada nos Estados Unidos em 2016. A CONCACAF teve seis equipes na competição, embora as vagas tenham sido concedidas com base no desempenho das Seleções em suas competições 一 o que excluiu o Canadá.
Time base do Canadá
Formação: 4-4-2
Escalação: Maxime Crépeau; Alistair Johnston, Moise Bombito, Derek Cornelius e Alphonso Davies; Tajon Buchanan, Ismael Koné, Stephen Eustaquio e Liam Millar; Cyle Larin e Jonathan David.
Grupo B
O México pode estar vivendo um período de reformulação, mas são vistos como favoritos à liderança do Grupo B. Com Odd de liderança de 2.1, os Aztecas tentam se reerguer e repetir as campanhas de 1993 e 2001, onde foram vice-campeões.
Já o Equador não fica muito atrás e tem cotação de 2.6 para liderar o grupo. Apesar de nunca ter vencido a Copa América, a Banana Mecânica conta com a promessa Kendry Paez para surpreender.
Quem também nunca venceu o torneio é a Venezuela, com Odd de 6.55 para chegar à liderança. A Vinotinto vem fazendo boa campanha nas eliminatórias para a Copa do Mundo e o bom trabalho de Fernando Batista começando a criar expectativas.
Mas a maior surpresa do grupo pode ser a Jamaica, que jogará a Copa América pela terceira vez. Os Reggae Boys nunca marcaram um gol ou venceram um jogo no torneio e contam com uma legião de atletas que jogam na Inglaterra para vencer a Odd de 10.1 de liderança.
México
Depois de ser o bicho papão das competições da CONCACAF, o México perdeu a hegemonia local para os Estados Unidos. Depois de uma Copa do Mundo decepcionante no Catar, quando caíram na fase de grupos pela primeira vez desde 1978, os Aztecas trouxeram Jaime Lozano para melhorar a situação.
Figurinhas carimbadas como o atacante Hirving Lozano, o centroavante Raúl Jiménez e até o goleiro Guillermo Ochoa foram deixados de lado neste processo de renovação. Nomes como o volante Edson Álvarez e os meias Orbelín Pineda e Luís Chávez são as principais esperanças dos Aztecas que podem até se dar bem no Grupo B, embora seja um mistério se chegarão longe no torneio.
Convocação do México para a Copa América
- Goleiros: Carlos Acevedo (Santos Laguna), Julio González (Pumas) e José Rangel (Chivas Guadalajara);
- Defensores: Johan Vásquez (Genoa), Jorge Sánchez (Porto), César Montes (Almería), Gerardo Arteaga (Monterrey), Israel Reyes (América), Jesús Orozco (Chivas Guadalajara) e Brian García (Toluca);
- Meio-campistas: Edson Álvarez (West Ham), Orbelín Pineda (AEK), Marcelo Flores (Tigres), Luis Chávez (Dínamo Moscou), Cesar Huerta (Pumas), Roberto Alvarado (Chivas Guadalajara), Erick Sánchez e Bryan González (Pachuca), Carlos Rodríguez (Cruz Azul), Luis Romo e Jordi Cortizo (Monterrey);
- Atacantes: Santiago Giménez (Feyenoord), Julián Quiñones (América), Alexis Vega (Toluca), Uriel Antuna (Cruz Azul) e Guillermo Martínez (Pumas).
Principais destaques do México
Melhor jogador do México na Copa Ouro de 2023, Luis Chávez também é destaque do Dínamo Moscou que briga pelo título do Campeonato Russo. Até o momento são 4 gols e 2 assistências em 32 partidas na temporada 一 além de 4 gols em 32 partidas pelos Aztecas.
Vice-campeão grego pelo AEK, o meia Orbelín Pineda será outro nome importante na reformulação mexicana. Na equipe grega, ele fez 4 gols e deu 3 assistências em 44 jogos 一 tendo balançado as redes 10 vezes em 70 jogos pela Seleção.
Sem Guillermo Ochoa, Julio González foi escolhido para ser o novo titular do México. Pelo Pumas, ele sofreu 47 gols e tem 14 clean sheets em 41 jogos no campeonato mexicano. Ele fez sua estreia pelos Aztecas nos amistosos preparatórios para a Copa América, com José Rangel sendo o reserva.
Retrospecto recente do México
- 12 Vitórias: Suriname (2 a 0), Guatemala (2 a 0), Panamá (1 a 0), Honduras (4 a 0), Haiti (3 a 1), Costa Rica (2 a 0), Jamaica (3 a 0), Panamá (1 a 0), México (2 a 0), Honduras (2 a 0), Panamá (3 a 0), Bolívia (1 a 0);
- 6 Empates: Jamaica (2 a 2), Estados Unidos (1 a 1), Camarões (2 a 2), Austrália (2 a 2), Uzbequistão (3 a 3), Alemanha (2 a 2)
- 7 Derrotas: Estados Unidos (3 a 0), Catar (1 a 0), Honduras (2 a 0), Colômbia (3 a 2), Estados Unidos (2 a 0), Uruguai (4 a 0) e Brasil (3 a 2).
Histórico do México na Copa América
O México é o país não filiado à CONMEBOL com melhor desempenho na Copa América. Vice-campeões em 1993 e 2001, os Aztecas ficaram em terceiro lugar três vezes: em 1997, 1999 e 2007.
Com dez participações no torneio, a Seleção Mexicana fez 48 partidas. São 19 vitórias, 13 empates e 16 derrotas, além de 66 gols marcados e 62 sofridos. O último jogo do México no torneio foi uma partida para se esquecer: uma goleada de 7 a 0 contra o Chile que sacramentou a eliminação nas quartas de final da Copa América Centenário.
Time base do México
Formação: 4-3-3
Escalação: Julio González; Israel Reyes, Edson Álvarez, Johan Vásquez e Gerardo Arteaga; Luis Chávez, Luis Romo e Carlos Rodríguez; Uriel Antuna, Santiago Giménez e Julián Quiñones.
Equador
Eliminado na fase de grupos da Copa do Mundo do Catar e fazendo uma campanha razoável nas eliminatórias para 2026, o Equador conta com o espanhol Félix Sánchez para fazer uma Copa América melhor que a anterior 一 onde caiu nas quartas de final.
Com nomes experientes como o centroavante Enner Valencia, o elenco da Banana Mecânica conta com nomes de qualidade como o zagueiro Félix Torres, o volante Moisés Caicedo e a promessa Kendry Paez 一 já titular aos 17 anos. Apesar de nunca ter chegado à final, o objetivo é tentar igualar ou superar a campanha de 1993, quando terminou na quarta posição.
Convocação do Equador para a Copa América
- Goleiros: Moisés Ramírez (Independiente Del Valle), Alexander Domínguez (LDU) e Hernán Galíndez (Huracán);
- Defensores: Piero Hincapié (Bayer Leverkusen), Félix Torres (Corinthians), Willian Pacho (Eintracht Frankfurt), Jackson Porozo (Kasımpaşa), Joel Ordóñez (Club Brugge), Andrés Hurtado (Red Bull Bragantino), Andres Micolta (Pachuca) e Layan Loor (Universidad Católica del Equador);
- Meio-campistas: Moisés Caicedo (Chelsea), Kendry Páez e Joao Ortíz (Independiente Del Valle), Ángelo Preciado (Sparta Praga), José Cifuentes (Cruzeiro), Ángel Mena (León), Alan Franco (Atlético Mineiro), Alan Minda (Cercle Brugge), Carlos Gruezo (San Jose Earthquakes), Janner Corozo (Barcelona de Guayaquil);
- Atacantes: Enner Valencia (Internacional), Jeremy Sarmiento (Brighton), Kevin Rodriguez (Union Saint-Gilloise), John Yeboah (Raków Częstochowa) e Jordy Caicedo (Atlas).
