
Vício em Apostas: causas, consequências e como evitar que os jogos de Cassino Online se tornem um problema!
O vício em apostas é um problema de saúde mental reconhecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Entenda como evitar que os jogos de Cassino Online se tornem um problema e como a Blaze pode ajudar!
Você sabia que o vício em apostas é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um problema de saúde mental? Esse distúrbio, também chamado de ludomania ou jogo patológico, manifesta-se através de um padrão persistente e prejudicial em relação a jogos de Cassino Online, resultando em consequências adversas para a vida do indivíduo e também de seus entes queridos.
Diante da seriedade deste assunto, a Blaze preparou um artigo para explicar o que é o vício em jogos de azar, mostrando nosso posicionamento e buscando ajudar jogadores a terem uma experiência saudável e segura conosco.
Continue a leitura para saber mais sobre este problema de saúde mental e como uma pessoa o contrai, além de entender como preveni-lo e tratá-lo!
O que é o Vício em Apostas?
O vício em jogos de azar é uma condição complexa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e engloba tanto os jogos de cassino online quanto as apostas esportivas. Por ter efeitos nocivos sobre a vida do indivíduo afetado e também das pessoas ao seu redor, o Vício em Apostas é oficialmente reconhecido como uma comorbidade pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Para a OMS, este transtorno “consiste em episódios repetidos e frequentes de jogo que dominam a vida do sujeito em detrimento dos valores e dos compromissos sociais, profissionais, materiais e familiares.”
Os critérios diagnósticos do jogo patológico são estabelecidos pelo DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais). Para que um indivíduo seja diagnosticado com a ludomania, ele deve apresentar ao menos cinco dos seguintes parâmetros:
- Preocupação frequente com jogo;
- Necessidade de aumentar os riscos ou apostas para alcançar a excitação desejada;
- Esforço repetido e sem sucesso de controlar, diminuir ou parar de jogar;
- Inquietude ou irritabilidade quando diminui ou para de jogar;
- Ameaçar ou perder relacionamentos significativos, oportunidades de trabalho, educação ou carreira por causa do jogo;
- Jogo como forma de escapar de problemas ou para aliviar sentimentos desagradáveis;
- Mentir para familiares, terapeuta ou outros, a fim de esconder a extensão do envolvimento com jogo;
- Depois de perder dinheiro no jogo, retorna frequentemente no dia seguinte para recuperar o dinheiro perdido;
- Contar com outros para prover dinheiro, no intuito de aliviar a situação financeira desesperadora por causa do jogo;
- Cometer atos ilegais como falsificação, fraude, roubo ou desfalque para financiar o jogo.
Já existem dados sobre o perfil de quem está mais propenso a desenvolver o vício em apostas. De acordo com um artigo científico da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), os homens (87,7%) com ensino médio ou nível superior de escolaridade (82,3%), empregados em regime integral (71,6%), casados (50,7%) e com idade na faixa dos 40 anos tendem a ser mais suscetíveis a esse tipo de dependência, embora não seja exclusivo desse grupo.
Além disso, fatores como histórico familiar de dependência de jogos, problemas financeiros, desordens psicológicas como ansiedade e depressão, e fácil acesso aos jogos de azar são todos identificados como fatores de risco significativos.
É desafiador determinar com precisão o número de pessoas que sofrem de vício em jogos de azar em escala global, devido à falta de dados oficiais em muitos países. No entanto, entidades como a Associação Europeia para o Estudo do Jogo (EASG) alertam para uma prevalência significativa. Estima-se que entre 0,5% e 2% da população mundial enfrenta problemas relacionados ao jogo compulsivo.
No Brasil, as estimativas também apontam para uma preocupante incidência da ludomania. De acordo com Hermano Tavares, coordenador do Programa Ambulatorial do Jogo Patológico (Pro-Amjo) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), cerca de 1% da população brasileira é afetada pelo transtorno do jogo, enquanto 1,3% apresenta uma síndrome parcial, totalizando 2,3% da população.
Além disso, Tavares ressalta que, considerando-se a taxa de exposição, que engloba pessoas que não apostam, mas que sofrem os impactos negativos do vício de um apostador próximo — como desemprego, endividamento extremo e privação de oportunidades — essa porcentagem pode chegar a alarmantes 10% da população.
A compreensão do vício em apostas do ponto de vista científico nos permite mergulhar nas complexidades do cérebro humano e nas respostas neurais que desencadeiam comportamentos compulsivos de jogo — e como podemos prevenir o transtorno.
