Hipismo nos Jogos Olímpicos de 2024: tudo o que você precisa saber para apostar no cavalo certo!
O Hipismo nos Jogos Olímpicos de 2024 une humanos e cavalos rumo à sonhada medalha de Ouro. Nosso guia conta com todas as informações para você acompanhar a emoção da modalidade e apostar com conhecimento!
Quem disse que apenas humanos competem no maior esportivo do mundo? O Hipismo nos Jogos Olímpicos de 2024 contará com 263 cavalos que se juntarão a um total de 247 atletas 一 153 cavaleiros e 94 amazonas, que participam da única modalidade inteiramente mista da competição!
E se você já planeja fazer apostas esportivas no cavalo certo 一 sim, o fator humano também é importante, mas aqui os animais são cruciais 一, preparamos este guia completo com tudo o que você precisa saber das categorias de Hipismo em Paris 2024. Então prepare sua montaria e continue a leitura!
O que é Hipismo e como ele se tornou esporte olímpico?
Cavalos são usados como montaria desde a antiguidade, com registros do adestramento de equinos para uso militar em 1.360 a.C., no reino de Mitanni 一 na região que hoje é Turquia, Síria e Iraque. O pioneiro foi o adestrador e professor Kikkulis, até hoje lembrado como um dos nomes mais importantes para a relação entre humanos e o Equus ferus caballus.
No entanto, os mamíferos não são usados apenas nos exércitos, sendo um meio de transporte e até esportes. A última opção é o que consiste o Hipismo, que é o nome usado para englobar todas as competições esportivas que usam cavalos 一 entre elas corridas, saltos, polo e até provas de adestramento.
Apesar dos esportes com cavalos serem praticados desde a Era Antiga das Olimpíadas, o Hipismo como conhecemos hoje surgiu no Século XIX. Naquela época, cavaleiros e cavalos saltavam em caçadas e, em 1868, a Real Sociedade de Dublin em Bell´s Bridge promoveu as primeiras provas de salto em distância e salto em altura da história.
Treze anos depois, a Real Sociedade de Dublin criou a prova que é usada como modelo nas competições atuais: uma pista com quatro obstáculos, sendo um deles uma parede de pedra e outro um tanque de água no chão.
Já o início do Século XX teve outro marco importante para o Hipismo, com o italiano Federico Caprilli criando a técnica de salto usada pelos cavalos até hoje: o assento adiantado. Segundo o pai da Equitação moderna, o animal tem desempenho melhor na corrida quando possui liberdade de movimentos e consegue mexer o pescoço 一 assim, ele criou uma técnica responsável por permitir que o cavaleiro saltasse sentado ao mesmo tempo que impede o equino de sofrer quando as rédeas são puxadas.
E não se engane: quando usamos o termo Equitação no parágrafo anterior, estamos falando do que é a arte da cavalgada. Ou seja, o treinamento que permite compreender melhor a psicologia equina a fim de estabelecer equilíbrio entre cavaleiro e cavalo 一 sendo parte da preparação para o Hipismo, não um sinônimo.
A história do Hipismo nos Jogos Olímpicos
Como dissemos anteriormente, o Hipismo tem raízes na antiguidade e sua primeira aparição nos Jogos Olímpicos foi na Era Antiga. Naquela época, acreditava-se que uma parceria impecável entre cavalo e cavaleiro era essencial para a vitória 一 o que era praticado nas corridas de bigas, impulsionadas por quatro animais nos Jogos a partir de 648. a.C..
Falando do Hipismo como conhecemos hoje, ele foi adicionado nos Jogos Olímpicos de Paris, em 1900, contando com cinco provas na arena Place de Breteuil. O esporte ficou ausente apenas em duas edições: St. Louis 1904 e Londres 1908.
Se no início eram apenas provas com cavaleiros, as amazonas passaram a competir nas provas de Hipismo nas Olimpíadas de 1952, em Helsinque. Inicialmente a categoria Feminina contava com apenas provas de adestramento 一 que em seguida virou Mista. Em 1964, o Hipismo se tornou o primeiro esporte com todas as provas disputadas por pessoas de ambos os gêneros.