Principais destaques do Equador
Revelação do Independiente Del Valle, o meia Kendry Paez já mostra que tem tudo para ser o presente e futuro da Seleção Equatoriana. Aos 17 anos, ele possui 5 gols e 5 assistências em 19 partidas pelo clube, já tendo jogado 9 vezes pela Banana Mecânica e balançando as redes 1 vez e participado de outros 3 gols.
Contratado pelo Chelsea por £ 90 milhões, o volante Moisés Caicedo é central para o meio de campo equatoriano. Com média de 2.6 desarmes e 5.7 interceptações por partida, ele é titular absoluto da Seleção e já acumula 42 jogos defendendo seu país.
Aos 34 anos, o centroavante Enner Valencia é a referência técnica do Equador. Pelo Internacional ele possui 6 gols e 3 assistências em 14 jogos na temporada, mostrando seu poderio como artilheiro balançando as redes 41 vezes e dando 12 assistências em 86 jogos pela Banana Mecânica.
Retrospecto recente do Equador
- 9 Vitórias: Austrália (2 a 1), Bolívia (1 a 0), Equador (3 a 1), Uruguai (2 a 1), Bolívia (2 a 1), Chile (1 a 0), Guatemala (2 a 0), Bolívia (3 a 1) e Honduras (2 a 1);
- 2 Empates: Colômbia (0 a 0) e Venezuela (0 a 0);
- 4 Derrotas: Austrália (3 a 1), Argentina (1 a 0), Itália (2 a 0) e Argentina (1 a 0).
Histórico do Equador na Copa América
O Equador é um dos únicos países sul-americanos que nunca venceu a Copa América. As melhores campanhas da Banana Mecânica no torneio culminaram no quarto lugar: em 1959, quando a competição tinha apenas quatro equipes, e 1993, quando perderam a decisão pela terceira posição para a Colômbia por 1 a 0.
Assim, a Seleção Equatoriana totaliza 121 partidas em 27 edições do torneio, com 16 vitórias, 23 empates e 82 derrotas. Sofreram 318 gols e marcaram outros 129.
Em 2021, a Banana Mecânica ficou no quarto lugar do Grupo B. Nas quartas de final, enfrentou a Argentina e perdeu por 3 a 0 para a equipe que se sagrou campeã da competição.
Time base do Equador
Formação: 4-2-3-1
Escalação: Alexander Domínguez; Ángelo Preciado, Félix Torres, Willian Pacho e Piero Hincapié; Alan Franco e Moisés Caicedo; John Yeboah, Kendry Páez e Jeremy Sarmiento; Enner Valencia.
Venezuela
Sem tanta força no futebol de Seleções, a Venzuela está dando o que falar nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Com a demissão do técnico argentino José Pékerman no início de 2023, seu compatriota Fernando Batista foi efetivado no cargo e colocou a Vinotinto no quarto lugar 一 à frente até do Brasil.
O desempenho faz com que os venezuelanos comecem a sonhar com uma classificação para, quem sabe, fazer tão bonito quanto o quarto lugar de 2011. Lideranças técnicas como os meias Jefferson Savarino e Yeferson Soteldo, a experiência do volante Tomás Rincón e a segurança do goleiro Rafael Romo são as principais esperanças da equipe.
Convocação da Venezuela para a Copa América
- Goleiros: Joel Graterol (América de Cali), Rafael Romo (Universidad Católica del Ecuador) e José Contreras (Rionegro Águilas Doradas);
- Defensores: Nahuel Ferraresi (São Paulo), Yordan Osorio (Parma), Wilker Ángel (Criciúma), Miguel Navarro (Talleres), Christian Makoun (Anorthosis Famagusta), Alexander González (Emelec) e Jhon Chancellor (Metropolitanos);
- Meio-campistas: Yeferson Soteldo (Grêmio), Yangel Herrera (Girona), Tomás Rincón (Santos), Jefferson Savarino (Botafogo), Kervin Andrade (Fortaleza), Cristian Cásseres Jr. (Toulouse), Telasco Segovia (Casa Pia), Jon Aramburu (Real Sociedad), José Martínez (Philadelphia Union), Eduard Bello (Mazatlán), Matías Lacava (Vizela) e Daniel Pereira (Austin FC);
- Atacantes: Salomón Rondón (Pachuca), Darwin Machís (Cádiz), Jhonder Cádiz (Famalicão) e Eric Ramírez (Atlético Nacional).
Principais destaques da Venezuela
Referência técnica da Venezuela, o meia Yeferson Soteldo vem tendo uma temporada um pouco discreta no Grêmio: apenas 3 gols e 2 assistências em 17 jogos 一 embora tenha sido atrapalhado por problemas musculares na coxa. Recuperado, ele é a principal esperança da Vinotinto e é titular absoluto, tendo 4 gols e 8 assistências pelo país.
Entre as poucas boas notícias de um Santos que joga a segunda divisão, o volante Tomás Rincón tem média de 3 bolas recuperadas e 1 interceptação por partida, ajudando o sistema defensivo da Venezuela e ter maior segurança. São 132 partidas na Seleção para o experiente atleta de 36 anos.
Já o experiente goleiro Rafael Romo se tornou titular absoluto da Seleção Venezuelana e é um dos principais responsáveis pela boa campanha nas eliminatórias. Com média de 3.2 defesas por partida, ele evita que 86% das bolas chutadas em sua direção entrem na meta 一 com 8 clean sheets em 21 jogos.
Retrospecto recente da Venezuela
- 5 Vitórias: Arábia Saudita (2 a 1), Honduras (1 a 0), Guatemala (1 a 0) e Paraguai (1 a 0), Chile (3 a 0);
- 5 Empates: Uzbequistão (1 a 1), Brasil (1 a 1), Equador (0 a 0), Peru (1 a 1) e Guatemala (0 a 0);
- 3 Derrotas: Colômbia (1 a 0), Colômbia (1 a 0) e Itália (2 a 1).
Histórico da Venezuela na Copa América
A Venezuela é o país da CONMEBOL com pior desempenho na Copa América, com sua melhor campanha sendo o quarto lugar de 2011 一 quando foi goleada pelo Peru por 4 a 1 na disputa pelo terceiro lugar.
Em 17 participações, a Vinotinto jogou 66 partidas com 8 derrotas, 15 empates e 43 derrotas. Seu ataque marcou 50 vezes e a defesa foi vazada em 174 ocasiões.
Sua última participação foi digna de esquecimento: foi lanterna do Grupo B da Copa América de 2021 com dois empates e duas derrotas.
Time base da Venezuela
Formação: 4-2-3-1
Escalação: Rafael Romo; Alexander González, Nahuel Ferraresi, Yordan Osorio e Miguel Navarro; Daniel Pereira e Tomás Rincón; Jefferson Savarino, Yeferson Soteldo e Darwin Machís; Salomon Rondón.