Estudos têm demonstrado que o jogo patológico está associado a alterações neuroquímicas e padrões de atividade cerebral que se assemelham aos observados em outras formas de dependência, como o vício em substâncias químicas.
Como a ciência explica o Vício em Apostas?
Uma matéria da BBC explora como o jogo afeta o cérebro, destacando que atividades como apostas esportivas desencadeiam a liberação de substâncias químicas no cérebro, como dopamina, que estão associadas à sensação de prazer e recompensa. Essa resposta neuroquímica pode levar à busca contínua pela estimulação associada ao jogo, mesmo quando ele se torna prejudicial.
Quando comparadas a indivíduos saudáveis, as neuroimagens dos cérebros de jogadores compulsivos apresentam maior atividade em regiões cerebrais relacionadas à tomada de decisões, resposta emocional e regulação do sistema nervoso autônomo. Em outras palavras, quando a dopamina vinda dos jogos é liberada nos cérebros dos indivíduos ludopatas, eles apresentam um nível de excitação maior que o comum.
Assim, a liberação de dopamina reforça a compulsão por jogos por meio do aumento dos níveis de excitação, reduzindo a inibição de decisões arriscadas ou uma combinação de ambos, perpetuando e intensificando o distúrbio.
Um exemplo impressionante que ilustra os extremos do vício em apostas é o caso de um espanhol que perdeu milhares de euros em apenas um dia de apostas, e pelo menos três pessoas que cometeram suicídio no Maranhão após perderem quantias significativas no jogo Fortune Tiger. Essas histórias trágicas destacam a gravidade do transtorno e suas consequências potencialmente fatais, mostrando o quão importante é a conscientização sobre os jogos de azar e o Jogo Responsável.
Quais os riscos do Vício em Apostas?
Diferente de outro tipos de vícios, como a compulsão por bebidas alcoólicas e drogas, os sintomas do jogo patológico não são fáceis de identificar, pois raramente tomam forma na aparência do indivíduo.
Como discutimos anteriormente, a causa da ludomania não se restringe apenas à esperança de ganhar dinheiro. O cérebro humano em si é suscetível à compulsão pela dopamina liberada pelos jogos, e adicionalmente, a pressão social e a busca por escapar de problemas diários podem alimentar esse transtorno.
Mas o jogo pode ter consequências devastadoras em diversos aspectos da vida do ludopata, abrangendo desde o bem-estar pessoal até o desempenho profissional. É importante ficar atento a riscos como:
Problemas financeiros e legais
Jogadores compulsivos tendem a gastar todas as suas economias, acumular dívidas massivas e recorrer a empréstimos predatórios para financiar seu hábito de jogo. Além disso, pessoas viciadas em apostas podem se envolver em atividades ilegais para sustentar o vício, como fraudes, roubo e lavagem de dinheiro.
Impacto na saúde
O estresse, a ansiedade e a depressão são comuns entre os jogadores compulsivos, especialmente quando enfrentam perdas financeiras ou conflitos familiares devido ao jogo. Esses problemas de saúde mental podem se agravar ao longo do tempo, afetando negativamente a qualidade de vida do indivíduo.
Além disso, a saúde física também pode ser impactada como consequência do estado mental, ocasionando distúrbios do sono e alimentares, hipertensão arterial e aumento do risco de doenças cardiovasculares.
Danos nos relacionamentos interpessoais
O vício em apostas pode causar tensões e conflitos nos relacionamentos familiares, românticos e sociais. O comportamento obsessivo em relação ao jogo pode levar à alienação dos entes queridos, perda de confiança e isolamento social.
Impacto profissional
O desempenho no trabalho pode ser severamente prejudicado devido à ludomania. Ausências frequentes, distração no trabalho e negligência de responsabilidades profissionais são comuns entre os jogadores compulsivos, podendo levar à perda do emprego e dificuldades financeiras adicionais.
Pensamentos e comportamentos suicidas
Em casos extremos, o vício em apostas pode levar a pensamentos suicidas e tentativas de suicídio. O desespero causado por perdas financeiras irreparáveis, desesperança e isolamento social pode levar os jogadores compulsivos a considerar o suicídio como uma forma de escapar de seus problemas.
Em suma, o vício em apostas não apenas afeta o indivíduo, mas também tem ramificações significativas para sua família, amigos e comunidade. Felizmente, essa condição pode ser curada. Existem redes de apoio e recursos para jogadores prevenirem e tratarem o vício em apostas.
Como se livrar do Vício em Apostas?