Modalidades de Hipismo nos Jogos Olímpicos de 2024
Como o Hipismo é o nome dado a todos os esportes que usam cavalos, existe uma ampla gama de modalidades 一 entre elas Pólo, Enduro, Volteio, Atrelagem e Rédeas. Se você quer acompanhar estas, precisará acompanhar outro evento. Nos Jogos Olímpicos de 2024 são apenas outras três, com provas individuais e em equipes de três conjuntos: Adestramento, Saltos e CCE (Concurso Completo de Equitação).
Conheça a seguir as provas de Hipismo nas Olimpíadas de Paris:
Hipismo de Salto
O Hipismo de Salto possui provas individuais e em equipes. Nelas, há um percurso com obstáculos de 0,60m a 1,65m e o conjunto deve percorrê-lo no menor tempo possível. Penalidades de pontos são aplicadas toda vez que um obstáculo for derrubado ou o limite de tempo for excedido 一 com a pontuação precisando ser a menor possível.
Assim, os 30 melhores competidores avançam à final individual e, caso haja empate de pontos, o critério de desempate é o tempo da corrida. Já a decisão premia os três conjuntos com melhores pontuações com as cobiçadas medalhas.
Já o Hipismo de Salto em Equipes possui uma fase de classificação no primeiro dia. Das 20 equipes, as dez melhores se classificam para a final no segundo dia 一 que possui o mesmo esquema de premiação de cavaleiros, amazonas e cavalos. No entanto, o percurso da final da categoria é diferente e a classificação final é baseada na pontuação total dos três conjuntos do time.
Hipismo de Adestramento
Prepare-se para um dos eventos mais elegantes das Olimpíadas: o Hipismo de Adestramento. Há quem o compare a uma apresentação de ballet, onde atleta e cavalo executam movimentos artísticos acompanhados da graça e harmonia da música de fundo.
Na categoria, existem uma série de movimentos a serem executados que são chamados de figuras 一 entre elas movimentos circulares, serpentinas e os complexos piaffe e passage. Cada uma delas será avaliada pelos juízes nos quesitos elegância, disciplina e prontidão, o que deve mostrar a relação de sintonia entre humano e cavalo.
Além disso, o cavalo deve andar de três maneiras: passo, trote e galope. Algumas destas figuras são pré-definidas e devem ser praticadas por todos os conjuntos. Quem tiver a maior pontuação no final da prova vence 一 com as provas de equipes consistindo na soma dos pontos de todos os integrantes do time.
Concurso Completo de Equitação (CCE)
Já o Concurso Completo de Equitação (CCE) é a prova mais complexa do Hipismo nos Jogos Olímpicos, consistindo em três etapas: Adestramento, Cross-Country e Saltos. Já explicamos duas delas anteriormente, então focaremos na parte diferente.
Considerada a parte mais difícil do CCE, o Cross-Country consiste em uma prova de quatro fases (A, B, C e D) para testar a habilidade, força e resiliência do conjunto para avançar sobre obstáculos. Enquanto as etapas A e C consistem em percursos que são percorridos, com a B sendo uma série de obstáculos e a D sendo um trajeto externo com obstáculos mais difíceis e imprevisíveis 一 e qualquer alteração nas condições físicas do cavalo podendo causar a desclassificação.
Além disso, o CCE no Hipismo possui a mesma dinâmica de pontuação das outras provas, com penalidades adicionando pontos. Quem possuir a menor pontuação vence, seja na prova individual e na de equipes.
Calendário do Hipismo nos Jogos Olímpicos de 2024
Os Jogos Olímpicos de Paris contam com provas de Hipismo desde seu início, em 27 de Julho, e terá os últimos medalhistas conhecidos apenas no dia 6 de Agosto. Categorias de Adestramento e CCE terão três dias de provas, com as competições de Salto sendo as únicas com apenas dois.