Jamaica
Participando da Copa América pela terceira vez, a Jamaica é a principal candidata a papel de zebra. Sem nunca ter vencido uma partida ou balançado as redes no torneio, os Reggae Boys contam com um treinador que já participou de uma surpreendente campanha continental: Heimir Hallgrímsson, treinador da Islândia que chegou às semifinais da Euro 2016.
A Seleção Jamaicana chega repleta de reforços do futebol inglês que, na sua maioria, defendem clubes de divisões inferiores. No entanto, o centroavante Michail Antonio, o ponta Leon Bailey e o defensor Ethan Pinnock se destacam na elite. Resta saber se isso será suficiente para uma classificação.
Convocação da Jamaica para a Copa América
- Goleiros: Andre Blake (Philadelphia Union), Coniah Boyce-Clarke (Reading), Jahmali Waite (El Paso Locomotive) e Shaquan Davis (Mount Pleasant);
- Defensores: Ethan Pinnock (Brentford), Di'Shon Bernard (Sheffield Wednesday), Amari'i Bell (Lutton Town), Joel Latibeaudiere (Coventry City), Dexter Lembikisa (Wolverhampton), Michael Hector (Charlton Athletic), Damion Lowe (Philadelphia Union), Greg Leigh (Oxford United), Richard King (Cavalier FC), Wes Harding (Millwall) e Jonathan Bell (Seattle Sounders);
- Meio-campistas: Leon Bailey (Aston Villa), Bobby Decordova-Reid (Fulham), Kasey Palmer (Coventry City), Renaldo Cephas (Ankaragücü), Karoy Anderson (Charlton Athletic) e Kevon Lambert (San Antonio FC);
- Atacantes: Michail Antonio (West Ham), Demarai Gray (Al-Ettifaq), Shamar Nicholson (Clermont), Kaheim Dixon (Arnett Gardens) e Alex Marshall (Portmore United).
Principais destaques da Jamaica
Mudança de planos: o centroavante Michail Antonio jogará a Copa América pela Jamaica. Nome mais vitorioso do elenco, o atleta do West Ham é o principal candidato a quebrar o tabu dos Reggae Boys de nunca terem marcado um gol no torneio. O inglês filho de jamaicanos registrou 7 gols e 2 assistências em 32 partidas pelos Hammers 一 com 3 gols em 12 partidas pela Seleção desde sua estreia em 2021.
Outro destaque que joga na Premier League é o ponta Leon Bailey, peça importante da ótima temporada do Aston Villa. Foram 14 gols e 14 assistências em 52 jogos, ajudando os Villains a voltarem à Champions League. Pela Seleção Jamaicana ele possui 5 gols e 6 assistências em 6 participações.
Na defesa, o zagueiro Ethan Pinnock ajudou o Brentford a permanecer na elite inglesa. Aos 31 anos, o defensor foi titular em 31 partidas e chegou até a marcar 2 gols. Nascido em Londres, ele optou pela Jamaica e vem sendo titular do país caribenho desde sua primeira convocação em 2021.
Retrospecto recente da Jamaica
- 10 Vitórias: Trinidad e Tobago (4 a 1), St. Kitts and Nevis (5 a 0), Guatemala (1 a 0), Honduras (1 a 0), Granada (4 a 1), Haiti (3 a 2), Canadá (3 a 2), Panamá (1 a 0), República Dominicana (1 a 0) e Dominica (3 a 2);
- 6 Empates: Trinidad e Tobago (0 a 0), México (2 a 2), Estados Unidos (1 a 1), Haiti (2 a 2), Guatemala (0 a 0) e Trinidad e Tobago (0 a 0)
- 5 Derrotas: Catar (2 a 1), Jordânia (2 a 1), México (3 a 0), Canadá (2 a 1), Estados Unidos (3 a 1)
Histórico da Jamaica na Copa América
A Jamaica jogará a Copa América pela terceira vez 一 jogou a edição de 2015 como convidada foi uma das representantes da CONCACAF na edição de 2016 por ter vencido a Copa do Caribe de 2014.
No entanto, os números não são nem um pouco favoráveis para os Reggae Boys: eles perderam as seis partidas de Copa América que jogaram, sendo vazados nove vezes e nunca tendo marcado um gol no torneio.
Time base da Jamaica
Formação: 4-1-3-2
Escalação: Jahmali Waite; Tayvon Gray, Di'Shon Bernard, Michael Hector e Greg Leigh; Damion Lowe, Bobby Decordova-Reid, Daniel Johnson e Renaldo Cephas; Shamar Nicholson e Michail Antonio;
Grupo C
Fique de olho no maior campeão da Copa América! O Uruguai tem quinze títulos do torneio e vem de grande fase sob o comando de Marcelo Bielsa. Não à toa, a Odd de 1.73 para liderar o Grupo C a coloca como grande favorita à classificação.
Anfitriões, os Estados Unidos nunca venceram a Copa América e contam com uma geração promissora para tentar repetir as campanhas de 1995 e 2015, quando ficaram em quarto lugar. Pegando gosto pelo Soccer, os comandados de Gregg Berhalter tem Odd de 2.4 para liderar seu grupo.
Já o Panamá não fez boa campanha na Copa América quando participou, embora o dinamarquês Thomas Christiansen tenha guiado La Marea Roja para boas campanhas nos últimos anos. Com Odd de 17.1 para passar em primeiro lugar, o país caribenho é candidato improvável à classificação.
Quer dizer, não tanto quanto a Bolívia, cujos melhores desempenhos foram em seus domínios. Apesar de ter evoluído com o brasileiro Antônio Carlos Zago, La Verde é a equipe com pior retrospecto recente e tem Odd de 19.1 para liderar.
Uruguai
Depois de campanhas decepcionantes na Copa América de 2021 e na Copa do Mundo de 2022 para o que se espera do Uruguai, Diego Alonso deu lugar ao lendário Marcelo Bielsa. Fazendo ótima campanha nas eliminatórias, El Loco está conduzindo a reformulação da Celeste com tranquilidade e é uma das principais postulantes ao título que não vem há treze anos.
Com o centroavante Luis Suárez sendo o remanescente da última conquista, nomes como o goleiro Sérgio Rochet, o zagueiro José María Giménez e os volantes Rodrigo Bentancur e Manuel Ugarte 一 e, é claro, o artilheiro Darwin Núñez. A expectativa é liderar o Grupo C e chegar longe no torneio!
Convocação do Uruguai para a Copa América
- Goleiros: Sergio Rochet (Internacional), Franco Israel (Sporting) e Santiago Mele (Junior Barranquilla);
- Defensores: Ronald Araújo (Barcelona), José María Giménez (Atlético de Madri), Matías Viña e Guillermo Varela (Flamengo), Mathías Olivera (Napoli), Sebastián Cáceres (América), Lucas Olaza (Krasnodar) e Nicolás Marichal (Dínamo Moscou);
- Meio-campistas: Federico Valverde (Real Madrid), Giorgian De Arrascaeta e Nicolás de la Cruz (Flamengo), Facundo Pellistri (Granada), Rodrigo Bentancur (Tottenham), Manuel Ugarte (PSG), Nahitan Nández (Cagliari), Agustín Canobbio (Athlético Paranaense), Brian Rodríguez (América), Brian Ocampo (Cádiz), Maximiliano Araújo (Toluca) e Emiliano Martínez (Midtjylland);
- Atacantes: Luis Suárez (Inter Miami), Darwin Núñez (Liverpool) e (Los Angeles FC).