Superar o vício em apostas é um desafio, mas é possível com o apoio adequado e o comprometimento do indivíduo. Existem várias abordagens e tratamentos disponíveis para ajudar os jogadores compulsivos a se recuperarem. Veja algumas opções comumente utilizadas:
Terapia
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem terapêutica eficaz no tratamento do vício em apostas. Psicólogos podem ajudar pacientes a identificar e modificar os padrões de pensamento e comportamento disfuncionais associados ao jogo compulsivo, além de desenvolver habilidades para lidar com gatilhos de jogo e gerenciar o impulso de apostar.
Grupos de apoio
Participar de grupos de apoio, como Jogadores Anônimos ou outros programas de recuperação baseados em doze passos, pode fornecer uma rede de suporte social e compartilhamento de experiências com outras pessoas que lutam contra o vício em jogos de azar. Esses grupos oferecem um ambiente seguro para expressar preocupações, obter orientação e encontrar inspiração na jornada de recuperação.
Familiares e amigos
O suporte emocional e prático de familiares e amigos desempenha um papel crucial na recuperação do vício em apostas. Eles podem oferecer encorajamento, compreensão e incentivo ao indivíduo em busca de ajuda profissional, além de auxiliar na implementação de estratégias de prevenção de recaídas.
Planejamento financeiro
Desenvolver habilidades de planejamento financeiro e estabelecer limites estritos para gastos são componentes essenciais da recuperação do vício em apostas. Além disso, é importante criar um plano de contingência para lidar com crises financeiras e evitar recaídas.
Como prevenir o Vício em Apostas?
Prevenir é melhor do que remediar! Se você acredita que tem risco de desenvolver uma relação compulsiva com o jogo, adote medidas preventivas. As estratégias podem ser mais simples do que você imagina, e ao mesmo tempo eficazes.
Pratique o Jogo Responsável
Nossa cartilha de Jogo Responsável é um conjunto de boas práticas e diretrizes que visam garantir que os jogadores tenham uma experiência segura conosco. Seguir esses princípios é fundamental para prevenir o vício em apostas. Isso inclui jogar apenas por diversão e entretenimento, não como uma fonte de renda, e evitar perseguir perdas.
Conscientize-se
Aprender sobre os riscos associados ao vício em apostas e os sinais precoces de alerta pode ajudar a evitar problemas no futuro. Educar-se sobre as consequências negativas do jogo compulsivo e seus impactos pode te ajudar a tomar decisões mais conscientes e informadas.
Estabeleça limites
Definir limites claros para o tempo e o dinheiro gasto com o jogo é essencial. Isso inclui estabelecer um orçamento mensal específico para jogos de azar e não ultrapassá-lo, bem como definir limites de tempo para sessões de jogo. Manter a disciplina e a autocontenção ao jogar, mesmo quando a tentação é alta, pode ajudar a evitar o desenvolvimento de um padrão compulsivo de jogo.
Busque alternativas de lazer
Diversificar as atividades de lazer e encontrar outras formas de entretenimento que não envolvam jogos de azar pode reduzir a dependência do jogo como fonte de emoção e gratificação.
Você não está sozinho nessa missão! Plataformas de jogos de apostas como a Blaze, preocupadas com a segurança e o bem-estar dos jogadores, disponibilizam diversos mecanismos para te ajudar a permanecer no controle da sua experiência.
Como as plataformas ajudam a prevenir o Vício em Apostas?
Considerando as responsabilidades partilhadas por todos os agentes do ecossistema de apostas, incluindo plataformas, jogadores, órgãos reguladores e até profissionais de saúde mental, a Blaze está empenhada em fornecer informação transparente e implementar medidas preventivas.
Além de disponibilizar detalhes e riscos sobre os jogos na nossa plataforma de maneira objetiva e clara, sempre promovemos os princípios do Jogo Responsável e oferecemos mecanismos de apoio — como a opção de auto-exclusão da sua conta por um período determinado para tratamento ou prevenção do vício em apostas, o estabelecimento de limites de apostas e suporte humano para atender suas dúvidas.
Na hora de iniciar sua jogatina, busque por plataformas que oferecem auxílio em caso de problemas com lotomania. Assim, você terá uma rede de apoio com a qual contar se algo der errado.
Divirta-se apostando
A experiência de apostar pode ser fascinante e cheia de emoções, que realmente não precisam se tornar negativas. Tudo depende de uma abordagem conscientizada e responsável!
Agora que você já sabe tudo que precisa entender sobre o assunto, desfrute de partidas e apostas mais leves com a noção de que você está no controle — divirta-se com sabedoria!