Confira a seguir o calendário completo de Hipismo nos Jogos Olímpicos de 2024:
Adestramento Individual
- 30 de Julho: Grande Prêmio (Dia 1)
- 31 de Julho: Grande Prêmio (Dia 2)
- 4 de Agosto: Final
Adestramento Por Equipes
- 30 de Julho: Grande Prêmio (Dia 1)
- 31 de Julho: Grande Prêmio (Dia 2)
- 3 de Agosto: Final
CCE Individual
- 27 de Julho: Adestramento
- 28 de Julho: Cross-Country
- 29 de Julho: Saltos (Classificação e Final)
CCE Por Equipes
- 27 de Julho: Adestramento
- 28 de Julho: Cross-Country
- 29 de Julho: Saltos (Classificação e Final)
Saltos Individual
- 5 de Agosto: Classificação
- 6 de Agosto: Final
Saltos Por Equipes
- 1 de Agosto: Classificação
- 2 de Agosto: Final
Quais países disputarão o Hipismo nos Jogos Olímpicos de 2024?
O Hipismo Olímpico terá um total de 247 atletas, sendo 153 homens e 94 mulheres. Serão 65 nas provas de CCE Individual e Por Equipes, 60 nas de Salto e 59 nas de Adestramento. Confira a seguir a lista de cavaleiros e amazonas que participarão das provas em Paris 2024 一 e, é claro, os cavalos:
Adestramento
Nas provas individuais, cavaleiros, amazonas e, é claro, cavalos participam de sete grupos com dez competidores. Os dois melhores de cada grupo se classificam à final, com os seguintes conjuntos participando:
- Alemanha: Jessica von Bredow-Wendl e TS Dalera BB, WANDRES Frederic Wandres e Bluetooth Old, Isabell Werth e Wendy
- Austrália: Simone Pearce e Destano, Jayden Brown e Quincy B, Matthew William e Mysterious Star
- Áustria: Stefan Lehfellner e Roberto Carlos MT, Florian Bacher e Fidertraum Old, Victoria Max-Theurer e Abegglen FH NRW
- Bélgica: Flore de Winne e Flynn FRH, Larissa Pauluis e Flambeau, Domien Michiels e Intermezzo VH Meerdaalhof
- Brasil: João Victor Marcari Oliva e Feel Good Vo
- Canadá: Camille Carier Bergeron e Finnlanderin, Naiba Moreira Laliberte e Statesman, Chris Von Martels e Eclips
- Coreia do Sul: Young Shik Hwang e Delmonte 7
- Dinamarca: Nanna Skodborg Merrald e Zepter, Daniel Bachmann Andersen e Vayron, Cathrine Laudrup-Dufour e Freestyle
- Equador: Julio Mendonza Loor e Jewel’s Goldstrike
- Espanha: Borja Carrascosa e Frizzantino FRH, Claudio Castilla Ruiz e Hi-Rico do Sobral, Juan Antonio Jimenez Cobo e Euclides Mor
- Estados Unidos: Steffen Peters e Suppenkasper, Marcus Orlob e Jane, Adrienne Lyle e Helix
- França: Pauline Basquin e Setrorius de Rima Z, Corentin Pottier e Gotilas Du Fuillard, Alexandre Ayache e Jolene, Pauline Basquin e Sertorius de Rima Z
- Finlândia: Emma Kanerva e Greek Air, Henri Ruoste e Tiffanys Diamond, Joanna Robinson e Glamourline
- Grã-Bretanha: Carl Hester e Fame, Becky Moody e Jaggerbomb, Charlotte Fry e Glamourdale
- Índia: AGARWALLA Anush Agarwalla e Sir Caramello Old
- Irlanda: Abigail Lyle e Giraldo
- Lituânia: Justina Vangaite e Nabab
- Luxemburgo: Nicolas Wagner Ehlinger e Quater Back Junior FRH
- Marrocos: Yessin Rahmouni e All At Once
- Moldávia: Alisa Glinka e Abercombie
- Noruega: Isabel Freese e Total Hope Old
- Nova Zelândia: Melissa Galloway e Winderere J’Obei W
- Países Baixos: Hans Peter Minderhoud e Toto Jr., Dinja van Liere e Hermes, Emmelie Scholtens e Indian Rock
- Polônia: Aleksandra Szulc e Breakdance, Katarzyna Milczarek e Guapo, Sandra Sysojeva e Maxima Bella
- Portugal: Antônio Vale e Fine Fellow SJ, Maria Caetano e Hit Plus, Rita Ralão Duarte e Irao
- República Dominicana: Yvonne Losos de Muniz e Aquamarijn
- Singapura: Caroline Chew e Zatchmo
- Suécia: Juliette Ramel e Buriel K.H., Patrik Kittel e Touchdown, Therese Nilshagen e Dante Weltino Old
- Suíça: Andrina Suter e Fibonacci
- Venezuela: Patrícia Ferrando e Honnaisseur SJ
Já a prova de equipes conta com 16 países: Alemanha, Alemanha, Dinamarca, Grã-Bretanha, Países Baixos, Suécia, Bélgica, França, Áustria, Finlândia, Austrália, Canadá, Portugal, Espanha, Polônia e Estados Unidos.