Principais destaques do Uruguai
Na reta final da carreira e sendo uma opção no banco, o centroavante Luis Suárez verá seu herdeiro em campo: Darwin Núñez, ainda irregular no Liverpool. Com 18 gols e 13 assistências em 54 jogos pelos Reds, o artilheiro está na Seleção Uruguaia desde 2019 e balançou as redes 11 vezes, participando de outros 3 gols em 23 partidas.
Importante para sustentar o meio de campo da Celeste, o volante Manuel Ugarte se destaca defensivamente: tem média de 7.2 bolas recuperadas e 3.9 desarmes por partida. Ainda se firmando no PSG, onde fez 37 partidas na sua temporada de estreia, ele possui 16 partidas pelo Uruguai e vem sendo titular absoluto da Seleção.
Apesar de alguns problemas físicos na temporada atual, o goleiro Sérgio Rochet é um substituto à altura de Fernando Muslera na Celeste: faz 2.4 defesas por partida, defendendo 80% dos chutes à sua meta. Com 19 partidas por seu país desde 2020, ele possui 13 clean sheets e trouxe ainda mais segurança à defesa uruguaia.
Retrospecto recente do Uruguai
- 8 Vitórias: Coréia do Sul (2 a 1), Nicarágua (4 a 1), Cuba (2 a 0), Chile (3 a 1), Brasil (2 a 0), Argentina (2 a 0), Bolívia (3 a 0) e México (4 a 0);
- 4 Empates: Japão (1 a 1), Colômbia (2 a 2), País Basco (1 a 1) e Costa Rica (0 a 0);
- 2 Derrotas: Ecuador (2 a 1) e Costa do Marfim (2 a 1).
Histórico do Uruguai na Copa América
O Uruguai é o maior campeão da Copa América ao lado da Argentina, com quinze títulos do torneio. A diferença é que a Celeste perdeu menos finais: apenas seis. Além disso, os uruguaios terminaram em terceiro lugar cinco vezes e ficaram em quarto outras duas.
Equipe que mais jogou a Copa América, a Seleção Uruguaia participou de 43 edições e fez 201 partidas. Foram 112 vitórias, 34 empates e 55 derrotas, com um total de 406 gols e uma defesa vazada 220 vezes.
Na Copa América de 2021, o Uruguai não foi tão bem quanto gostaria. Sob comando de Diego Alonso, a Celeste caiu nas quartas de final ao empatar sem gols com a Colômbia e perdeu a disputa de pênaltis
Time base do Uruguai
Formação: 4-2-3-1
Escalação: Sergio Rochet; Nahitan Nández, José María Giménez, Mathías Olivera e Lucas Olaza; Rodrigo Bentancur e Manuel Ugarte; Facundo Pellistri, Brian Rodríguez e Maximiliano Araújo; Darwin Núñez.
Estados Unidos
Se em outras épocas os Estados Unidos não recebiam tanta atenção no Soccer, os tempos estão mudando para os Yankees. Com as equipes locais recebendo nomes icônicos do esporte e uma geração talentosa com nomes em equipes competitivas na Europa, parece que a bola oval não será mais a única associada ao futebol na América do Norte.
Sob o comando do treinador Gregg Berhalter desde 2023, os Estados Unidos conta com ótimos nomes: os atacantes Christian Pulisic e Timothy Weah, os meio-campistas Brenden Aaronson e Tyler Adams, o volante Johnny Cardoso e o lateral esquerdo Antonee Robinson 一 isso sem contar com a ausência do talentoso lateral direito Sergiño Dest, que perderá o torneio por lesão. Não é nenhum absurdo dizer que a USMNT pode surpreender a América!
Convocação dos Estados Unidos para a Copa América
- Goleiros: Matt Turner (Nottingham Forest), Ethan Horvath (Cardiff City) e Sean Johnson (Toronto FC);
- Defensores: Antonee Robinson e Tim Ream (Fulham), Chris Richards (Crystal Palace), Joseph Scally (Borussia Mönchengladbach), Cameron Carter-Vickers (Celtic), Mark McKenzie (Genk), Miles Robinson (Cincinnati), Kristoffer Lund (Palermo) e Shaq Moore (Nashville);
- Meio-campistas: Giovanni Reyna (Nottingham Forest), Weston McKennie (Juventus), Yunus Musah (Milan), Tyler Adams (Bournemouth), Malik Tillman (PSV), Brenden Aaronson (Union Berlin), Johnny Cardoso (Real Bétis) e Luca De La Torre (Celta de Vigo);
- Atacantes: Christian Pulisic (Milan), Timothy Weah (Juventus), Folarin Balogun (Mônaco), Ricardo Pepi (PSV), Josh Sargent (Norwich City) e Haji Wright (Coventry City).
Principais destaques dos Estados Unidos
Considerado por alguns o LeBron James do Soccer, Christian Pulisic é a referência técnica dos Yankees 一 e, caso mantenha o bom desempenho na Seleção, pode desbancar a lenda Landon Donovan na artilharia histórica. Com 29 gols e 17 assistências em 68 partidas, o atacante é o primeiro jogador dos Estados Unidos a vencer a Champions League e o Mundial de Clubes. Ele vem de boa temporada no Milan, balançando as redes 15 vezes e participando de outros 11 gols.
Filho de brasileiros e nascido em New Jersey, o volante Johnny Cardoso possui ótimos números defensivos pelo Real Bétis: 2.8 desarmes por partida e 5.8 bolas recuperadas por partida. Há apenas seis meses no clube espanhol, ele já chama atenção de potências europeias e já fez 13 partidas pelos Estados Unidos.
Destaque de um Fulham que não passou sustos desde seu retorno à elite inglesa, o lateral esquerdo Antonee Robinson possui qualidades defensivas e ofensivas. Foram 7 assistências em 44 partidas na atual temporada, tendo também balançando as redes 4 vezes e outras 6 participações em gols em 43 temporadas pelos Yankees.
Retrospecto recente dos Estados Unidos
- 12 Vitórias: Granada (7 a 1), El Salvador (1 a 0), México (3 a 0), Canadá (2 a 0), St. Kitts and Nevis (6 a 0), Trinidad e Tobago (6 a 0), Uzbequistão (3 a 0), Omã (4 a 0), Gana (4 a 0), Trinidad e Tobago (3 a 0), Jamaica (3 a 1) e México (2 a 0);
- 6 Empates: Colômbia (0 a 0), México (1 a 1), Jamaica (1 a 1), Canadá (1 a 1), Panamá (1 a 1) e Brasil (1 a 1);
- 5 Derrotas: Sérvia (2 a 1), Alemanha (3 a 1), Trinidad e Tobago (2 a 1), Eslovênia (1 a 0) e Colômbia (5 a 1).
Histórico dos Estados Unidos na Copa América
Os Estados Unidos participarão da Copa América pela quinta vez e é uma das equipes sem filiação à CONMEBOL com melhor desempenho: ficou em quarto lugar em 1995 e 2015. Em 1993 e 2007, os Yankees participaram do torneio como convidados e não passaram da fase de grupos.
Com um total de 18 partidas na Copa América, a Seleção dos Estados Unidos venceu 5 partidas, empatou duas e perdeu onze. Foram 18 gols marcados e outros 29 sofridos na competição.
A última participação da USMNT no torneio foi em 2016, quando terminou em quarto lugar da Copa América Centenário. Depois de perder a semifinal para a Argentina por 4 a 0, a equipe de Jürgen Klinsmann perdeu a disputa pelo terceiro lugar para a Colômbia por 1 a 0.
Time base dos Estados Unidos
Formação: 4-3-3
Escalação: Matt Turner; Joseph Scally, Chris Richards, Tim Ream e Antonee Robinson; Giovanni Reyna, Yunus Musah e Weston McKennie; Timothy Weah, Ricardo Pepi e Christian Pulišić.
Panamá
Participando da Copa América pela segunda vez, o Panamá reencontrará o adversário de sua única vitória no torneio: a Bolívia. Comandados pelo dinamarquês Thomas Christiansen, os panamenhos vem de uma trajetória irregular 一 com destaque ao quarto lugar da CONCACAF Nations League de 2023 e vice da Copa Ouro de 2023.
Liderada pelo centroavante José Fajardo, com 8 gols no ano pela Universidad Católica del Ecuador, destaques como o zagueiro Michael Murillo e o volante Aníbal Godoy tentam novamente escrever história 一 sendo a única Seleção da CONCACAF a iniciar o torneio com vitória em 2016. Seria uma inédita classificação possível?
Convocação do Panamá para a Copa América
- Goleiros: Orlando Mosquera (Maccabi Tel Aviv), Luis Mejía (Nacional do Uruguai) e César Samudio (CD Marathon);
- Defensores: Michael Murillo (Olympique de Marselha), José Córdoba (Levante), César Blackman (Slovan Bratislava), Éric Davis (FC Košice), Roderick Miller (Turan Tovuz), Iván Anderson (Fortaleza CEIF), Eduardo Anderson (Deportivo Saprissa), Edgardo Fariña (CSD Municipal) e Omar Valencia (New York Red Bulls);
- Meio-campistas: Adalberto Carrasquilla (Houston Dynamo), José Luis Rodríguez (Famalicão), Yoel Bárcenas (Mazatlán), Aníbal Godoy (Nashville SC), Abdiel Ayarza (Cienciano), Cristian Martínez (Plaza Amador), César Yanis (San Carlos), Carlos Harvey (Minnesota United), Freddy Góndola (Maccabi Bney Reine), Kahiser Lenis (Jaguares de Córdoba) e Jovani Welch (Académico Viseu);
- Atacantes: Ismael Díaz e José Fajardo (Universidad Católica del Ecuador) e Eduardo Guerrero (Zorya Luhansk).
Principais destaques do Panamá
Principal arma ofensiva do Panamá, o centroavante José Fajardo já está à beira dos 31 anos e tentará ajudar a Marea Roja a ter uma campanha melhor que a de 2016. Com 8 gols e 5 assistências em 21 jogos pelo Universidad Católica del Ecuador, ele tem bons números pela Seleção: balançou as redes 11 vezes em 47 partidas.
Outro pilar é o zagueiro Michael Murillo, importante na campanha do Olympique de Marselha na Liga Conferência da UEFA. Desde 2016 na Seleção Panamenha, o defensor já tem 73 partidas, com 8 gols e 7 assistências.
Completa a lista o volante Aníbal Godoy, já aos 34 anos. Pelo Nashville FC ele fez 18 partidas na temporada, com média de 5.4 bolas recuperadas e 1.7 desarmes por compromisso. Defendendo o Panamá desde 2010, o experiente capitão possui 138 partidas pela Seleção.
Retrospecto recente do Panamá
- 11 Vitórias: Costa Rica (1 a 0), Nicarágua (3 a 2), Costa Rica (2 a 1), Martinica (2 a 1), Catar (4 a 0), Bolívia (2 a 1), Martinica (3 a 0), Costa Rica (3 a 0), Costa Rica (3 a 1), Guiana (2 a 0) e Montserrat (3 a 1);
- 7 Empates: Guatemala (1 a 1), El Salvador (2 a 2), Estados Unidos (1 a 1), Guatemala (1 a 1), Curaçao (2 a 1), Guatemala (3 a 0) e Catalonia (2 a 2);
- 7 Derrotas: Argentina (2 a 0), Canadá (2 a 0), México (1 a 0), México (1 a 0), México (3 a 0), Jamaica (1 a 0) e Paraguai (1 a 0).
Histórico do Panamá na Copa América
O Panamá participou da Copa América apenas uma vez: a Copa América Centenário, organizada em 2016. Vencedora dos playoffs da CONCACAF, a Marea Roja fez uma campanha fraca e ficou em terceiro lugar do Grupo D.
Foram apenas três partidas: uma vitória e duas derrotas, com quatro gols marcados e dez sofridos. Apesar de vencer a Bolívia por 2 a 1 na estreia, as goleadas sofridas pelos eventuais finalistas Argentina e Chile por 5 a 0 e 4 a 2 transformaram o sonho de classificação panamenho em pesadelo.
Time base do Panamá
Formação: 3-4-2-1
Escalação: Orlando Mosquera; Carlos Harvey, José Córdoba e Roderick Miller; Michael Murillo, Cristian Martínez, Aníbal Godoy e Éric Davis; Yoel Bárcenas e Ismael Díaz; José Fajardo.
Bolívia
Seleção da CONMEBOL com pior posição no ranking da FIFA, a Bolívia vem de péssimos resultados e baixas expectativas para o torneio. Desde Outubro de 2023 no comando de La Verde, o brasileiro Antônio Carlos Zago até melhorou o desempenho e venceu duas partidas, mas cinco derrotas nos outros jogos não apontam para uma participação promissora na Copa América.
Campeã do torneio há 61 anos, a Seleção Boliviana contará com a criatividade do meia Ramiro Vaca, a segurança do goleiro Guillermo Viscarra e os gols de Bruno Miranda para tentar surpreender. Já o meia Miguelito e o zagueiro Luis Haquin disputam a segunda divisão do Brasileirão e podem ajudar, mesmo na reserva.
Convocação da Bolívia para a Copa América
- Goleiros: Carlos Lampe (Bolívar), Guillermo Viscarra (The Strongest) e Gustavo Almada (Universitario de Vinto);
- Defensores: Luis Haquín (Ponte Preta), Diego Daniel Medina Roman, Héctor Cuellar e Marcelo Suárez(Always Ready), José Sagredo, Yomar Rocha e Jesús Sagredo (Bolívar) e Adrián Jusino (The Strongest);
- Meio-campistas: Miguel Terceros (Santos), Jaume Cuéllar (Barcelona de Guayaquil), Ramiro Vaca, Leonel Justiniano e Fernando Saucedo (Bolívar), Gabriel Villamil (LDU), Roberto Fernández (Baltika Kaliningrad), Adalid Terrazas e Robson Matheus (Always Ready), Boris Céspedes (Yverdon-Sport) e Rodrigo Ramallo (The Strongest);
- Atacantes: Carmelo Algarañaz e Lucas Chávez (Bolívar), Bruno Miranda (The Strongest) e César Menacho (Blooming).