CCE
Já as provas de CCE individuais contam com 58 conjuntos de cavalos, amazonas e cavaleiros:
- África do Sul: Alexander Peternell e Figaro Des Premices
- Alemanha: Christoph Wahler e Carjatan S, Julia Krajewski e Nickel 21, Michael Jung e Chipmunk FRH
- Austrália: Shenae Lowings e Bold Venture, Shane Rose e Virgil, Christopher Burton e Shadow Man
- Áustria: Harald Ambros e Vitorio Du Montet
- Bélgica: Tine Magnus e Dia Van Het Lichterveld Z, Karin Donckers e Leipheimer Van’t Verahof, Lara Liedekerke Meier e Origi
- Brasil: Ruy Fonseca e Ballypatrick SRS, Marcio Jorge Carvalho e Castle Howard Casanova, Rafael Mamprin Losano e Withington
- Canadá: Jessica Phoenix e Freedom GS, Michael Winter e El Mundo, Karl Slezak e Hot Bobo
- China: Alex Hua Tian e Jilsonne Van Bareelhof
- Dinamarca: Peter T. Flarup e Fascination
- Ecuador: Nicolas Wettstein e Altier D’Aurois
- Espanha: Esteban Benitez Valle e Utrera AA 35 1
- Estados Unidos: Caroline Pamukcu e HSH Blake, Elisabeth Halliday e Nutcracker, Boyd Martin e Fedarman B
- Finlândia: Veera Manninen e Sir Greg
- França: Nicolas Touzaint e Diabolo Menthe, Karim Florent Laghouag e Triton Fontaine, Stephane Landois e Chaman Dumontceau
- Grã-Bretanha: Rosalind Canter e Lordships Graffalo, Tom McEwen e JL Dublin, Laura Collett e London 52
- Hungria: Balazs Kaizinger e Herr Cooles Classico
- Irlanda: Aoife Clark e Freelance, Susannah Berry e Wellfields Lincoln, Austin O’Connor e Colorado Blue
- Itália: Pietro Sandei e Rubis de Prere, Giovanni Ugolotti e Swirly Temptress, Evelina Beroli e Fidjy Des Melezes
- Japão: Toshiyuki Tanaka e Jefferson, Kazuma Tomoto e Vinci de La Vigne, Yoshiaki Oiwa e MGH Grafton Street
- Marrocos: Noor Slaoui e Cash In Hand
- Nova Zelândia: Jonelle Price e Hiarado, Clarke Johnstone e Menlo Park, Tim Price e Falco
- Países Baixos: Sanne de Jong e Enjoy, Raf Kooremans e Radar Love, Janneke Boonzaaijer e Champ de Tailleur
- Polonia: Wiktoria Knap e Quintus 134, Robert Powala e Tosca Del Castegno, Malgorzata Korycka e Canvalencia
- República Tcheca: Miroslav Trunda e Shutterflyke
- Suécia: Sofia Sjoborg e Bryjamolga VH Marienshof, Louise Romeike e Caspian 15, Frida Andersen e Box Leo
- Suíça: Robin Godel e Grandeur de Lully CH, Melody Johner e Toubleu de Rueire, Felix Vogg e Dao De L’Ocean
Já as provas de CCE por equipes contam com Grã-Bretanha, Alemanha, França, Nova Zelândia, Japão, Estados Unidos, Suíça, Austrália, Países Baixos, Bélgica, Irlanda, Brasil, Suécia, Canadá, Polônia e Itália.