Principais destaques da Bolívia
Titular do The Strongest, o goleiro Guillermo Viscarra é o principal nome da Bolívia nas eliminatórias. Ele tem média de 5.3 defesas por partida, impedindo que 84% das finalizações atinjam o fundo da rede 一 com 10 clean sheets em 21 jogos pelo clube e titular da Bolívia desde 2023.
Nome importante do Bolívar que faz boa campanha na Libertadores, o meia Ramiro Vaca tem 5 gols e 6 assistências em 19 partidas em 2024. Por La Verde ele balançou as redes 4 vezes em 34 oportunidades.
Artilheiro do The Strongest, o centroavante Bruno Miranda tem 5 gols em 16 partidas no ano. Isso o ajudou a receber mais oportunidades na Seleção, com 2 gols em 16 partidas.
Retrospecto recente da Bolívia
- 3 Vitórias: Arábia Saudita (2 a 1), Peru (2 a 0) e Andorra (1 a 0);
- 1 Empate: Chile (0 a 0);
- 12 Derrotas: Uzbequistão (1 a 0), Equador (1 a 0), Panamá (2 a 1), Brasil (5 a 1), Argentina (3 a 0), Equador (2 a 1), Paraguai (1 a 0), Uruguai (3 a 0), Argélia (3 a 2), México (1 a 0), Equador (3 a 1), Colômbia (3 a 0).
Histórico da Bolívia na Copa América
Poderosa na altitude, a Bolívia teve seus melhores desempenhos no torneio quando foi sede: liderada pelo atacante Ramiro Blacut no título de 1963 e derrotados pelo Brasil por 3 a 1 na final de 1997. Além disso, a La Verde ficou em quarto lugar em duas edições fora de seus domínios: 1927 e 1949.
Nas 26 edições que disputou, a Seleção Boliviana tem 20 vitórias, 26 empates e 69 derrotas. Seu ataque marcou 106 gols e a defesa sofreu outros 288.
Sua participação na Copa América de 2021 foi péssima, ficando na lanterna do Grupo B. A Bolívia perdeu as quatro partidas que jogou contra Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile, sofrendo dez gols e marcando apenas dois.
Time base da Bolívia
Formação: 3-1-4-2
Escalação: Guillermo Viscarra; Jesús Sagredo, Luis Haquín e José Sagredo; Leonel Justiniano; Héctor Cuellar, Fernando Saucedo, Robson Matheus e Roberto Fernández; César Menacho e Bruno Miranda.
Grupo D
O Brasil sempre é uma equipe para ficar de olho nos torneios de internacionais, embora a Seleção Canarinho não venha de um ciclo positivo após a Copa do Mundo de 2022. Com a chegada do técnico Dorival Júnior, os resultados melhoraram e a Odd de 1.4 para liderar o grupo mostram certa estabilidade. Será que os brasileiros vencerão seu décimo título?
A segunda força do Grupo D é a Colômbia, campeã da Copa América de 2001 e terceira colocada na última edição. Fazendo boa campanha nas eliminatórias da Copa do Mundo, os Cafeteros tem Odd de 3.75 para terminarem a fase de grupos na liderança.
Apesar de ter dois títulos de Copa América, o Paraguai não anda fazendo uma campanha das mais vistosas visando a Copa do Mundo de 2026. O argentino Daniel Garnero segue no cargo e tenta reverter a má fase, mas a Odd de 13.0 para liderança não é das mais promissoras.
Apesar de ter feito campanhas razoáveis em 2001 e 2004, quando chegou às quartas de final, a Costa Rica se estabilizou após a chegada do técnico argentino Gustavo Alfaro. Apesar do comandante ter perdido apenas uma vez, o elenco menos estrelado dos Ticos os coloca como principais candidatos a serem zebra: a Odd de liderança é de 19.0.
Brasil
Depois da Copa do Mundo de 2022, o Brasil passou por crises internas e vem de uma campanha abaixo do esperado nas eliminatórias: duas vitórias, um empate e três derrotas com Ramón Menezes e depois Fernando Diniz como interino 一 esperando por Carlo Ancelotti e se frustrando com a decisão do italiano de ficar no Real Madrid.
Depois de outra mudança de comando, a Seleção Canarinho trouxe Dorival Júnior e vem tendo bons resultados: está invicta há quatro jogos e pretende fazer a tradição de sua camisa pesar na Copa América. Sem Neymar, lesionado, o ex-técnico do São Paulo conta com Vinicius Júnior e Rodrygo em ótima fase, o volante Douglas Luiz, o meia Lucas Paquetá e a liderança do lateral direito Danilo 一 além do promissor Endrick.
Convocação do Brasil para a Copa América
- Goleiros: Alisson (Liverpool), Bento (Athlético Paranaense) e Rafael (São Paulo);
- Defensores: Éder Militão (Real Madrid), Marquinhos e Lucas Beraldo (PSG), Gabriel Magalhães (Arsenal), Danilo e Bremer (Juventus), Yan Couto (Girona), Guilherme Arana (Atlético Mineiro) e Wendell (Porto);
- Meio-campistas: Lucas Paquetá (West Ham), Bruno Guimarães (Newcastle), João Gomes (Wolverhampton), Sávio (Girona), Douglas Luiz (Aston Villa), Andreas Pereira (Fulham), Pepê (Porto) e Éderson (Atalanta);
- Atacantes: Vinícius Junior e Rodrygo (Real Madrid), Raphinha (Barcelona), Endrick (Palmeiras), Gabriel Martinelli (Arsenal) e Evanilson (Porto).
Principais destaques do Brasil
Destaque do Real Madrid campeão da Champions League com 24 gols e 11 assistências em 39 jogos, o atacante Vinícius Junior é um dos favoritos à Bola do Mundo de 2024. Apesar do protagonismo nos Merengues, o desempenho no Brasil ainda não é encantador: 3 gols e 5 assistências em 30 partidas 一 e uma boa Copa América é ideal para melhorar estes números.
Apesar de não estar sendo titular, o atacante Endrick vem aproveitando as oportunidades na Seleção Brasileira. Já são 3 gols em 6 partidas para a promessa de 17 anos, que defenderá o Real Madrid a partir do meio do ano 一 sendo uma ótima arma para mudar o rumo das partidas.
Em meio à investigação de uma suposta participação em apostas ilegais, o meia Lucas Paquetá foi especulado fora da lista de Dorival Junior. No entanto, o jogador do West Ham vem sendo um dos pilares do Brasil e foi confirmado na Copa América 一 vindo de boa temporada na Inglaterra, com 8 gols e 7 assistências em 43 oportunidades.
Retrospecto recente do Brasil
- 5 Vitórias: Guiné (4 a 1), Bolívia (5 a 1), Peru (1 a 0), Inglaterra (1 a 0) e México (3 a 2)
- 3 Empates: Venezuela (1 a 1), Espanha (3 a 3) e Estados Unidos (1 a 1);
- 5 Derrotas: Marrocos (2 a 1), Senegal (4 a 2), Uruguai (2 a 0), Colômbia (2 a 1), Argentina (1 a 0)
Histórico do Brasil na Copa América
O Brasil é uma das principais potências do futebol sul-americano e já conquistou a Copa América nove vezes. Além disso, a Seleção Canarinho é a segunda que perdeu mais finais, ficando com o vice-campeonato doze vezes, ficando em terceiro lugar em sete edições e no quarto em outras três.