Saltos
Últimas a serem disputadas, as provas de Salto contarão com 71 atletas na modalidade individual:
- Alemanha: Christian Kukuk, Richard Vogel e Philipp Weishaupt
- Arábia Saudita: Ramzy Al Duhami, Abdulrahman Alrajhi e Abdullah Alsharbatly
- Argentina: Jose Maria Larocca
- Austrália: Thaisa Erwin, Hillary Scott, Edwina Tops-Alexander
- Áustria: Max Kuehner, Gerfried Puck e Katharina Rhomberg
- Bélgica: Jerome Guery, Gilles Thomas e Wilm Vermier
- Brasil: Stephan de Freitas Barcha e Rodrigo Pessoa
- Canadá: Erynn Ballard, Mario Deslauriers e Amy Millar
- Chile: Agustin Covarrubias
- Colômbia: Rene Lopez Lizarzo
- Dinamarca: Andreas Schou
- Egito: Nayel Nassar
- Emirados Árabes Unidos: Hamad Al Kirbi, Mohd Al Marri e Omar Abdul Aziz Al Marzooqi
- Espanha: Eduardo Alvarez Aznar, Sergio Alvarez Moya e Ismael Garcia Roque
- Estados Unidos: Kent Farrington, Laura Kraut, McLain Ward
- Estônia: My Relander
- França: Simon Delestre e Julien Epaillard
- Grã-Bretanha: Scott Brash, Harry Charles e Ben Maher
- Grécia: Ioli Mytilineou
- Irlanda: Daniel Coyle, Cian O’Connor e Shane Sweetnam
- Israel: Daniel Bluman, Ashlee Bond e Robin Muhr
- Itália: Emanuele Camilli
- Japão: Takashi Haase Shibayama, Eiken Sato e Taizo Sugitani
- Letônia: Kristaps Neretnieks
- Lituânia: Andrius Petrovas
- México: Eugenio Garza Perez e Carlos Hank Guerreiro
- Noruega: Victoria Gulliksen
- Países Baixos: Willem Greve, Harrie Smolders e Maikel van der Vleuten
- Polônia: Adam Grzegorzewski e Maksymilian Wechta
- Portugal: Duarte Seabra
- Síria: Amre Hamcho
- Suécia: Rolf-Goran Bengtsson, Peder Fredricson e Henrik von Eckermann
- Suíça: Martin Fuchs, Steve Guerdat, Pius Schweizer
- Tailândia: Janakabhorn Karunayadhaj
- Venezuela: Luis Fernando Larrazabal
Já o CCE por Equipes contará com 49 países: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Dinamarca, Egito, Emirados Árabes Unidos, Equador, Espanha, Estados Unidos, Estônia, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Grécia, Hungria, Índia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Marrocos, México, Noruega, Nova Zelândia, Países Baixos, Polônia, Portugal, Rep. Árabe Síria, Coréia do Sul, Moldova, República Dominicana, China, Singapura, Suécia, Suíça, Tailândia, República Tcheca e Venezuela
Quem são os cavalos do Hipismo Olímpico em 2024?
Apesar de serem parte essencial para o Hipismo nos Jogos Olímpicos, os cavalos não são condecorados com medalhas 一 o que para alguns é injusto, já que o êxito tem 70% de sua importância no vigor físico do animal. Mesmo assim, eles recebem o reconhecimento por serem protagonistas da modalidade.