Nas 35 edições que participou da Copa América, o Brasil acumula 184 partidas. Foram 103 vitórias, 37 empates e 44 derrotas 一 com um poderoso ataque de 418 gols e defesa vazada 201 vezes.
A última partida do Brasil no torneio ainda é lembrada com um gosto amargo: perdeu a final da Copa América de 2021 para a Argentina. O gol de Angel Di María aos 22 minutos sacramentou o placar de 1 a 0 para a Albiceleste em pleno Maracanã.
Time base do Brasil
Formação: 4-2-3-1
Escalação: Alisson; Danilo, Marquinhos, Lucas Beraldo e Wendell; Bruno Guimarães e João Gomes; Raphinha, Lucas Paquetá e Rodrygo; Vinicius Júnior.
Colômbia
Não há uma equipe na Copa América com sequência invicta mais longa que a Colômbia: 23 partidas, perdendo pela última vez nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. Com a demissão de Reinaldo Rueda após os Cafeteros não se classificarem ao mundial do Catar, o argentino Néstor Lorenzo vem fazendo um ótimo trabalho e é uma das principais forças da Copa América 2024.
Atual terceira colocada, a Colômbia conta com alguns nomes que se destacaram na última década como o meia James Rodríguez, o zagueiro Yerry Mina e o goleiro David Ospina. Já a nova guarda é representada pelo atacante Luis Díaz e o meia Jhon Arias, destaques de Liverpool e Fluminense e que permitirão que os colombianos sonhem com uma outra grande campanha.
Convocação da Colômbia para a Copa América
- Goleiros: David Ospina (Al-Nassr), Camilo Vargas (Atlas) e Álvaro Montero (Millonarios);
- Defensores: Davinson Sánchez (Galatasaray), Yerry Mina (Cagliari), Daniel Muñoz (Crystal Palace), Jhon Lucumí (Bologna), Johan Mojica (Osasuna) e Carlos Cuesta (Genk);
- Meio-campistas: James Rodríguez (São Paulo), Luis Sinisterra (Bournemouth), Richard Ríos (Palmeiras), Jhon Arias (Fluminense), Jorge Carrascal (Dínamo Moscou), Jefferson Lerma (Crystal Palace), Yáser Asprilla (Watford), Santiago Arias (Bahia), Mateus Uribe (Al-Sadd), Deiver Machado (Lens) e Kevin Castaño (Krasnodar);
- Atacantes: Luis Díaz (Liverpool), Rafael Borré (Internacional), Juan Fernando Quintero (Racing), Miguel Borja (River Plater), Jhon Durán (Aston Villa) e Jhon Córdoba (Krasnodar).
Principais destaques da Colômbia
Revelação da Copa do Mundo de 2014, o meia James Rodríguez é um caso curioso de jogador de grande destaque na Seleção e desempenho irregular nos clubes. Pelo São Paulo foram apenas 1 gol e 1 assistência em 8 jogos 一 e uma provável mudança de equipe após a Copa América. Na Colômbia, no entanto, ele é titular absoluto e acumula 27 gols e 27 assistências em 100 partidas.
Destaque do Liverpool campeão da Copa da Liga Inglesa, o atacante Luis Díaz foi herói da última campanha colombiana no torneio e é uma das principais armas dos Cafeteros. Com 13 gols e 5 assistências nos 51 jogos pelos Reds, ele totaliza 12 gols e 3 assistências em 49 partidas pela Seleção Colombiana.
Reforço do Crystal Palace na metade da temporada, o zagueiro David Muñoz tomou conta da posição e foi central para a recuperação dos Eagles na Premier League. Com média de 3.4 desarmes e 4.8 bolas recuperadas por partida, ele ainda deu 4 assistências em 16 jogos no novo clube. Pela Seleção são 27 partidas desde 2021 com titularidade absoluta.
Retrospecto recente da Colômbia
- 11 Vitórias: Japão (2 a 1), Iraque (1 a 0), Alemanha (2 a 0), Venezuela (1 a 0), Brasil (2 a 1), Paraguai (1 a 0), Venezuela (1 a 0), México (3 a 2), Espanha (1 a 0), Estados Unidos (5 a 1) e Bolívia (3 a 1).
- 5 Empates: Estados Unidos (0 a 0), Coréia do Sul (2 a 2), Chile (0 a 0), Uruguai (2 a 2), Equador (0 a 0)
Histórico da Colômbia na Copa América
A Colômbia venceu a Copa América venceu a Copa América apenas uma vez, quando foi anfitriã em 2001 一 com gol do zagueiro Ivan Córdoba na vitória de 1 a 0 sobre o México. Além disso, foi vice-campeã em 1975 e ficou no pódio outras cinco vezes, também terminando na quarta colocação outras duas vezes.
Participante de 21 edições do torneio, os Cafeteros jogaram 117 partidas: 45 vitórias, 25 empates e 47 derrotas. Com 135 gols marcados, a Seleção Colombiana foi vazada 184 vezes.
Na Copa América de 2021, a Colômbia perdeu a semifinal para a Argentina nos pênaltis. Já na disputa pelo terceiro lugar, derrotou o Peru por 3 a 2 no Estádio Mané Garrincha, com Luis Díaz marcando o gol da vitória nos acréscimos.
Time base da Colômbia
Formação: 4-3-2-1
Escalação: Camilo Vargas; Daniel Muñoz, Yerry Mina, Carlos Cuesta e Deiver Machado; Richard Ríos e Jefferson Lerma; Jhon Arias, James Rodríguez e Luis Díaz; Jhon Córdoba.
Paraguai
O Paraguai vem tendo uma campanha fraca nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022: venceu apenas uma partida, empatou duas e perdeu outras três. Apesar disso, o argentino Daniel Garnero segue no cargo em busca de uma reação 一 não só pensando na Copa América como também em voltar ao mundial pela primeira vez desde 2010.
A trave vem sendo a grande inimiga desta seleção que venceu o torneio pela última vez em 1979. Nomes como os atacantes Miguel Almirón e Ángel Romero tentam mudar isso, além do meia Matías Rojas e o volante Mathias Villasanti 一 com o goleiro brasileiro naturalizado paraguaio Carlos Coronel sendo a principal novidade, com três clean sheets em seis partidas.
Convocação do Paraguai para a Copa América
- Goleiros: Carlos Coronel (New York Red Bulls), Alfredo Aguilar (Sportivo Luqueño), e Rodrigo Morínigo (Libertad);
- Defensores: Gustavo Gómez (Palmeiras), Fabián Balbuena (Dínamo Moscou), Omar Alderete (Getafe), Junior Alonso (Krasnodar), Gustavo Velázquez (Newells Old Boys), Iván Ramírez, Matías Espinoza e Nestor Gimenez (Libertad);
- Meio-campistas: Julio Enciso (Brighton), Matías Rojas (Inter Miami), Ramón Sosa (Talleres), Mathias Villasanti (Grêmio), Damián Bobadilla (São Paulo), Kaku (Al-Ain), Richard Sánchez (América), Andrés Cubas (Vancouver Whitecaps), Fabrizio Peralta (Cerro Porteño) e Hernesto Caballero (Libertad);
- Atacantes: Miguel Almirón (Newcastle), Ángel Romero (Corinthians), Alex Arce (LDU), Adam Bareiro (San Lorenzo) e Derlis González (Olímpia).