Para ajudar você a entender em quem apostar, segue a lista completa de cavalos que disputarão os Jogos Olímpicos de Verão de 2024:
- África do Sul: Figaro des Premices
- Alemanha: Bluetooth Old, Cartajan S, Checker 47, Chipmunk FRH, Dorette, Fendi, Nickel 21, TSF Dalera BB, United Touch S, Viamant Du Matz, Wendy e Zineday
- Árabia Saudita: Alamo, Jaguar King WD, Untouchable 32 e Ventago
- Argentina: Finn Lente
- Austrália: Bold Venture, Destano, Don Quidam, Fellow Castlefield, Hialita B, Ivanhoje, Milky Way, Mysterious Star, Nopal Van Tallaert, Quincy B, Shadow Man e Virgil
- Áustria: Abegglen FH NEW, Amplemento, Colestus Cambridge, Cuma 5, DSP Fighting Line, Elektric Blu P, Fidertraum Old, Naxcel V, Renegade, Roberto Carlos MT, Te Quiero SF e Vitorio Du Monet
- Bélgica: Bond Jamesbond de Hay, Botticelli, Dia Van Het Lichterveld Z, Ermitage Kalone, Flambeau, Flynn FRH, Gravin Van Cantos, Intermezzo VH Meerdaalhof, IQ Van Het Steenje, Leipheimer Van ‘T Verahof, Origi e Quel Homme de Hus
- Brasil: Ballypatrick SRS, Castle Howard Casanova, Feel Good Vo, Major Tom, Miss Blue, Nimrod de Muze, Primavera, Safira e Withington
- Canadá: Delacroix 11, Eclips, El Mundo, Emerson, FE Golden Eye, Figure, Finnlanderin, Freedom GS, Genesis, Hot Bobo, Nikka VD Bisschop, Statesman e Truman
- Chile: Nelson Du Petit Vivier
- Colômbia: Kheros Van’t Hoogeinde
- Dinamarca: Fascination, Favour Gersdorf, Freestyle, Napoli VH Nederassenthof, Vayron e Zepter
- Egito: Coronado
- Emirados Árabes Unidos: Enjoy de La Mure, Foncetti VD Heffinck, Jarlin de Torres, McGregor
- Equador: Altier D’Aurois, Forever Young Wundermaske e Jewel’s Goodstrike
- Espanha: Euclides Mor, Frizzantino FRH, Hi-Rico do Sobral, Legend, Malagueno LXXXIII, Puma HS, Rokfeller de Pleville, Taraje CP 21.10, Tirano, Tornado VS e Utrera AA 35 1
- Estados Unidos: Baloutinue, Bohemian, Caracole de la Roque, Diabolo, Diamantaire, Fedarman B, Greya, Helix, HSH Blake, Ilex, Jane, Nutcracker, Off The Record e Suppenkasper
- Estônia: Expert
- Finlância: Boffeu Click, Daytona, Glamouraline, Greek Air, Sir Greg e Tiffanys Diamond
- França: Aisprit de la Loge, Chaman Dumontceau, Diabolo Menthe, Dorai D’aiguilly, Dubai Du Cedre, Gotilas Du Feuillard, I Amelusina R 51, Gibraltar de Massa, Jolene, Sertorius de Rima Z, Triton Fontaine e Viking D’la Rousserie
- Grã-Bretanha: Banzai du Loir, Cacharel, Dallas Vegas Batilly, Fame, Glamourdale, Imhotep, Indigro, Jagerbomb, Jefferson, JL Dublin, London 52, Lordships Graffalo, Point Break e Romeo 88
- Grécia: L’Artiste de Toxandra
- Hungria: Herr Cooles Classico
- Índia: Sir Caramello Old
- Irlanda: Action Lady M, Cartello, Colorado Blue, Freelance, Giraldo, James Kann Cruz, Legacy, Maurice, Pacino Amiro e Wellfields Lincoln
- Israel: C Vier 2, Donatello 141, Galaxy HM e Ladriano Z
- Itália: Fidjy Des Melezes, Future, Odense Odeveld, Rubis de Prere e Swirly Temptress
- Japão: Cekatinka, Chadellano, Conthargo-Blue, Jefferson, Karamell M & M, MGH Grafton Street, Quincy 194, Saxo de la Cour e Vinci de La Vigne
- Letônia: Palladium KDJ
- Lituânia: Linkolns e Nabab
- Luxemburgo: Quater Back Junior FRH
- Marrocos: All At Once e Cash In Hand
- México: Contago, Contendros 2, H-Lucky Retto, Porthos Maestro WH Z e Romeo
- Noruega: Mistral Van de Vocelzang e Total Hope Old TOTAL HOPE OLD
- Nova Zelândia: Falco, Hiarado, Menlo Park, Special Cavalier Windermere J’Obei W
- Países Baixos: Beauville Z, Champ de Tailleur, Divali, Enjoy, Grandorado, Hermes, Imagine, Indian Rock, Radar Love, Total US, Toto Jr. e Uricas V/D Kattevennen
- Polônia: Breakdance, Canvalencia, Chepettano, Colinero, Flash Blue B, Guapo, Issem, Jard, Love Me, Lucinda EX Ani 4, Maxima Bella, Quintus 134 e Tosca del Castegno
- Portugal: Carat de Bremoy, Dourados 2, Fine Fellow - H, Fuerst Kennedy Old, Hit Plus e Irao
- Síria: Vagabon Des Forets
- Coreia do Sul: Delmonte 7
- Moldávia: Abercombie
- República Dominicana: Aquamarijn
- China: Jilsonne Van Bareelhof e Lady Chin V’T Moerven Z
- Singapura: Zatchmo
- Suécia: Box Leo, Bryjamolga VH Marienshof Buriel K.H.m Caspian 15, Catch Me Not S, Dante Weltino Old, Golden Midnight, Indiana, Invoice, King Edward e Zuccero HV
- Suíça: Dao de L’Ocean, Dynamix de Belehme, Fibonacci, Gamin Van’t Naasteldhof, Grandeur de Lully CH, Leone Jei, Toblerone, Toubleu de Rueire e Vancouver de Lanlore
- Tailândia: Kinmar Agalux
- República Tcheca: Ferreolus Lat e Shutterflyke
- Venezuela: Condara e Honnaiseur SJ
Maiores medalhistas olímpicos de Hipismo
Desde sua estreia nos Jogos Olímpicos de 1900, o Hipismo já concedeu 449 medalhas aos conjuntos participantes: 151 Ouros, 149 Pratas e 159 Bronzes. A Alemanha é a principal potência do esporte com 56 medalhas 一 que poderiam ser mais se fossem somadas as 25 da Alemanha Ocidental e as 14 da Equipe Alemã Unida.
Confira a seguir os maiores medalhistas de Hipismo nos Jogos Olímpicos:
Medalhas de Ouro:
- Alemanha: 28
- Suécia: 18
- França: 14
Medalhas de Prata:
- Estados Unidos: 23
- Alemanha: 14
- Suécia, França, Países Baixos: 13
Medalhas de Bronze:
- Estados Unidos: 20
- Grã-Bretanha: 15
- Alemanha e Suécia: 14
Já os atletas que mais conquistaram medalhas em Hipismo nos Jogos Olímpicos são:
- Ouro: A alemã Reiner Klimke conquistou seis, enquanto seus compatriotas Isabell Werth e Hans Günter Winkler possuem cinco.
- Prata: A holandesa Anky van Grunsven lidera com cinco medalhas, seguida pelo norte-americano Michael Plumb com quatro e a alemã Isabell Werth com três.
- Bronze: Os italianos Piero D'Inzeo e Raimondo D'Inzeo possuem, respectivamente, três e duas, enquanto o alemão Josef Neckermann tem duas.