Principais destaques do Paraguai
Peça importante de um Newcastle que passou por uma crise de lesões, o atacante Miguel Almirón vem de uma temporada relativamente produtiva: 5 gols e 3 assistências nos 45 jogos que disputou. Outro nome ofensivo que se destaca é o ponta Ángel Romero, com 7 gols e 4 assistências em 28 partidas pelo Corinthians 一 apesar de ter sido convocado apenas nesta reta final, ele tem tudo para ajudar os Guaranis.
Capitão da Seleção Paraguaia, o zagueiro Fabián Balbuena vem de boa temporada no Dínamo Moscou: são 3 gols e 2 assistências nas 33 oportunidades que recebeu. O bom desempenho inclusive o colocou à frente do multicampeão Gustavo Gómez, titular absoluto de um Palmeiras extremamente competitivo.
Desde sua chegada ao Inter Miami no início do ano, o meia Matías Rojas vem recuperando o desempenho que chamou atenção no Racing. São 3 gols e 2 assistências pelos americanos, com a boa fase lhe rendendo a titularidade no Paraguai.
Retrospecto recente do Paraguai
- 3 Vitórias: Nicarágua (2 a 0), Bolívia (1 a 0), Panamá (1 a 0)
- 3 Empates: Peru (0 a 0), Chile (0 a 0), Peru (0 a 0)
- 5 Derrotas: Chile (3 a 2), Venezuela (1 a 0), Argentina (1 a 0), Colômbia (1 a 0), Chile (3 a 0)
Histórico do Paraguai na Copa América
O Paraguai não estava entre os primeiros participantes da Copa América, mas se tornou figurinha carimbada e venceu o torneio duas vezes: liderados por Heriberto Herrera 1953 e com o lendário meia Don Romero na edição de 1979. Além disso, os Guaranis foram vice-campeões seis vezes e ficaram no pódio em outras sete edições 一 terminando no quarto lugar em sete ocasiões.
A Seleção Paraguaia participou de trinta e seis torneios e fez um total de 172 partidas. Seu retrospecto de 62 vitórias, 42 empates e 68 derrotas vem acompanhado de um ataque de 256 gols e uma defesa vazada 297 vezes.
Na Copa América de 2021, o Paraguai empatou com o Peru por 3 a 3 no Estádio Olímpico de Goiânia e deu adeus ao torneio nas quartas de final. Héctor Martínez e Alberto Espíndola perderam suas cobranças na disputa de pênaltis, que terminou com placar de 4 a 3.
Time base do Paraguai
Formação: 4-2-3-1
Escalação: Carlos Coronel; Gustavo Velázquez, Fabián Balbuena, Gustavo Gómez e Nestor Gimenez; Mathias Villasanti e Andrés Cubas; Miguel Amirón, Matías Rojas e Ángel Romero; Alex Arce.
Costa Rica
Depois de cair na fase de grupos da Copa do Mundo de 2022 e ver ídolos como o goleiro Keylor Navas e Bryan Ruiz, a Costa Rica teve desempenho irregular e recorreu ao treinador argentino Gustavo Alfaro 一 que chegou no final de 2023 e melhorou o desempenho com apenas uma derrota: 3 a 1 para a favorita Argentina.
Patrick Sequeira vem dando conta do recado no gol, com o experiente Francisco Calvo liderando a defesa e o meia Joel Campbell sendo o nome mais rodado do elenco. A expectativa é pelo menos igualar as campanhas de 2001 e 2004, quando chegou às quartas de final, embora o grupo difícil torne a missão complicada.
Convocação da Costa Rica para a Copa América
- Goleiros: Patrick Sequeira (Ibiza), Kevin Chamorro (Deportivo Saprissa) e Aarón Cruz (Herediano);
- Defensores: Francisco Calvo (FC Juaréz), Juan Pablo Vargas (Millonarios), (Austin FC), Julio Cascante (Austin FC), Joseph Mora, Gerald Taylor e Douglas Sequeira (Deportivo Saprissa); Fernán Faerron e Haxzel Quirós (Herediano), Jeyland Mitchell (Alajuelense) e Yeison Molina (Guanacasteca);
- Meio-campistas: Joel Campbell (Alajuelense), Brandon Aguilera (Nottingham Forest), Álvaro Zamora (Aris Thessaloniki), Ariel Lassiter (Montréal), Josimar Alcócer (KVC Westerlo), Warren Madrigal e Jefferson Brenes (Deportivo Saprissa), Andy Rojas e Orlando Galo (Herediano) e Alejandro Bran (Minnesota United);
- Atacantes: Manfred Ugalde (Spartak Moscou), Anthony Contreras (Pafos FC) e Kenneth Vargas (Herediano).
Principais destaques da Costa Rica
Referência técnica do setor defensivo, o zagueiro Francisco Calvo vem de temporada regular no FC Juárez com 32 partidas, 1 gol e 1 assistência. Pela Costa Rica já são 93 onde ele marcou 11 vezes e participou de outros 2 gols 一 não participando de apenas dois compromissos desde a Copa do Mundo de 2022.
Experiente e com passagens por Arsenal, Bétis e Sporting, o meia Joel Campbell é a referência técnica dos Ticos. Na atual temporada pelo Alajuelense foram 16 gols e 7 assistências em 56 jogos, enquanto pela Costa Rica ele já marcou 27 vezes em 139 partidas.
Já o jovem Anthony Contreras vem de temporada menos participativa pelo Pafos FC do Chipre, com 2 gols em 20 partidas. Pelos Ticos já são 4 gols em 27 jogos, sendo uma boa opção saindo do banco.
Retrospecto recente da Costa Rica
- 7 Vitórias: Martinica (2 a 1), Martinica (6 a 4), Arábia Saudita (3 a 1), El Salvador (2 a 0), Honduras (3 a 1), St. Kitts and Nevis (4 a 0) e Granada (3 a 0);
- 2 Empates: El Salvador (0 a 0) e Uruguai (0 a 0);
- 9 Derrotas: Panamá (1 a 0), Guatemala (1 a 0), Equador (3 a 1), Panamá (2 a 1), México (2 a 0), Emirados Árabes (4 a 1), Panamá (3 a 0), Panamá (3 a 1), Argentina (3 a 1)
Histórico da Costa Rica na Copa América
Segunda equipe fora da CONMEBOL que mais jogou a Copa América, a Costa Rica participou de cinco edições do torneio. Suas melhores campanhas foram em 2001 e 2004, quando chegou às quartas de final. Já as participações de 1997, 2011 e 2016 viram os Ticos caírem na fase de grupos.
No total, a Seleção Costarriquenha jogou 17 partidas na competição, com cinco vitórias, três empates e nove derrotas. Seu ataque marcou 17 vezes e a defesa sofreu 31 gols.
A Copa América Centenário foi a última vez da Costa Rica no torneio, quando ficou no terceiro lugar do Grupo A. Apesar da vitória por 3 a 2 sobre o Paraguai na última rodada, o empate sem gols contra o Paraguai e a goleada por 4 a 0 sofrida para os Estados Unidos impediram a equipe de progredir.
Time base da Costa Rica
Formação: 3-4-3
Escalação: Patrick Sequeira; Jeyland Mitchell, Julio Cascante e Francisco Calvo; Gerald Taylor, Orlando Galo, Brandon Aguilera e Ariel Lassiter; Josimar Alcócer, Álvaro Zamora e Manfred Ugalde.
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