Curiosidades sobre Hipismo nos Jogos Olímpicos
Nomes de cavalos que disputam Hipismo já são curiosos por si só, com referências à cultura pop como o espião James Bond e o personagem de quadrinhos Shadow Man, cidades icônicas como London 52, joias valiosas como Safira e até comidas com Karamell M & M. Mas essas não são as únicas coisas inusitadas do esporte nos Jogos Olímpicos. Confira a seguir alguns fatos impressionantes da modalidade:
1. Cavaleiros e amazonas estão entre os atletas mais velhos da história
Não há limite de idade para a prática de Hipismo nas Olimpíadas e, por isso, não é necessariamente surpreendente que a modalidade seja recordista no quesito. A britânica Lorna Johnstone é a mulher mais velha a competir no evento: tinha 70 anos e seis dias ao participar de Munique 1972 一 sendo seguida pela canadense Marjory Saunders, que competiu no Tiro com Arco na mesma edição quando tinha 59 anos e 184 dias.
Considerando apenas homens, a modalidade possui o segundo mais velho a participar das Olímpiadas: o austríaco Arthur Von Pongracz, que tinha 72 anos e 59 dias quando jogou os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. À frente do cavaleiro está apenas o sueco Oscar Swahn, que tinha 72 anos e 281 dias quando participou dos Jogos da Antuérpia, em 1920.
2. O Hipismo já fez com os Jogos Olímpicos tivessem sede compartilhada
Os Jogos Olímpicos de 1956 foram a única edição do evento com sedes compartilhadas e isso aconteceu por causa do Hipismo. Temendo a contaminação dos seus rebanhos com a vinda de cavalos e éguas de todo o planeta, o governo australiano determinou que os animais passassem por um período de quarentena 一 o que afetaria a dinâmica da modalidade.
Por isso, o Comitê Olímpico Internacional (COI) optou por uma medida inédita até hoje: o Hipismo não seria disputado em Melbourne, com a competição sendo realizada em Estocolmo, na Suécia.
3. O Pelé do Hipismo é de uma longa linhagem de cavalos vencedores
O cavalo brasileiro Baloubet Du Bolet é considerado o Pelé do Hipismo, sendo da linhagem de atletas criados no Elevage Du Rouet, localizado em Saint Aubin de Terregatte, a três horas de Paris. Sua bisavó Perle de Norval iniciou a linhagem de equinos vencedores, com seu pai Galoubet A sendo campeão mundial de equipes no Mundial de Dublin, em 1982.
Aos três anos, Baloubet foi adquirido pelo empresário português Dom Diogo Pereira Coutinho, que viu o seu potencial nas provas de salto e pediu para o amigo brasileiro Nelson Pessoa desenvolver o cavalo no âmbito competitivo 一 com seu filho Rodrigo sendo o cavaleiro incumbido da missão.
Rodrigo e Baloubet foram tricampeões mundiais em 1998, 1999 e 2000, ficaram no segundo lugar do mundial em 2001 e 2003 e conquistaram duas medalhas olímpicas: o Ouro de Atenas 2004 e o Bronze de Sydney 2000. Até hoje, ele é o único cavalo campeão mundial em três edições seguidas, além de nenhum outro animal ter conseguido ficar nos dois primeiros lugares em cinco anos seguidos.
Dom Diego optou por aposentar Baloubet em 2006 devido à idade, contra a vontade da família Pessoa. Para o Português, o cavalo não conseguiria atingir a mesma excelência de resultados que o colocou como o maior da história.
No entanto, ele se manteve em uma carreira: a de reprodutor. Baloubet teve mais de 96 filhos que disputaram competições da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos de Hipismo e mais de 1,5 mil descendentes 一 incluindo Bubalu VDL, medalhista de Ouro em Londres 2012 com o holandês Jurg Vrieling, e Chaman, vice-campeão mundial em 2014 com o alemão Ludger Beerbaum.
Aposte em Hipismo nos Jogos Olímpicos de 2024 na Blaze!
Agora você sabe tudo sobre o esporte que une a força física dos cavalos e a sua relação de parceria, confiança e disciplina com cavaleiros e amazonas. Pronto para aproveitar o espetáculo mais emocionante das Olimpíadas? Dê uma olhada na página de apostas de Hipismo nos Jogos Olímpicos de 2024 e boa sorte!
E antes de apostar, não esqueça de ler nosso guia de apostas dos Jogos Olímpicos de 2024 com todas as dicas e conselhos para ajudar você a galopar rumo à vitória no maior evento esportivo do mundo!